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sexta-feira, 11 de julho de 2014

O VALOR DO TESTEMUNHO CRISTÃO - LIÇÃO 2 JUVENIS 3º TRIMESTRE 2014


Texto Bíblico: Mateus 5.13-16,20



Hoje, são notórias as pessoas que buscam a coerência entre o que se “diz” e “faz”. Dificilmente alguém se convencerá de algum discurso, sem que este apresente uma dimensão prática do que se “fala”. Nesse aspecto, nunca foi o objetivo do evangelho executar qualquer pregação sem que uma implicação prática na vida humana seja estabelecida e o firme compromisso de exercitar o que está “dito” e “escrito” pelo Senhor seja fielmente cumprido. 
 
Infelizmente, para alguns, a evangelização oral isenta os seguidores de Jesus da preocupação com temas essenciais e contemporâneos do mundo. Mas será que o nazareno desejou apenas a salvação espiritual da humanidade sem diagnosticar as injustiças que a cercam? O meigo nazareno ensinaria sobre a fome e sede de justiça sem que esperasse dos discípulos o real compromisso de executá-la? Testemunhar a fé cristã é muito mais que comunicar oralmente o evangelho, é vivê-la até as últimas consequências. Quem se habilita? 

Sugestão 
Antes de expor sobre a luz, empregue a ilustração:  “Certo homem, resolveu fazer uma surpresa para a esposa e comprou-lhe uma caixa de  jóias.  Ele colocou o presente na mesa, apagou as luzes, pois o comerciante lhe assegurou que a caixa de jóias brilharia no escuro. Infelizmente, não sucedeu o que ele esperava e não pôde despertar a emoção pretendida na esposa. Esta percebeu o desapontamento do esposo, porém nada disse. Mas na  noite seguinte, a esposa colocou a caixa sobre a mesa  e, para a felicidade de ambos, a caixa brilhou intensamente. A esposa, então explicou-lhe: ‘Você se esqueceu de seguir as instruções: Coloque-me no sol durante o dia, que eu brilharei à noite’”  (Natanael de Barros ALMEIDA. Tesouro de Ilustrações, pág 121-122, Edições Vida nova – relato resumido). Agora, vamos à aplicação: quantos de nós  não leem  as instruções da Bíblia Sagrada, quantos não as seguem! E só poderemos ser luz, transmitir a luz, se a recebermos de Jesus!(PORTAL DA EBD)
VOCÊ PODE IMPRIMIR OU AMPLIAR O GRÁFICO A BAIXO(fonte apazdosenhor.org.br)


sábado, 5 de julho de 2014

O SIGNIFICADO DA FELICIDADE - LIÇÃO 1 - JUVENIS - 3º TRIMESTRE 2014


TEXTO BÍBLICO: Mateus 5.3-10
 OBJETIVOS:    Destacar que a verdadeira  felicidade está em obedecer aos preceitos ensinados por Cristo.Explicar  o significado bíblico da bem-aventurança. Descrever o elevado padrão ético-espiritual exposto no Sermão do Monte.
Dinâmica: Caixa da Felicidade
Objetivos:

Estudar sobre as Bem-aventuranças.
Refletir sobre a felicidade passageira e a espiritual.
Material:
- 01 caixa de sapato com tampa
- Digitar estas 10 expressões(o papel deve ser do tamanho da caixa)
Caixa da Felicidade
OS BEM AVENTURADOS
Bem-aventurado os pobres de espírito
Bem-aventurado os que choram
Bem-aventurado os humildes
Bem-aventurado os que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus
Bem-aventurado os misericordiosos
Bem-aventurado os puros de coração
Bem-aventurado os pacificadores
Bem-aventurado os perseguidos por causa de Cristo.
- Papéis ofício branco ou colorido
- 01 coleção de lápis hidrocor
- 01 tubo de cola
- 01 tesoura
- 01 rolo de fita adesiva
Procedimento:
Antes da aula:
- Colar o nome Caixa da Felicidade na tampa da caixa(parte externa)
- Colocar dentro da caixa as expressões digitadas na ordem em que se encontram no item material, isto é, primeiro as bem-aventuranças e em cima delas a expressão OS BEM-AVENTURADOS.
Durante a aula:
- Apresentem a Caixa da Felicidade.
- Falem: Nesta caixa contém formas de felicidade. Vamos conhecer agora algumas destas maneiras de ser feliz.
- Então, peçam para que os alunos falem sobre momentos que eles se sentiram mais felizes.
Aguardem os relatos. Depois escrevam em tiras de papel ofício uma frase ou palavra que representem estes momentos felizes citados pelos alunos.
Colem estas frases e/ou palavras na tampa da caixa(parte exterior).
- Perguntem: Estes momentos de felicidade, que vocês citaram, como eles podem ser classificados, isto é, eles são do aspecto material ou espiritual?
Observem as respostas. Certamente a maioria vai estar no campo material.
- Agora, precisamos abrir a Caixa da Felicidade!
- Então, peçam para que um aluno abra a caixa e retire o primeiro papel e leia para a turma o que está escrito nele: OS BEM-AVENTURADOS.
- Falem: No sermão da Montanha, Jesus apresenta as Bem-aventuranças. Mas o que significa esta palavra?
Depois, falem: A palavra "bem-aventurado” significa: Pessoa muito feliz.
- Agora, Falem: Vamos conhecer quem são as pessoas bem-aventuradas, felizes? Para isto, peçam para que um aluno por vez tire um papel da caixa e leia para turma.
Depois, coloquem no quadro cada expressão e falem: Aqui temos os bem-aventurados. Mas, por que eles são bem-aventurados, felizes?
Estas explicações para cada bem-aventurança devem ser acompanhadas da leitura bíblica de Mateus 5.3 a 12, para que seja lida a complementação do versículo. Procurem utilizar uma linguagem simples e mais próxima da realidade dos seus alunos, de forma que seus alunos compreendam o real significado delas.
- Perguntem: Em que se fundamenta a felicidade apresenta por Jesus? Em bens materiais ou espirituais? Como podemos encontrá-la?
Aguardem as respostas. Elas convergirão para o aspecto espiritual.
- Para concluir, falem: Vamos pensar um pouco sobre esta questão: Por que as bem-aventuranças estavam dentro da caixa?
Aguardem as respostas.
Depois falem: isto nos remete a algo interior, espiritual e que deve ser guardado com cuidado, no sentido de ser preservado para que não se perca o foco da felicidade, que encontramos somente em Jesus.

Por Sulamita Macedo.
Fonte:Blog Atitude de Aprendiz



sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

COMO SURGIU A IGREJA - LIÇÃO 01 JUVENIS - 1º TRIMESTRE 2014


Texto Bíblico: Atos 2.1-4, 37-47.



10 RAZÕES PARA SE ESTUDAR A HISTÓRIA DA IGREJA  

Prezado professor, você iniciará o ano de 2014 ensinando os alunos acerca de um tema importante: A HISTÓRIA DA IGREJA. Compreender como chegamos à forma atual em que conhecemos a Igreja, é fundamental para compreendê-la. Mas, por que estudar essa história? Existem razões concretas para isso? O historiador eclesiástico James L. Garlow, dá pelo menos 10 razões para estudarmos a história da Igreja:   

1. A história da Igreja nos dá entendimento. Como chegamos até aqui? Um estudo do drama responde esta pergunta. Estudar a história pode torná-lo sábio, ainda que você não tenha cabelos grisalhos ou rugas. 

2. O estudo da história lhe apresenta novos amigos. Onde mais você encontraria Agostinho, João da Cruz, Martinho Lutero, John Wesley ou Charles Finney? Apenas quando investiga o drama, você os encontra. 

3. Você toma consciência do preço que foi pago por você! 

4. Você pode evitar as armadilhas e as terras minadas da história. Diz-se que quem não é um estudioso da história está condenado a repetir os mesmos erros. Não se estuda a história para exaltar a tradição. De fato, a tradição não pode escravizar. Como Richard Halverson declara: “A tradição pode ser perigosa. Ela pode não só modificar a verdade, como também substituí-la totalmente”. O estudo da história nos ensina quais tradições estão desaparecendo, quais precisam ser evitadas, e quais são tão cruciais que devem ser preservadas a todo custo.  

5. O estudo da história melhora a nossa eficácia. Você saberá o que funcionou, o que foi efetivo. Mark Shaw disse tudo isto no título de seu livro “Dez Grandes Ideias Tiradas da História da Igreja”. Você pode e deve aprender com a história da igreja.  

6. A história aumenta a nossa tolerância. Você é encorajado a perseverar quando sabe o que aqueles que vieram antes de você toleraram.   

7. A história o inspirará. A informação pode orientá-lo, contudo, a inspiração o faz persistir. O estudo da história pode inspirar. Tenho esperanças de que este o inspire.  

8. A história traz à vida quem está morto. Meu amigo, Harold Ivan Smith, costuma dizer: “Nenhuma pessoa está morta enquanto alguém continua mencionando o seu nome ou contando as suas histórias”. As figuras históricas vivem de novo enquanto narro estes dramas.    

9. O estudo da história torna-o humilde ao ajudá-lo a entender que havia vida antes de você nascer. John Wesley disse certa vez a Adam Clarke: “Se tivesse de escrever a minha vida, começaria antes do meu nascimento”. Quando perguntei a um amigo por que ele deixara uma igreja recém-formada para juntar-se a uma tradicional, com longa herança, ele respondeu: “Porque eu queria pertencer a algo que já existia em 1900!”.  

10. O estudo da história lhe permite viajar sem sair de sua cadeira favorita. Enquanto você lê estas páginas, visita dúzias de nações, muitas casas, igrejas, escolas, palácios – tudo sem sequer sair de casa. Faça uma boa viagem. 

ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com