
APÓS APRESENTAR A LIÇÃO VOCÊ PODE SUGERIR AOS SEUS ALUNOS COLORIREM O DESENHO ABAIXO.

Texto bíblico: Provérbios 1.10-16; 4.14-27
Explique aos alunos que às pessoas más exercem zelo para seduzirem as demais, a fim de levá-las às sendas do destruidor, e os pecadores amam a companhia para pecar. Porém, terão muito pelo que responder. Quão cautelosos devem ser os jovens! Não consintamos nem falemos como os ímpios falam, nem ajamos como eles agem, nem tenhamos comunhão com eles. O caminho dos homens maus parece agradável e o mais próximo para conseguir alguma finalidade; porém, é um caminho mau e terminará mal; se amas o teu Deus e a tua alma, evita-o. Não foi dito: mantenha a distância devida, mas: mantenha uma grande distância; nunca penses que podes chegar suficientemente longe disto. O caminho do justo é luz. Cristo é o seu caminho e Ele é a luz. Os santos não serão perfeitos até que cheguem ao céu, mas ali brilharão como sol em sua força. |

Texto Bíblico: Lucas 10.1,17-20
E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam (Lc 10.17). Eles estavam, maravilhados com o poder miraculoso que lhes fora permitido exercer. Estavam jubilosos com a lembrança de suas realizações. Mas Jesus lhes mostrou que sua alegria não era correta, pois tinha o foco errado. Entretanto, Ele não os repreendeu por sua alegria ao verem o reino de Satanás sofrer perdas.
Cristo os advertiu para não fazerem do poder sobre os demônios ou do sucesso no ministério, uma fonte fundamental da sua alegria. Devem alegrar-se, sim, por estarem redimidos do pecado e destinados ao céu (Mt 7.22,23).
Boa ideia!
Você vai precisar de papel ofício, caneta hidrográfica, giz de cera branco e lápis de cor.
No topo da folha escreva: Este nome tem todo o poder.
Com o giz de cera branco escreva o nome Jesus.
Entregue uma folha para cada criança e peça a eles para pintarem a folha com o lápis de cor deitado. Gradativamente o nome Jesus aparecerá.
Obs. Este trabalho deve ser feito no início da aula.
Leitura Bíblica em Classe “Bendito seja o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das Misericórdias e o Deus de toda consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiveram em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolado de Deus” (2 Co 1.3-7). Paulo dirige-se primeiro a Deus, louvando-O enquanto reconhece que Jesus humilhou-se em sua encarnação, e o chamou de Deus, como também de Pai. Visto que Paulo estava muito transtornado por não encontrar Tito em Trôade (2 Co 2.13), ele precisava de consolação, ou seja, encorajamento, incentivo, ânimo. A palavra “consolação” e seus derivados aparecem dez vezes nos versículos 3 a 7 (num total de vinte e nove vezes em 2 Coríntios). Todas derivam da raiz grega parakaleo, que tem a ideia de ajuda e encorajamento. Deus é a fonte, e o doador de todo tipo de encorajamento e ajuda (Sl 103.2-5,13). O encorajamento de Deus vem primeiro à medida que reconhecemos que Deus é o Pai de Jesus, que é o Cristo (O Messias, “ungido”) nosso Senhor e Mestre. Este reconhecimento dever lembrar-nos que o amor de Deus enviou Jesus a morrer por nós, enquanto ainda éramos pecadores (Rm 5.8,10), mostra também que Deus é o Pai que está cheio de compaixão, como também o Pai ( e a fonte constante) de todos os tipos de ajuda e encorajamento. Podemos depender dEle em todos os nossos problemas, inclusive nas aflições, sofrimentos, angústias mentais, dificuldades, até as perseguições que surgem em nosso caminho. Mas Deus não nos consola para deixar-nos à vontade, nem nos encoraja para fazer com que nos sintamos bem. Paulo sofreu muitíssimo (2 Co 11.16-29;12.10), mas sempre estava pronto a encorajar os outros. Todos que nos cercam hoje têm problemas, aflições e dificuldades. Os cristãos em muitas partes do mundo sofrem tremenda perseguição. Deus nos ajuda e nos encoraja para que ajudemos e encorajemos os outros. Ele quer que nos tornemos canais do que recebemos dEle para outros crentes que tão desesperadamente precisam de ajuda. Fazemos isto por meio da oração, e dos dons do Espírito, prestando ajuda prática onde quer que seja possível. Deus não quer que guardemos para nós o que temos recebido dEle. Da mesma forma que Deus está ao nosso lado para nos animar até mesmo nas provas mais difíceis, assim devemos estar ao lado dos que estão sendo provados. Os sofrimentos de Cristo terminaram quando Ele disse: “Está consumado” (Jo 19.30). Mas as mesmas atitudes que mandaram Jesus para cruz levaram os incrédulos e os falos crentes causarem uma série de sofrimentos a Paulo e seus companheiros, não só em Corinto, mas também na província romana da Ásia (2 Co 1.8-9). Assim, ele podia falar da “comunicação de suas aflições [dos sofrimento de Cristo]” Fp 3.10; Jo 15.20,21; At 14.22; Rm 8.17,18,36; Cl 1.24). Os sofrimentos eram equilibrados pela transbordante consolação e encorajamento que vêm por meio de Cristo. Paulo e sua equipe suportaram todo esse sofrimento e aflição para ganhar as pessoas para Cristo e fundar a igreja em Corinto. O que Paulo queria que os coríntios soubessem era que Deus permite que coisas aconteçam para levar-nos ao nosso extremo, até onde podemos suportá-las, a fim de nos ensinar a confiar nEle. O Deus que ressuscita os mortos não nos abandonará. Ele nos ama e quer que confiemos nEle, (2 Co 1.9). |
Texto bíblico: Provérbios 1.8,9;2.1-5
O texto de Provérbios 1.8,9, instiga o jovem a ser obediente a Deus e a respeitar os seus pais. Nessa forma de proceder, os jovens vão encontrar a melhor proteção contra o mal. Esse caminho – embora não tão atraente e fascinante quanto as seduções do pecado – é o seu melhor caminho na vida. Filho meu (v.8) é um termo carinhoso usado pelo mestre para com o seu pupilo e é usado com frequência em Provérbios. Ouve pode ser melhor traduzido por “obedecer” ou “guardar”. A instrução (treinamento ou disciplina) do teu pai sugere o lugar principal e central do pai no lar judaico (Êx 12.26-28; Dt 6.6-7). Mas o autor acrescenta: e não deixes ou: “não rejeiteis” a doutrina, “os ensinos” ou “orientações”, da tua mãe. Esses ensinos também eram significativos e não eram considerados inferiores aos do pai. Os pais são os primeiros mestres da religião, e as crianças hebréias aprendiam os primeiros passos da sabedoria com os seus pais. As observâncias das instruções dos pais não ficariam sem sua recompensa. Essa conduta ornamentaria a vida do jovem com honra. Ele teria um diadema de graça (uma grinalda graciosa) sobre a sua cabeça e colares (enfeites) para o seu pescoço. É uma referência a adornos usados por reis (Gn 41.42; Dn 5.29). Bibliografia: Comentário Bíblico Beacon, vl 3. CPAD. |
A Escola Dominical deve crescer tanto em quantidade quanto em qualidade.
As escolas que estão sempre crescendo numericamente, geralmente são as que mais se preocupam com a melhoria da qualidade de ensino. Quais os passos necessários para que a Escola Dominical cresça?
1. Localizar o povo.
Os líderes da ED precisam saber onde se encontra a sua população alvo.
É necessário saber quem são e onde estão os alunos em potencial a serem matriculadas na Escola Dominical. Onde está a fonte de novos alunos?
a) Lista de novos convertidos.
Muitos se convertem e não voltam mais à igreja. Precisamos buscá-los!
Os novos convertidos são como crianças recém-nascidas em Cristo; precisam ser recepcionados e identificados imediatamente após a conversão. (Ficha de identificação e triagem)
b) Relação de visitantes na escola e nos cultos da igreja.
c) O rol de membros da igreja.
O rol de membros é uma fonte quase inesgotável. Faça uma campanha com o lema "Cada crente um aluno". O número de matriculados na ED deverá ser maior que o número de crentes no rol de membros da igreja.
d) A comunidade ao redor da igreja.
Faça um recenseamento. Já que o departamento crescerá, os administradores deverão pensar em que direção ele irá crescer.
Faça uma visita ás famílias e convide-as para visitar a Escola Dominical. (Organize uma classe para não crentes.)
2. Promova uma campanha contínua de matrículas.
Existe uma ligação direta entre a matrícula e a presença na ED. Á medida que cresce a matrícula, cresce também a presença.
Para dobrar a freqüência na ED é necessário dobrar a matrícula. (Geralmente, o número de alunos que freqüentam a ED assiduamente, corresponde a metade do número de alunos matriculados.)
a) Que plano de matrícula a sua igreja usa?
Plano de matrícula contrário ao crescimento
· Exigência de um novo aluno assistir à classe durante certo número de domi Desligar qualquer pessoa matriculada que não assista com regularidade à classe.
A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus.
Preparada para revelar verdades espirituais e práticas ao adolescente de 15 a 17 anos, a revista Juvenis, a cada trimestre, se mostra uma útil ferramenta para que eles possam conhecer mais a Palavra de Deus e a si próprios.
Adequada para o adolescente de 13 e 14 anos, a revista Adolescentes, a cada trimestre, dá novos conhecimentos a respeito da Palavra de Deus.
Adequada para o pré-adolescente de 11 e 12 anos, a revista Pré-Adolescentes, a cada trimestre, dá novos conhecimentos a respeito da Palavra de Deus.
Adequada para crianças de 9 e 10 anos, possui ilustrações e vários exercícios que buscam alicerçar o conhecimento e a aplicação da Palavra de Deus na vida do aluno.
Voltada para crianças de 7 e 8 anos, possui várias ilustrações e exercícios que aliam o conhecimento bíblico à alfabetização.
Voltada para a criança de 5 e 6 anos, a revista Jardim da Infância a cada trimestre, por meio de belas ilustrações para pintar, cortar e colar, permite que a criança se familiarize com as figuras que compõe o universo da Bíblia Sagrada.
Produzida para auxiliar aos professores na hora de contar histórias, fazer execícios e atividades coerentes com a idade de 3 e 4 anos.
Produzida para auxiliar aos professores no momento de educar os pequeninos, levando-os a aprender por intermédio da interação com o meio que a rodeia. Dessa forma as dimensões do cuidado relativo à alimentação, ao sono, à higiene, à saúde, à brincadeira, à música, se tornam educativas e muito interessantes!Texto Bíblico: Gênesis 3.1-24
“E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; e esta te ferirá a cabeça, e tu lhes ferirás o calcanhar” (Gn 3.15).
O versículo citado acima contém a primeira promessa implícita do plano de Deus para a redenção do mundo. Prediz a vitória final da raça humana e de Deus contra Satanás e o mal. É uma profecia de conflito espiritual entre a “semente” da mulher (o Senhor Jesus Cristo) e a “semente” da serpente (Satanás e seus seguidores). Deus promete aqui, que Cristo nasceria de uma mulher (Is 7.14), e que Ele seria “ferido” ao ser crucificado, porém, ressuscitaria dentre os mortos para destruir completamente Satanás, o pecado e a morte, para salvar a humanidade ( Is 53.5; Mt1.20-23; Jo 12.31;At 26.18; Rm 5.18,19;16.20; 1 Jo3.8; Ap20.10).
Boa ideia!
Você vai precisar de duas folhas de cartolina, tesoura, régua e caneta hidrográfica.
Antecipadamente, desenhe uma cruz em cada cartolina, dentro da cruz escreva o versículo do dia (Romanos 3.23). Depois, recorte as cartolinas aleatoriamente, fazendo um grande quebra-cabeça.
Após ensinar aos pequenos o versículo do dia, divida a classe em dois grupos e entregue-lhes o “quebra-cabeça”. A equipe que montá-lo primeiro é a vencedora.
Bibliografia: Bíblia de Estudo Pentecostal
Início de mais um ano letivo na EBD e com isso a inclusão de novos alunos então aproveite a primeira aula do ano e faça esta pequena dinâmica de apresentação mesmo os alunos que já frequentam a escola dominical vão gostar de participar.
CESTAS DE FRUTAS
Material:
Uma cadeira para cada participante.
Como Fazer:
1. O animador convida os presentes a sentarem-se formando um círculo e dá a cada um o nome de uma fruta. Os nomes das frutas são repetidos várias vezes.
2. Explica a maneira de fazer o exercício: Conta-se uma história e toda vez que for mencionado o nome de uma fruta, a pessoa que recebeu o nome daquela fruta troca de lugar. Se, entretanto, aparecer na história a palavra cesta, todos mudam de lugar. Como o animador também participa do jogo, uma pessoa permanecerá em pé e fará a sua própria apresentação. A dinâmica será repetida várias vezes, até que todos tenham se apresentado.
Avaliação:
1) Que proveito tiramos do exercício?
2) Como estamos nos sentindo?
A adolescência é um termo relativamente novo para essa fase da vida. A ideia popular e difundida de juventude não começou antes da primeira Guerra Mundial. Foi resultado de três mudanças sociais na América: leis da educação, que ordenaram que as crianças frequentassem a escola até uma certa idade, leis sobre o trabalho infantil que impediam o trabalho de adolescentes em tempo integral; e leis sobre a delinquência juvenil, que distinguiram adolescentes de adultos.
Antes dessas mudanças em nossa sociedade, a adolescência não existia, assim como não existe em muitas culturas ainda hoje. As crianças iam diretamente para a idade adulta quando entravam na puberdade.
Algumas principais mudanças da vida acontecem na adolescência. Por exemplo, o sistema reprodutivo de um adolescente se torna ativo; ele cresce fisicamente para alcançar a forma física do adulto; adquire habilidade para pensar abstratamente; transfere a lealdade antes devotada aos pais para os colegas; desenvolve sua própria identidade, e sua fé em Deus torna-se muito pessoal. Todos os aspectos de seu ser são afetados pela mudança. Essas mudanças começam a surgir no início da adolescência.
Como os adolescentes de hoje enfrentam pressões inacreditáveis, precisam e desejam que os adultos os ouçam e os levem a Deus, que é especialista em situações impossíveis. Uma dessas pessoas importantes pode ser você, professor. Esforce-se em compreender, entender e trabalhar com os adolescentes de uma maneira eficaz.
Bibliografia: JOHNSON, Lin. Como Ensinar Adolescentes: descubra a alegria de trabalhar com eles, pp. 12,13, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD,2003.
Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 1.12-14; 10.4,5
Provavelmente a Segunda Epístola aos Coríntios foi escrita cerca de um ano depois da Primeira. Seu conteúdo está intimamente relacionado com o da primeira epístola. Aqui comenta-se particularmente a maneira como foi recebida a carta que Paulo escrevera anteriormente; esta foi tal que encheu o seu coração de gratidão a Deus, que o capacitou para desempenhar tão plenamente o seu dever para com eles. Muitos mostraram sinais de arrependimento e correção em sua conduta, mas outros ainda seguiam aos seus falsos mestres; e como o apóstolo postergava a sua visita, por não desejar tratá-los com severidade, o acusaram de leviandade e mudança de conduta, de orgulho, vanglória e severidade, e falavam dele com desprezo. Nesta epístola encontramos o mesmo afeto ardente de Paulo pelos discípulos de Corinto, que foi expresso na epístola anterior; o mesmo zelo pela honra do evangelho e a mesma ousadia para a repreensão cristã.
Paulo escreveu essa epístola a três classes de pessoas em Corinto: (1) Primeiro escreveu para encorajar a maioria da igreja que lhe era fiel, como seu pai espiritual. (2) Escreveu para contestar e desmascarar os falsos apóstolos que continuavam a difamá-lo. (3) Escreveu, também, para repreender a minoria na igreja influenciada por seus oponentes e que não acatavam a sua autoridade e correção. Paulo reafirmou sua integridade e sua autoridade apostólica em relação a eles, esclareceu os seus motivos e os advertiu contra novas rebeliões.
II Coríntios têm três divisões principais. Na primeira, Paulo começa dando graças a Deus pela sua consolação em meio aos sofrimentos em prol do evangelho, elogia os coríntios por disciplinarem um grande transgressor e defende sua integridade ao alterar seus planos de viagem. Em 3.1_6.10, Paulo apresenta o mais extenso ensino do Novo Testamento sobre o verdadeiro caráter do ministério. Ressalta a importância da separação do mundo (6.11_7.1) e expressa sua alegria ao saber, através de Tito, do arrependimento de muitos na igreja de Corinto, que antes se desacatavam a sua autoridade apostólica. Nos capítulos 8 e 9, Paulo exorta os coríntios a demonstrar a mesma generosidade cristã e sincera dos macedônios, ao contribuírem na campanha por ele dirigida, a favor dos crentes pobres de Jerusalém. O estilo da epístola muda nos capítulos 10 a 13. Agora, Paulo defende o seu apostolado, discorrendo sobre a sua chamada, qualificações e sofrimentos como um verdadeiro apóstolo. Com isso, Paulo espera que os coríntios reconheçam os falsos apóstolos entre eles, o que os poupará de futura disciplina quando ele lá chegar.
No primeiro capítulo de II Coríntios versículos 12-14, o apóstolo Paulo declara a sua própria integridade e a de seus companheiros de labor. Mesmo como pecador, ele somente podia regozijar-se e gloriar-se em ser realmente aquilo que professava. A consciência testifica acerca do curso e do teor que fazem parte da vida. Por isso podemos nos julgar, e não por este ou aquele ato isolado. Nossa conversão será bem ordenada, se vivermos e atuarmos sob o princípio da graça no coração. Tendo isto, podemos deixar o nosso caráter nas mãos do Senhor, mas usando os meios apropriados para demonstrá-lo, quando o mérito do evangelho ou nossa utilidade assim o exigir.
Bibliografia:
Bíblia de Estudo Pentecostal, Rio de Janeiro: CPAD
Comentário Bíblico Matthew Henry, p.968. Rio de Janeiro: CPAD
Fonte:ensinodominical.wordpress.comOs missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.
Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.
Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.