sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O PRINCÍPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE - LIÇÃO 9 JOVENS E ADULTOS COMENTADA PELO Pr ALTAIR GERMANO

IMAGEM: ENOMIR SANTOS (ANANINDEUA-PA)

A Lição 9, do 1º trimestre de 2010, tratará de temas já bastante discutidos em sala de aula, como é o caso do dízimo, das contribuições financeiras e do socorro ou ajuda aos necessitados.

Sempre que estas questões se levantam, dois grupos se colocam nos extremos da discussão.

O primeiro grupo não consideram o dízimo como um princípio bíblico fundamentado na liberalidade, anterior à própria Lei, e por isso uma prática que pode ser mantida na igreja, enquanto o segundo grupo ameaça com as maldições da Lei os irmãos que por alguma razão não contribuem com os dízimos.

O fato é que tanto um grupo como o outro se fundamentam na Bíblia para sustentar as suas posições.


PLANO DE AULA

1. OBJETIVOS DA LIÇÃO

-Conscientizar-se de que o princípio da generosidade está fundamentado na idéia de doar e não de ter.
-Compreender que atender ao pobre em suas necessidades é um preceito bíblico .
-Saber que a graça de contribuir está fundamentada no princípio de que mais "bem-aventurada coisa é dar do que receber.

2. CONTEÚDO

Texto Bíblico: 2 Co 8.1-5; 9.6,7,10,11
3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO

Três perguntas chaves podem desencadear uma boa aula discussiva. São elas:

- O dízimo é uma prática bíblica restrita ao Antigo Testamento?
- A igreja tem cumprido o seu papel no socorro aos necessitados como deveria?
- Você participa de campanhas de ofertas voluntárias para o socorro aos necessitados?

4. RECURSOS DIDÁTICOS

Quadro, cartolina, pincel ou giz, etc.

5. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ARRINGTON, French L; STRONSTAD, Roger.Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

BENTHO, Esdras Costa. Hermenêutica fácil e descomplicada: como interpretar a Bíblia de maneira prática e eficaz. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

CHAMPLIN, R. N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 5. ed. São Paulo: Hagnos, 2001. v. 1

JOSEFO, Flávio. História dos hebreus: de Abraão à queda de Jerusalém obra completa. 9. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.

KEENER, Craig S. Comentário Bíblico Atos: Novo Testamento. Belo Horizonte: Atos, 2004.

LOPES, Augustus Nicodemus. A Bíblia e seus intérpretes: uma breve história da interpretação. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.

PFEIFFER; Charles F.; HARRISON, Everett F.Comentário Bíblico Moody: os evangelhos e atos. São Paulo: IBR, 1997. v. 4

______; VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.


SCHOLZ, Vilson. Princípios de interpretação Bíblica: introdução à hermenêutica com ênfase em gêneros literários. Canoas-RS: Ulbra, 2006.

STUART, Douglas; FEE, Gordon D. Manual de exegese bíblica: Antigo e novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2008.

VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR, William.Dicionário Vine. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

WILLIAMS, David J. Novo Comentário Bíblico Contemporâneo: Atos. São Paulo: Vida, 1996.

Boa aula!

O PRINCÍPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE - LIÇÃO 9 JOVENS E ADULTOS

Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 8.1-5; 9.6,7,10,11


Introdução

I. Exemplos de ações generosas (8.1-6,9; 9.1,2)

II. Exortação ao espírito generoso para contribuir (8.7-15)

III. Os princípios da generosidade (9.6-15)

Conclusão

Palavras-chave: generosidade, caridade, contribuição, ofertar

I. Exemplos de ações generosas (8.1-6,9; 9.1,2)

• Professor inicie a aula com a seguinte pergunta: “O que é generosidade?” Ouça com atenção os alunos e depois escreva, no quadro-de-giz, a definição apresentada na sua revista.

• “Princípios sobre a contribuição no Novo Testamento, encontrada em 2 Coríntios 8-9. Deram-se a si mesmos. O que Deus quer de nós não é o nosso dinheiro. Quando nos entregamos ao Senhor, aderimos à contribuição (8.5). Lembre-se do exemplo de Cristo. Ele deu tudo para enriquecer as nossas vidas. As riquezas que temos nele são as verdadeiras riquezas, não a opulência material (8.9). Contribua na medida de sua possibilidade. O ato de doar não tem como objetivo empobrecer o contribuinte. O que agrada a Deus não é o montante da adoção comparada com a nossa disponibilidade, mas a disposição em fazê-lo (8.10-12). Contribua para satisfazer necessidades. A contribuição tem por objetivo prover as necessidades básicas de cristãos carentes. Este princípio reflete a vulnerabilidade do mundo do século primeiro aos famintos e à igreja nas perseguições, que geralmente significa que os crentes perderam seus meios de subsistência. O princípio de que contribuir era uma forma de externar a sensibilidade aos pobres e de que nossa preocupação maior ainda deve ser para com a carência humana e não com a questão de ordem patrimonial, pois a igreja de Jesus é gente. Contribuir é semear. A oferta é um investimento para o nosso futuro eterno. Quanto maior o investimento, maior será o retorno (9.6). O contribuir é um ato pessoal. O quanto a pessoa contribui é um problema entre ela e o Senhor. Deus não está interessado em dinheiro doado de má vontade (9.7). Contribuir é uma expressão de confiança. Deus é capaz de satisfazer as nossas necessidades e de prover muito mais do que precisamos para viver com alegria e sem temor (9.8-11). Contribuir estimula a oração. O recebedor louva a Deus e ora pelo doador” (9.12-15) (Guia do Leitor da Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD, p. 781).

II. Exortação ao espírito generoso para contribuir (8.7-15)

• “Paulo ilustra a reciprocidade mútua de recursos que expressa a verdadeira natureza da igreja por meio de colheita diária do maná no deserto pelos israelitas: ‘O que muito colheu não teve de mais; e o que pouco, não teve de menos’ (2 Co 8.15; Êx 16.18). Toda riqueza é como o maná do Senhor, destinada não à falta de moderação ou ao luxo, mas sim ao alívio das necessidades dos irmãos.

O critério da generosidade cristã que Paulo aplica nestes versículos inclui:

1) A magnitude da graça de Cristo;

2) A extensão da bênção material;

3) A dimensão das necessidades do corpo de Cristo.

Comentário Bíblico Beacon. 1.ed. Vol 8. Rio de Janeiro, CPAD, p. 453

III. Os princípios da generosidade (9.6-15)

“Paulo mostra que a “generosidade, quando realizada com o espírito apropriado, pode ser uma fonte de bênçãos a todos aqueles que estão envolvidos – aos outros, a Deus, e a nós mesmos.

Em primeiro lugar, o apóstolo explica que o cristão generoso é ‘alguém que semeia’. Não há medo de destituição na generosidade, pois ‘dar é semear’ e semear significa esperar uma colheita. O mundo enriquece tirando dos outros; o cristão enriquece dando aos outros. Em uma das suas expressões contrastantes, Paulo sugere que existem duas maneiras de semear – pouco e em abundância – com as colheitas correspondentes. ‘Alguns há que espalham, e ainda se lhes acrescenta mais; e outros, que retêm mais do que é justo, mas para a sua perda. A alma generosa engordará, e o que regar também será regado’ (Pv 11.24,25). Aquele que semeia com abundância semeia ‘no princípio das bênçãos’, e com base nisto ele colhe. A ideia de bênçãos é o princípio da mordomia cristã (cf. Lc 6.38).

Há outro principio coerente com este. Cada homem só deve dar aquilo que tenha proposto anteriormente no seu coração. O ato de dar não deve ser realizado com tristeza ou por necessidade (compulsão). O ato de dar que é motivado basicamente pela compulsão externa é realizado com dor e tristeza, e não pode estar de pleno acordo com a mente de Cristo. Deus ama ao que dá com alegria (Pv 22.8).O texto grego enfatiza alegria (hilaron) e em Deus. É da palavra hilaron que obtivemos a nossa palavra ‘hilariante’. Este versículo implica que o pagamento do dízimo meramente como uma obrigação legalista não é uma atitude cristã. O ato de dar, por parte de cada cristão, deve ser motivado adequadamente – ele deriva da graça e almeja abençoar”.

Comentário Bíblico Beacon. 1.ed. Vol 8. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 455,456

ACHARAM A ARCA DE NOÉ - JUVENIS LIÇÃO 9

Texto Bíblico: 2 Timóteo 3.16,17 e 2 Pedro 1.20,21

Foto tirada por satélite do monte Ararat, onde encontraram vestígios da arca de Noé.
Antes do nascimento da arqueologia, ninguém tinha realmente ideia de como era o mundo da Bíblia. As concepções eram puramente imaginárias. Como consequência, os comentários da Bíblia eram recebidos quase do mesmo modo que os contos mitológicos dos gregos e romanos. Não que as pessoas rejeitassem a Bíblia como verdade. Mas o mundo da Bíblia lhes parecia um planeta diferente, e seus personagens, uma população alienígena, cuja aparência e maneira de viver assemelhavam-se mais ao universo dos sonhos que à realidade.

A arqueologia revelou as cidades, os palácios, os templos e as casas dos que conviveram com os indivíduos cujos nomes apareceram nas Escrituras.

Coisas palpáveis podem assistir a fé em seu crescimento. A arqueologia traz à luz os remanescentes tangíveis da história, permitindo a criação de um contexto razoável para o desenvolvimento da fé. Permite também que fatos a sustentem – a confirmação da realidade dos personagens e eventos bíblicos. Assim, céticos e santos podem, do mesmo modo, perceber a mensagem espiritual arraigada à história.

O arqueólogo Bryant Wood, diretor da Associates for Biblical Research (Associados para a Pesquisa Bíblica), comenta o assunto ao discorrer sobre a descoberta do nome “Casa de Davi” numa coluna de Tel Dã: Sabemos que Davi é uma figura histórica porque ele é mencionado na Bíblia, mas isso não é suficiente para os eruditos. Eles precisam de evidências extra-bíblica. Então, a arqueologia bíblica pode desempenhar um importante papel, verificando a verdade das Escrituras em face da crítica que hoje recebemos da moderna erudição.

Texto extraído do Livro: Pedras que Clamam, CPAD

APRENDA A PERDOAR - LIÇÃO 9 ADOLESCENTES

Texto Bíblico: Provérbios 18.19;19.11


Ao perdoar alguém que nos ofende, devemos fazê-lo de coração, pois o perdão é um dos elementos vitais para a sobrevivência, indispensável para termos uma vida saudável, física, moral e espiritual.

Como já é de seu conhecimento, Pedro perguntou ao Mestre quantas vezes deveria perdoar o seu irmão. Cristo respondeu que deveria perdoar setenta vezes sete. Essa matemática, apresentada por Jesus como resposta a pergunta de Pedro, viria a revolucionar os sistemas de valores morais e espirituais existentes. A tradição estabelecia três ou sete vezes a quantidade para o perdão. Jesus quebrou a matemática legalista dos judeus e, numa linguagem hiperbólica, falou em setenta vezes sete, para indicar um número ilimitado para a capacidade de perdoar o ofensor (FERREIRA, Dâmaris. et. al. Revista de Pré-Adolescentes: As Parábolas de Jesus, 2º Trimestre 2010. CPAD).


Boa ideia!

Você vai precisar de cartolina branca, caneta hidrográfica vermelha e tesoura.

Recorte quadrados de cartolina branca e entregue aos adolescentes. Solicite que escrevam o versículo do dia nos quadrados. Depois peça que entreguem esse cartão há alguém que elas acreditam que precisa pedir perdão. Incentive os alunos a reconhecer que todos podem errar e que não é vergonhoso pedir perdão. Pedir perdão é uma atitude cristã e muito honrosa.


Sugestão de atividade:

Faca a atividade a seguir com os adolescentes, explique sobre o perdão e entao cada adolescente poderá ganhar uma cópia do desenho para pintar .
Traga uma sacola ou bolsa e algumas pedras. Comente que
frequentemente ficamos com raiva ou tentamos nos vingar quando as pessoas
são más conosco. Enquanto fala, coloque as pedras na bolsa, uma de cada vez.
Quando as pedras estiverem na bolsa, deixe os adolescentes, uma de cada vez,
carregarem-na pela sala. Peça-lhes que tentem bater palmas ou dar um abraço
em alguém enquanto carregam a bolsa. Explique que estar com raiva de alguém
por alguma coisa ruim que tenham feito para nós é como carregar uma bolsa
cheia de pedras. É um peso para nós.
Peça que digam algumas vezes “Eu perdoarei” enquanto você tira
as pedras da bolsa. Explique que, quando perdoamos aos outros, não mais
temos que levar um grande peso. Sentimo-nos muito mais felizes quando
perdoamos. (Pode ser montado um colar recortando e passando linha através dos furos nos círculos)

NÃO SOU REBELDE - LIÇÃO 9 PRÉ ADOLESCENTES

Texto Bíblico: Jonas 1.1-7


Professor, aproveite esta lição para conversar com os alunos acerca do chamado que o senhor Jesus lhes fez. Jesus os chamou das trevas para brilhar (Cl 1.12,13). A luz está sempre em posição de destaque, no alto (Mt 5.14). E Deus quer que influenciemos, e não que sejamos influenciados. O mundo incentiva a rebeldia, jovens e adolescentes são chamados de rebeldes a todo instante, soando muitas das vezes como elogio. Mas os servos de Deus são chamados de luz, e ela é contagiante; ela dissipa as trevas (Jo 8.12).

É isso o que Deus espera dos adolescentes! Ele quer que sejam firmes, constantes e não adolescentes rebeldes. A luz só tem valor se for permanente. Imagine uma lâmpada que pisque ou oscile o tempo todo. Deus espera que os adolescentes brilhem sempre (Pv 4.18). Quanto maior a escuridão, mais brilho a luz irradia. Os adolescentes são astros nesse mundo tenebroso.

Como cristão eles devem demonstrar ao mundo a obediência a Deus. É importante que as pessoas perdidas vejam que eles não são rebeldes. Há uma grande diferença entre o que são de Deus e os que são do maligno, as ações são diferentes.

Texto adaptado do livro: Adolescentes S/A, CPAD

SUGESTÃO:

Distribua o modelo abaixo para cada aluno e peça que cada um escreva os motivos que levam alguém a desobediência.Depois discuta com eles as consequencias.Os alunos podem colorir a figura se desejarem.

JESUS ENSINA SOBRE O AMOR AO PRÓXIMO - LIÇÃO 9 JUNIORES

Texto Bíblico: Lucas 10.25-37


Na parábola do bom samaritano podemos observar que ele esqueceu de si mesmo para ajudar o homem ferido. Tudo ficou para trás: a viagem, os negócios, o perigo de assaltantes, só para ajudar aquele homem ferido. Jesus também fez o mesmo por nós. Ele deixou o céu e veio a terra para salvar o que estava perdido, doente e ferido. O samaritano não quis saber quem era o necessitado, sua religião, sua nação. Quando temos o amor de Deus, servimos bem a todos, sem interesse em qualquer recompensa.

O bom samaritano foi movido pela compaixão. Sentiu o que se passava como se fosse com ele mesmo ou um dos seus conhecidos.

O samaritano era estrangeiro, porém generoso, servia com dedicação a qualquer um. Pagou do seu bolso ao hospedeiro com dois denários, uma quantia razoável, equivalente ao salário de dois dias. É maravilhosa a harmonia da revelação divina aqui. Dois denários era exatamente o resgate de uma pessoa quanto ao tributo do Templo, que era meio siclo (Êx 30.12,13). Ora, o meio siclo hebreu equivale a dois denários romanos do tempo de Cristo. Portanto, o ato do samaritano está relacionado figuradamente à redenção da alma (texto extraído da revista de Pré-adolescentes 6, CPAD).

Boa ideia!

Você vai precisar de uma caixa de bombom, balas ou pirulito, cartolina vermelha, tesoura e caneta hidrográfica.

Procedimento:

1º Desenhe corações na cartolina e recorte.

2º Escreva o versículo do dia no coração.

3º Recorte aleatoriamente os corações, transformando-os em um quebra-cabeça.

Após ensinar o versículo às crianças, entregue os corações embaralhados e peça-lhes para montarem o versículo. Vence aquele que conseguir montar primeiro e falar o versículo em voz alta. Entregue o prêmio que você preparou ao vencedor. Aproveite e incentive a criança a dividir com os colegas o prêmio, demonstrando o amor ao próximo.

O FILHO DE DEUS É O SALVADOR - LIÇÃO 9 PRIMÁRIOS

Texto Bíblico: Mateus 3.13-17; 4.1-11


O que as pessoas pensavam de João? A maioria pensava que era um herói. Alguns até achavam que poderia ser o Messias (ele foi direto sobre isto – contou-lhes que Jesus era o Messias). Até o governador Herodes, que não gostava da lista de coisas erradas feita, por João das o respeitava (Mc 6.20).

João Batista era um exemplo de bom rapaz. Obedecia a Deus, fazia o que era certo, contava sobre Jesus, ajudava as pessoas a mudar seu modo de ser e tinha uma atitude humilde a respeito de si próprio. Era um bom homem.

Professor, talvez as crianças questionem por que o Espírito Santo desceu sobre Jesus como uma pomba. Dê a seguinte explicação: Uma vez que o Espírito Santo não possui corpo, Ele tomou uma forma que as pessoas pudessem ver. A forma de pomba foi uma ótima escolha, porque sempre que as pessoas avistavam uma pomba pensavam em paz e pureza – e é exatamente isto que o Espírito Santo traz às pessoas.

Depois que Jesus deixou a terra, enviou o Espírito Santo para viver aqui em seu lugar. Mas agora, em vez de tomar uma forma especial para que o vejamos, o Espírito Santo vive dentro dos cristãos. Quando uma pessoa confia em Jesus Cristo como Salvador, o Espírito Santo passa a viver dentro dela.

Texto adaptado da: Bíblia do Adolescente, Aplicação Pessoal. pp1160,1211. Rio de Janeiro: CPAD,2006


Boa ideia


Você vai precisar de tubos de papelão, cartolina branca, papel crepom branco, cola branca, tesoura, canetas hidrográficas, cartolina amarela e lástex.

Procedimento:

1º Na cartolina branca desenhe e recorte um par de asas.

2º Entregue os tubos de papelão para as crianças, e peça para elas encaparem com o crepom branco e desenharem os olhinhos da pomba (no inicio do tubo).

3°Solicite as crianças para desenharem e recortarem o bico da pomba na cartolina amarela.

4º Ensine as crianças a colarem as asas e o bico da pombinha no tubo.

5º Com o auxílio da agulha, perfure o tubo de papelão e as asinhas para passar o lástex.

Ao fazer o movimento do ioiô com o lástex, as crianças terão a sensação de que a pombinha está batendo asas.

JESUS E A MULHER SAMARITANA - LIÇÃO 9 JARDIM DA INFÂNCIA

Texto Bíblico: João 1.35-51


I - De professor para professor

· Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que Jesus ama a todos sem distinção.

· A palavra-chave deste domingo é “Sede”. No decorrer da aula diga: “Jesus é a água da vida”.

II – Saiba Mais

“O que H²O pode fazer pelo seu corpo, Jesus pode fazer por seu coração. Lubrificá-lo. Umidificá-lo. Amolecer o que está ressecado, limpar o que está enferrujado. Como? Como água, Jesus vai aonde não podemos. Jogue uma pessoa contra a parede, e seu corpo bate e cai. Jogue água contra uma parede, e o líquido se adapta e se espalha. Sua composição molecular dá muita flexibilidade à água: em um momento se espalha e se infiltra em uma rachadura; em outro, se une e faz um estrondo ao cair em uma cachoeira. A água vai aonde não podemos. Assim é Jesus. Ele é espírito e, embora tenha um corpo, não está limitado por esse corpo. Jesus passa pela garganta de sua alma, limpando o medo, expelindo a tristeza. Ele faz por sua alma o que a água faz por seu corpo” (LUCADO, Max. Quem tem sede venha. 1ªed. P 25. Rio de Janeiro: CPAD, 2006).

III – Conversando com Professor

Envolvimento ativo, as crianças aprendem melhor fazendo – usando os cinco sentidos. Aprender requer o envolvimento ativo na lição. As envolvidas em fazer suas próprias descobertas experimentam maior retenção. A participação conduz a mudanças de atitude que, por sua vez, motivam os alunos a aplicar a Bíblia em sua vida.

Trecho extraído do livro: Manual do Ensino para o Educador Cristão

IV – Sugestão

Você vai precisar de papel pedra, potes plásticos (margarina, iogurte ou latinhas de extrato de tomate), cola branca, palitos de picolé, canetas hidrográficas.

Recorte o papel pedra em pequenos retângulos, e depois peças as crianças que colem-no em volta do pote. Una três palitos de picolé (formando a letra C) e fixe no potinho (ficara parecido com um poço). Escreva o versículo do dia. Entregue as crianças e repitam a frase: “Jesus é a água da vida”


Sugestão II: Para colorir.

poço

A HISTÓRIA DAS SEMENTES -LIÇÃO 9 MATERNAL

exto Bíblico: Mateus 13.1-23

I - De professor para professor

· Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança aprenda a ter um coração preparado para receber a Palavra de Deus.

· A palavra-chave deste domingo é “Semente”. No decorrer da aula diga: “Eu semeio a Palavra de Deus”.

II - Saiba Mais

O semeador é aquele que espalha as sementes, e apenas isso. Ele não precisa se preocupar com o preparo, o cultivo da terra ou da plantação. Depois da semente lançada, a sua responsabilidade termina e então,o agricultor entra em ação. O lavrador que cuidará da planta é o nosso Deus (João 15.1). Jesus declarou que o homem da parábola “saiu a semear”. Ele não escolhia o lugar, simplesmente espalhava a semente. Da mesma forma é você!

Você é um semeador do Reino de Deus. A semente que está em suas mãos é as Boas-Novas de salvação, a Palavra de Deus. Todo cristão tem a responsabilidade de espalhar “semente”. O bom semeador do evangelho, além de ler, estuda e conhece a Palavra de Deus, a boa semente; e então a semeia.

III - Conversando com o professor

Para o professor é indispensável conhecer não somente a sua matéria, mas também seu campo de aplicação, que é o aluno. O semeador deve conhecer o terreno onde vai semear, e também como lançar a semente. O aluno é a matéria prima da Escola Dominical. O professor, se quiser ter êxito no ensino, deve estudar não só a lição, mas também o aluno. Conhecendo melhor o aluno isoladamente e no grupo, o professor planejará e aplicará o ensino adequadamente.

Extraído do livro: Manual da Escola Dominical, CPAD

IV – Sugestão

Você vai precisar de sementes de girassol, cola branca, desenho de girassol e giz de cera.

Desenhe um bonito girassol, peça as crianças para colarem as sementes na flor (centro) e explique que o girassol nasce daquelas sementes.

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

PAULO,UM MODELO DE LÍDER SERVIDOR.LIÇÃO 7 JOVENS E ADULTOS


Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 6.1-10


Introdução

I. Paulo se identifica como servidor de Cristo (6.1,2)

II. A abnegação de um líder-servidor (6.-10)

III. As armas de ataque e defesa de um líder-servidor

Conclusão

Palavra-chave:
liderança e serviço


I. Paulo se identifica como servidor de Cristo (6.1,2)

• Professor, pergunte aos alunos: “Vocês estão ávidos por servirem a Deus?” Ouça com atenção. Depois, diga que atualmente muitos querem exercer liderança, mas poucos querem servir ao Mestre. Paulo foi um homem que serviu ao Senhor. Ele tinha em seu corpo e em sua alma as marcas do seu apostolado (Gl 6.17).

Explique aos alunos que “Jesus foi o exemplo de servo, e demonstrou sua atitude servil a seus discípulos. Leia com atenção João 13.1-17. Lavar os pés dos convidados era um serviço que o criado da casa deveria realizar, quando os convidados chegassem. Mas Jesus cingiu-se com uma toalha, como os escravos deveriam fazer, e lavou e enxugou os pés de seus discípulos. Se Ele, que era o Deus encarnado, estava disposto a servir, nós, seus seguidores, também devemos ser servos dispostos a trabalhar de maneira que o glorifique. Você está disposto a seguir o exemplo de Cristo sobre servir? Há uma bênção especial para aqueles que não apenas concordam que o serviço humilde faz parte dos ensinamentos de Cristo, mas que também seguem Jesus e praticam as mesmas obras que Ele (Jo 13.17). Jesus dizia que, para ser um líder, uma pessoa deveria ser um servo. Este não é um ensino confortável para os líderes que consideram difícil servir as pessoas que ocupam posições inferiores às deles” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 1445,1446).


• Pergunte aos alunos: O que significa ser um líder-servirdor? Explique que “ser um líder servidor significa ser parecido com Jesus. Precisamos aprender com Ele a lidar com as pessoas, cuidar dos necessitados, dar exemplo para outros líderes iniciantes.

[...] Um líder servidor é humilde e compreensivo e não busca sua própria glória, não se empolga pelos elogios nem entra em desespero com as críticas. Ele busca o equilíbrio emocional e espiritual. Não cultiva vaidade nem se desespera diante dos opositores. Jesus lavou os pés de Judas. Pense nisso e aprenda que um líder servidor é aquele que é capaz de lavar os pés até do traidor. É um líder capaz de perdoar as fraquezas dos liderados e dos adversários. [...] Um líder servidor é servo dos demais sem nenhum demérito” (FERREIRA, Israel Alves. As Emoções de um Líder: Como Administrar as Suas Emoções. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2009. p.79).

• Observe alguns dos obstáculos que impedem o líder de ser um líder-servidor:

a) O orgulho. Exagerada apreciação de si mesmo, altivez, arrogância (Rm 12.3).

b) Autopromoção. Vangloriar-se, assumir todo o mérito, exibir-se, dominar a conversa, exigir toda a atenção.

c) Medo. Insegurança quanto ao futuro gera uma auto-proteção patológica.

d) Auto-proteção. Esconder-se atrás da posição, sonegar informação, intimidar os outros, acumular prestígio e rendimentos, desencorajar reações sinceras (FERREIRA, Israel Alves. As Emoções de um Líder: Como Administrar as Suas Emoções. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2009. p.79.

II. A abnegação de um líder-servidor (6.-10)

• “Paulo recomenda o seu ministério, primeiramente, na muita paciência. Esta qualidade, muito ressaltada por Jesus (Mt 10.22) e certamente significativa para Paulo, coloca-se no topo de três grupos de provações. O primeiro grupo, no versículo 4, apresenta os sofrimentos de Paulo em termos gerais. Eles podem se referir àquelas dificuldades que são independentes do agente humano, e incluem aflições, todas as experiências de pressão física, mental ou espiritual que talvez possam ser evitadas; necessidades, que não possam ser evitadas; e angústias, das quais não é possível escapar.

O segundo especifica os sofrimentos em particular que são infligidos pelos homens. Paulo se esforça para recomendar a si mesmo como um servo fiel de Deus ‘mostrando a suprema paciência entre’ açoites, prisões e tumultos. O terceiro consiste daquelas disciplinas que ele impôs a si mesmo para a proteção da sua missão: nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns. O grande apóstolo, para o bem do evangelho, frequentemente:

1. Cansava-se até o ponto de exaustão;

2. Diminuía as suas horas de descanso para dedicar mais tempo ao ministério da Palavra e à oração.

3. Negligenciava as suas refeições quando o trabalho era urgente. (Comentário Bíblico Beacon. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 438).

• “Em meio a todos os sofrimentos, Paulo continuou cultivando qualidades de pureza, inclusive a sinceridade, como também a integridade nas questões financeiras; ciência, especialmente no seu modo de levar as pessoas ao conhecimento de Deus pelo Evangelho; longanimidade, usando de autocontrole em lidar com pessoas difíceis e circunstâncias difíceis; e benignidade, como benignidade, paciência e longanimidade de Deus (cf. Rm 2.4)” (HORTON, Stanley M. I e II Coríntios: Os Problemas da Igreja e Suas Soluções. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 215).

Extraído de:
HORTON, Stanley M. I & II Coríntios. 1 ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2003, p. 203.

FERREIRA, Israel Alves. As Emoções de um Líder: Como Administrar as Suas Emoções. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2009.

Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro, CPAD.

Comentário Bíblico Beacon. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD.

PREPARE-SE PARA AS GUERRAS.LIÇÃO 7 JUVENIS

Texto Bíblico: Mateus 24.6-8; 1 Samuel 17.40


Professor o tema da lição deste domingo é Preparando-se para as guerras, escolhemos para tema no subsídio a Guerra contra a nossa carne. Seguindo a advertência dada pelo próprio Cristo ”Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26.41).

“Cristo não irá guardar-nos se nos colocarmos descuidada e temerariamente no caminho da tentação” (F.B Meyer).

Tem você vigiado? Tem orado constantemente? Lembre-se: Não se pode brincar com o pecado; ele não é um brinquedo: é uma serpente prestes a dar o bote contra os incautos (Gn 4.1).

Se orarmos e vigiarmos, jamais seremos vencidos pela carne.

O apóstolo Paulo em sua carta aos crentes da Galácia os advertiu a andarem em espírito: “Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne” (Gl 5.16). Quem anda no Espírito Santo, não cumpre a concupiscência da carne; e não as cumprindo, como haverá de ceder às tentações?

Ainda que cercados de fraquezas, é-nos possível vencê-las se confiarmos na graça divina. Fragilizados como Adão e Eva? Eliminemos a concupiscência dos olhos. Assediados pela luxúria como Davi? Não há por que dar tréguas à concupiscência da carne. Tentados pelo orgulho ou pelo humano poder, como foi Salomão? Deitemos por terra a soberba da vida.

VENÇA A PREGUIÇA.LIÇÃO 7 ADOLESCENTES

Texto Bíblico: Provérbios 6.6-11;10.4-5


Energia e Cansaço

Uma consequência importante do crescimento acelerado é a alternância de períodos de energia e cansaço. Às vezes, adolescentes estão explodindo de disposição e não conseguem ficar sentados por dois minutos. Outras vezes, estão tão cansados que não conseguem fazer nada, mesmo após uma noite de dez a doze horas de sono. Não é incomum que essas alternâncias entre energia e cansaço aconteçam dentro de uma ou duas horas.

Assim como os bebês, eles dormem e comem muito, pois tanto crescimento requer bastante energia e pode deixá-los esgotados. Apesar de serem mais velhos, necessitam de mais tempo de sono do que precisavam quando menores. Podem parecer preguiçosos, mas, na verdade, sua resistência está baixa.

Saiba diferenciar preguiça de cansaço.

Nessa faixa etária, gincanas e jogos competitivos são apreciados por eles. Eles são uma excelente mão-de-obra na Casa de Deus.

Professor, sempre respeite o limite deles e, lembre-se que eles alternam: energia/cansaço.

Boa Ideia


Planeje com a classe o encerramento do trimestre, não pense que estamos tão longe dele. Tudo que é bem planejado tende a não ter grandes falhas.

O termino do trimestre é próximo a páscoa. Pensem juntos em uma apresentação sobre a páscoa na Escola Dominical. Ex. Uma peça, uma exposição, uma música, etc.

Segue modelo de teste bíblico que poderá ser aplicado ao final da aula.



Aluno:________________________________Nota:____

1° Trimestre de 2010 - Lição 07 - Vença a preguiça!

1 - Assinale a alternativa que não é sinônimo de preguiça:
a) Ociosidade
b) Negligência
c) Moleza
d) Pobreza
e) Fadiga

2 - Sobre os conselhos acerca da preguiça em Pv 6.6-11, não se pode afirmar que:
a) A formiga é um exemplo de trabalho, esforço, perseverança mesmo passandopor riscos de morte por causa do trabalho.
b) A pobreza (causa da preguiça) em Pv 20.13 tem relação com o que está escritoem Pv. 6.10,11.
c) O preguiçoso é aquele que fica em todo tempo tosquenejando, deitado.
d) A preguiça só é o resultado de muito trabalho, por isso Salomão deu o exemploda formiga.
e) O conselho de Salomão é que vamos de encontro com a formiga e com issosejamos sábio.

3 - Considere as proposições seguintes:
I - O trabalho é visto na Bíblia como algo cansativo, mas devemos trabalhar para onosso sustentar e também para ajudar os necessitados, é o que vemos em l Ts 3.10, Ef4.28.
II - Todo o preguiçoso deixa para fazer amanhã o que é para ser feito hoje, está sempredesanimado e arruma milhões de desculpas para não trabalhar.
III - O descanso humano é errado pois o próprio Deus disse que trabalha a todo tempoé o que está registrado em Jô 3.17.

De acordo com as sentenças acima, pode-se afirmar que:
a) I é Falsa
b) II não é Falsa
c) I e II são verdadeiras
d) Todas são verdadeiras
e) Todas são falsas

4 - A palavra de Deus fala sobre a preguiça e o trabalho é o que vemos em Pv 13.4,Pv. 20.4, l Ts 3.10, Ec 5.19, Pv. 21.25. Marque a alternativa que corresponde àordem corretas das referências acima citadas.
a) Alma preguiçosa - O preguiçoso mendigará - recusa-se a trabalhar - não coma
- trabalho dom de Deus.
b) Alma preguiçosa - o preguiçoso mendigará - não coma - recusam-se a trabalhar
- trabalho dom de Deus.
c) Alma preguiçosa - o preguiçoso mendigará - não coma - trabalho dom de Deus -recusa-se a trabalhar.
d) Alma preguiçosa - trabalho dom de Deus - não coma - recusa-se a trabalhar - opreguiçoso mendigará.
e) Alma preguiçosa - o preguiçoso mendigará - não coma - trabalho dom de Deus
- recusa-se a trabalhar.

5 - Complete:
a) Para vencer a preguiça é necessário___________ bem durante a noite, só
assim acordaremos com disposição.
b) Uma_________ saudável em nutrientes nos darão forças física e ficaremos
dispostos.
c) Através da_____________ Deus nos ajudará sempre a realizar as tarefas do
dia-a-dia é o que vemos em Mt 7.7.

Reflexão
Era uma vez quatro personagens: Todo o mundo, Alguém, Qualquer um e Ninguém.
Havia um grande trabalho a ser feito e Todo o mundo tinha certeza que Alguém o faria.
Qualquer um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez. Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo o mundo.
Todo o mundo pensou que Qualquer um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo o mundo deixaria de fazê-lo.
Ao final, Todo o mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer um poderia ter feito... (Autor desconhecido)


AUTOR DO QUESTIONÁRIO: JOSEMAR FEITOSA.


VOCÊ TEM SEU VALOR.LIÇÃO 7 PRÉ-ADOLESCENTES

Texto Bíblico: Juízes 6.11,12,14-18

Duas emoções típicas da adolescência são os sentimentos de inferioridade e a insegurança. Em razão de todas as mudanças que estão acontecendo em seu corpo, o adolescente torna-se muito acanhado. Ele sempre pensa que ninguém o entende – especialmente seus pais. Enfrenta momentos em que não se sente bem-aceito pelo mundo inteiro – inclusive pelo seu melhor amigo – e se acha totalmente sem valor.

A falta de compreensão sobre as mudanças físicas e intelectuais trazidas pela puberdade conduz a esses sentimentos de inferioridade. Ao comparar-se com os outros os adolescente pensa que não é tão bom ou digno quanto eles. Para encobrir esses sentimentos, acaba desenvolvendo um comportamento dominador, espalhafatoso ou petulante. Ele pode retrair dentro de uma carapaça ou tornar-se o chefe da classe. Ou pode disfarçar uma postura de tédio e falsidade que desafia qualquer um a lhe dar aula ou oferecer ajuda.

Professor pergunte aos adolescentes se eles já pararam para pensar porque Deus se dedica tanto a nós? Espere as respostas. Explique que nossa existência poderia ser medíocre. Deus poderia ter deixado o mundo sem forma e cinza; nós nunca saberíamos a diferença. Mas não foi isso que Ele fez.

Ele jogou a cor laranja no nascer do sol e pintou o céu de azul.

E se você gosta de ver o voo dos gansos poderá observar isto também.

Teve Ele de fazer a bela cauda do esquilo?

Foi Ele obrigado a fazer o canto dos pássaros?

E a forma engraçada como as galinhas ciscam ou a majestade do trovão quando emite seu som?

Por que dar cheiro à flor? Por que dar sabor aos alimentos? O Senhor Deus fez tudo isso, porque nos ama. E a maior prova desse amor, é a nossa salvação em Cristo Jesus.


JESUS É BATIZADO. LIÇÃO 7 JARDIM DA INFÂNCIA

Texto Bíblico: Marcos 1.4-11


I - De professor para professor

· Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que obedecer a Jesus é a melhor atitude.

· A palavra-chave deste domingo é “Batizar”. No decorrer da aula diga: “Jesus foi batizado”.

II – Saiba Mais

No Antigo Testamento, muitos eram os rituais estabelecidos por Deus e observados por seus servos fiéis. Sabemos, no entanto, que todos aqueles ritos tinham a função de apontar para o que Cristo haveria de fazer pela humanidade: oferecer-se a si mesmo em sacrifício por nós. Ao morrer em nosso lugar, e ressuscitar ao terceiro dia, o Senhor Jesus aboliu todos aqueles rituais. Uma vez que o sacrifício perfeito – Cristo – fora oferecido, aqueles perderam a razão de ser. Entretanto, dois cerimoniais foram ordenados por Jesus à igreja, como símbolos daquilo que Ele efetuou por nós e de nosso relacionamento com Ele: o batismo em águas e a Santa Ceia.

O batismo nas águas é o cerimonial do ingresso no Corpo de Cristo, e simboliza o início da caminhada espiritual.

Pouco antes de subir ao céu, o Senhor entregou aos discípulos a Grande Comissão: evangelizar os povos, batizando-os, em nome do Pai, Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19).

O batismo é como se fosse uma representação, através do qual a pessoa confessa publicamente que creu em Jesus e foi salva por Ele. O ato da pessoa sendo mergulhada na água significa que a sua velha natureza pecaminosa morreu juntamente com Cristo, e foi sepultada com Ele. Ao ser levantada da água, representa que uma nova pessoa ressuscitou juntamente com Cristo, para viver uma vida (Rm 6.3-6)

Texto extraído do livro: Manual de Integração do Novo Convertido, Rio de Janeiro:CPAD, pp168, 168

III – Conversando com o Professor

Um dos intuitos da Escola Dominical é o de fazer seus alunos, homens e mulheres, verdadeiros cristãos, cujas vidas se assemelhem em palavras e obras ao ideal apresentado em Jesus Cristo, conforme lemos em Romanos 8.20. Vê-se, portanto, que a tarefa do professor de Escola Dominical é da máxima importância e do maior alcance, precisando não somente de conhecimentos da matéria, e da arte de ensinar, mas também de influenciar e orientar o pensamento do aluno, resultando em contínua moldagem do caráter cristão ideal, no sentido moral e espiritual.

Texto extraído do livro: Manual da Escola Dominical, p.120. Rio de Janeiro: CPAD,1997


Sugestões de atividades:(clique na imagem para ampliar)

Batismo de Jesus

Imagem extraida do sementinha Kids

A ARMA SECRETA DE JESUS. LIÇÃO 7 MATERNAL

Texto Bíblico: Mateus 4.1-11

I - De professor para professor

· Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança guarde a Palavra de Deus no coração.

· A palavra-chave deste domingo é “Espada”. No decorrer da aula diga: “A Palavra de Deus é a Espada do Espírito”.

II - Saiba Mais

A nossa primeira atitude em relação à Bíblia é amá-la como a inspirada Palavra de Deus. Declarar como o salmista todo o nosso amor às Escrituras: ”Oh quanto amo a tua lei; é a minha meditação em todo o dia” (Sl 119.97).

Se realmente amamos a Palavra de Deus, ser-nos-à insuportável ficar um dia sem que a estudemos; sua leitura é essencial à vida moral e à espiritual. Aliás, declarou Moisés aos israelitas que nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra suscitada da boca de Deus.

Por que a Bíblia é-nos tão imprescindível? Como todos ansiamos ouvir a voz de Deus, voltamos ao seu Livro, pois neste, acha-se Ele a consolar, de seu alto e sublime trono, aos quebrantados de corações

Texto extraído do livro, As Disciplinas da Vida Cristã, Rio de Janeiro: CPAD

III - Conversando com o professor

Um dos maiores problemas do ensino nas escolas dominicais, atualmente, independentes de faixa etária, é a inadequação dos métodos de ensino. Os métodos (quando são usados) são escolhidos sem objetivar o aluno e sua transformação de vida.

O professor deve ser criterioso ao escolher o método que irá usar em sua classe. Cada situação especifica requer um método apropriado. Devem ser avaliadas todas as vantagens e desvantagens de aplicá-lo.

Texto extraído do livro Abordagens e Práticas da Pedagogia Cristã, CPAD

IV- Sugestão

Você vai precisar de cartolina vermelha, caneta hidrográfica preta, tesoura, cola branca e desenho de Bíblia.

Desenhe e recorte na cartolina corações conforme o modelo:


Na frente escreva: “Com ela guardada em meu coração eu venço o inimigo”. Na parte interna (segundo coração, desenhe uma Bíblia. Entregue um para cada criança







SUGESTÃO DE ATIVIDADE PARA LIÇÃO 7 DE JUNIORES

Click sobre a imagem para vê-las maior e depois em salvar como.
Minha sugestão é montar uma maquete, fantoches de vareta ou uma caixa surpresa (vc pinta todas as figuras e conforme for contando a história tira a figura e mostra para as crianças).

Exemplos:
Figura 1 - Certo homem devia uma grande soma de dinheiro ao rei. Um dia no castelo quando o rei estava examinando suas contas para ver quem lhe devia, verificou que um de seus empregados lhe devia muito, muito dinheiro. Então mandou chamá-lo.

Figura 2 - O rei disse ao homem: -Sua dívida está muito grande. Já ultrapassa a dois milhões de moedas de prata...

Figura 3 - O empregado, humildemente disse: Meu rei, eu não tenho dinheiro suficiente para lhe pagar. Então disse o rei, que sejam vendidos a sua esposa e seus filhos como escravos, sua casa e tudo o que você tem para pagar o que me deve.
Figura 4 - Então o empregado ajoelhou-se diante do rei e disse: Tenha misericórdia e paciência e eu lhe pagarei tudo. O rei sabendo que ele não tinha como pagar a sua dívida, teve pena dele e o perdoou. O empregado levantou-se feliz. Saindo da presença do rei encontrou um amigo de trabalho que lhe devia uma pequena quantia de dinheiro. E sabem o que ele fez? Ele agarrou o seu companheiro pelo pescoço, sacudiu-o e disse: - Pague o que me deve! (Agora coloque a figura 3segurando no pescoço da figura 5)
Então o seu companheiro se ajoelhou e pediu que ele tivesse paciência, que ele iria pagar. Mas, ele não aceitou...
Figura 6 - ... e mandou prender o companheiro na cadeia até que ele lhe pagasse a dívida.

Quando o rei soube da atitude malvada do seu empregado, chamou-o e disse:- Empregado mau! Você me devia milhões em prata e me pediu para que tivesse misericórdia de vc e eu lhe perdoei tudo o que me devia. Entãoi porque você não fez o mesmo com seu companheiro?

Figura 7 e 8 - Muito zangado o rei chamou o soldado e mandou prender aquele empregado malvado que não foi benigno com seu companheiro.

Extraído do blog drikids
Sugestão:você também pode levar para sala e confeccionar junto com seus alunos após a explicação da lição

JESUS ENSINA SOBRE O PERDÃO. LIÇÃO 7 JUNIORES


Texto Bíblico: Mateus 18.21-35


A lição da Parábola do Credor Incompassivo, é que o perdão dilui todo o obstáculo emocional negativo quando estamos dispostos a reconhecer que, antes de cobrar a dívida dos que nos devem, temos uma dívida impagável com Deus.

Ao perdoar alguém que nos ofende, devemos fazê-lo de coração, pois o perdão é um dos elementos vitais para a sobrevivência, indispensável para termos uma vida saudável, física, moral e espiritual.

Como já é de seu conhecimento que Pedro perguntou ao Mestre, quantas vezes deveria perdoar o seu irmão. Cristo respondeu que deveria perdoar setenta vezes sete. Essa matemática apresentada por Jesus como resposta a pergunta de Pedro, viria a revolucionar os sistemas de valores morais e espirituais existentes. A tradição estabelecia três ou sete vezes a quantidade para o perdão. Jesus quebrou a matemática legalista dos judeus e, numa linguagem hiperbólica, falou em setenta vezes sete, para indicar um número ilimitado para a capacidade de perdoar o ofensor.

FERREIRA, Dâmaris.
et. al. Revista de Pré-Adolescentes: As Parábolas de Jesus, 2º Trimestre 2010. CPAD


Boa ideia!


Você vai precisar de cartolina branca, caneta hidrográfica vermelha e tesoura.

Recorte quadrados de cartolina branca e entregue as crianças. Solicite que eles escrevam o versículo do dia nos quadrados. Depois peça que elas entreguem esse cartão há alguém que elas acreditam que precisam pedir perdão.

PRESENTES PARA O SALVADOR - LIÇÃO 7 PRIMÁRIOS

Texto Bíblico: Mateus 2.1-23


Sabemos pouco sobre os “três magos” que foram ver o bebê Jesus. Na verdade o pouco que sabemos vem da lenda, não das Escrituras. A despeito do que você pode ter ouvido, não sabemos seus nomes. Ainda que digamos que eram três, a Bíblia nunca diz quantos eram somente que eles deram três presentes. Eles foram ver Jesus algum tempo depois de nascido. Eles avistaram uma estrela no Oriente, a seguiram, pois sabiam que ela anunciava o nascimento do Messias. Os presentes dos Magos eram ouro, incenso e mirra. A providência divina os mandou como socorro oportuno para José e Maria, em sua atual condição de pobreza. Assim nosso Pai celestial, que sabe de que necessitam seus filhos, usa alguns como mordomos para suprir a necessidade dos demais e dar-lhes o provimento desde os confins da terra.


Boa ideia


Você vai precisar de caixas de papelão, papel de presente, fitas colorida, tesouros e fita adesiva.

Peça às crianças para, escreverem nome de Jesus e enfeitá-lo com purpurina ou cola colorida.
Depois elas devem colocar o “nome de Jesus” dentro da caixa e encapar com o papel de presente e as fitas coloridas.

Elas devem escolher um amigo não crente e entregar a caixa. Depois eles devem explicar que o que tem dentro da caixa é o melhor presente que Deus poderia ter nos dado.


Bibliografia:

HENRY,Matthew. Comentário Bíblico. Rio de Janeiro:CPAD,2002.

KENDRICK,Michael. 365 Lições de Vida Extraídas de Personagens da

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

PREPARE-SE! LIÇÕES BÍBLICAS SEGUNDO TRIMESTRE DE 2010

No 2º trimestre de 2010 a Lição Bíblica de Jovens e Adultos da CPAD terá como tema "Jeremias, Esperança em Tempos de Crise", e será comentada pelo pastor Claudionor de Andrade. Os temas dos estudos semanais serão os seguintes:

1. Jeremias, o profeta da esperança
2. Os perigos do desvio espiritual
3. Anunciando ousadamente a Palavra de Deus
4. Chorando aos pés do Senhor
5. O poder da intercessão
6. A soberania e a autoridade de Deus
7. O cuidado com as ovelhas
8. O poder da verdadeira profecia
9. Esperando contra a esperança
10. O valor da esperança
11. O dilema de um jovem
12. A opção pelo povo de Deus
13. Esperança na lamentação
Extraído do Pr Altair Germano

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

SUGESTÃO DE PLANO DE AULA


Uma aula bem organizada começa com um bom plano de aula o exemplo aqui apresentado inclui elementos que a maioria dos professores precisa para preparar uma aula bem organizada.
Extraído do livro de David Merkh e Paulo frança da Editora Hagnus.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

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LEITORES FUNCIONAIS



Com a correria do dia-a-dia, muitos de nós acabamos adquirindo o hábito de fazermos nossas atividades às pressas, sem dedicar-lhes um tempo adequado, ou mesmo um momento de maior concentração. É o caso da leitura. Com a “desculpa” da falta de tempo, muitos têm abdicado dessa preciosa ferramenta na aquisição de conhecimento. Alguns, até folheiam páginas, mas não refletem sobre o que as palavras diante de seus olhos tentam lhe dizer.
Esse problema é vivenciado em todas as esferas da sociedade e atinge também os alunos da Escola Dominical. Ciente de seu papel, que ultrapassa a esfera das aulas dominicais, o professor de ED pode e deve auxiliar sua classe e trabalhar para tornar seus alunos leitores funcionais.
Leitor funcional, como explica o autor do artigo de capa desta edição, é aquele que, ultrapassando as fases primárias e mecânicas da leitura, é capaz de extrair o máximo proveito de um livro e de dialogar com o texto.
Em resumo, é aquele leitor que ama a literatura de qualidade, que investe momentos precisos do dia para se dedicar ao hábito, que tem interesse e curiosidade em expandir conhecimento e, que, acima de tudo reconhece o valor que a leitura pode proporcionar em sua vida.
Citando Edmund Burke, em um dos momentos do artigo, o autor do texto destaca que “ler sem refletir assemelha-se a comer sem digerir”. Se você tem agido assim, aproveite o início do ano para refletir sobre essa postura e mudar procedimentos. Que tal começar já?
Extraído do site da CPAD

ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com