sexta-feira, 11 de julho de 2014
O QUE DEU ERRADO COM A FAMÍLIA? - LIÇÃO 2 ADOLESCENTES 3º TRIMESTRE 2014
sexta-feira, 4 de julho de 2014
FAMÍLIA PARA QUÊ? - LIÇÃO 1 ADOLESCENTES - 3º TRIMESTRE 2014
Texto bíblico: Gênesis 1.27,28; 2.7,18
sábado, 13 de julho de 2013
A CONDUTA CRISTÃ - LIÇÃO 02 ADOLESCENTES - 3º TRIMESTRE 2013
Texto Bíblico: Daniel 1.4-8
O livro Os Mártires do Coliseu editado pela CPAD, conta a história de vida de Marino que teve uma conduta Cristã passível de elogios e admiração.
Marino era uma criança de aproximadamente 10 anos que professava a fé em Cristo.
Marino foi levado ao prefeito Marciano que o condenou a açoites e ao cárcere por causa de sua fé. Diante do prefeito ele se manteve firme em sua crença em Cristo. Tomado por raiva, Marciano ordenou que o menino fosse fustigado (açoitado). Rapidamente os lictores (oficiais que praticavam torturas) arrancaram a túnica do pequeno e aplicaram-lhe o açoite. Marino não chorou, mesmo sangrando permanecia convicto de sua fé.
Marciano mandou que o levassem para o cárcere, assim poderia pensar em um mecanismo infernal que abalasse o filho do Senador. Após pensar, ele mandou preparar a roda, o fogo, e os demais instrumentos de tortura. Marino foi trazido à presença dele, o menino viu a sua volta todos preparativos para a sua tortura, contudo se manteve firme e convicto de sua fé. Colocaram-no na roda para que o seu corpo fosse esticado e partido em pedaços. Deus viu a fé daquele menino e sua conduta de servo e mandou um raio que destruiu a roda e manteve o menino ileso. Marino levantou-se e apontou para a roda e para o céu, indicando que Jesus era o seu escudo. A ira tomou conta do prefeito que praticou outras torturas contra o menino: um caldeirão em fogo baixo, um forno, as feras (leões, leopardos e tigres). Porém nada adiantou o menino não faleceu, e o que mais lhe irritava era crença de Marino em Cristo que permanecia inabalável. Uma das últimas tentativas de Marciano foi forçar Marino se ajoelhar, adorar e oferecer sacrifícios à estátua de Serapi. Marino se ajoelhou, mas a sua adoração e oração foi ao Deus dos deuses, ao Todo-Poderoso, que ouviu aquela oração e enviou do céu um relâmpago que destruiu a estátua. Todo o povo pensou que veria um menino cristão adorar aquela estátua, porém o que realmente viram foi à glória de Deus.
Maravilhados, professaram que grande era o Deus dos Cristãos. Aleluia!
O Todo-Poderoso ouviu o pedido do menino para livrá-lo das mãos do inimigo, e preparou para ele uma coroa eterna. Marciano decretou a decapitação de Marino, que alcançou o descanso eterno no dia 26 de dezembro, de 284. Marino cumpriu a sua missão, mostrando ao povo que o único Deus digno de adoração e poderoso é Jeová.
O malvado prefeito ainda ordenou que o corpo do menino fosse jogado junto aos cadáveres dos criminosos, escravos e gladiadores do coliseu.
Alguns cristãos foram buscar o corpo o menino, e encontraram guardas vigiando o local. Por providência divina, uma tempestade com raios e trovoadas os afugentou e os cristãos puderam transportar o corpo de Marino para as catacumbas.
Professor, leia o relato acima para seus alunos, a fim de que saibam que permanecer firmes em Cristo, conduzir a sua vida de uma forma cristã é difícil, mas não impossível. O menino desse relato poderia ter negado a sua fé, ele agradaria o prefeito e talvez voltasse para casa, ou sofreria menos, todavia ele sabia que, agradando ao prefeito perderia a salvação em Cristo. Sempre devemos fazer o que certo mesmo que custe a nossa vida
sábado, 6 de julho de 2013
DEUS UM PAI AMOROSO - LIÇÃO 01 - ADOLESCENTES - 3º TRIMESTRE 2013
Texto Bíblico: Daniel 1.3-6
Estamos nesse mundo, mas não somos dele. Devemos ser como Daniel e seus amigos e abster-se das coisas mundanas.
A palavra mundo frequentemente se refere ao vasto sistema de vida desta era, fomentado por Satanás e existente à parte de Deus. Consiste não somente nos prazeres obviamente malignos, imorais e pecaminosos do mundo, mas também se refere ao espírito de rebelião que nele age contra Deus, e de resistência ou indiferença a Ele e à sua revelação. Isso ocorre em todos os empreendimentos humanos que não estão sob o senhorio de Cristo. Na presente era, Satanás emprega as ideias mundanas de moralidade. Amar o mundo corrompe nossa comunhão com Deus e leva à destruição espiritual.
Sugestão de atividade:
Os crentes não devem Os crentes devem
Pertencer ao mundo (Jo 15.19).
Se conformarem com o mundo (Rm 12.2).
Amar o mundo (1Jo 2.15).
Vencer o mundo (1 Jo 5.4).
Odiar a iniquidade do mundo (Hb1.9).
Morrer para o mundo (Gl 6.14)
Ser libertos do mundo
(Cl 1.13;Gl1.4).
quinta-feira, 4 de abril de 2013
UM PAI AMOROSO - LIÇÃO 1 - ADOLESCENTES - 2º TRIMESTRE 2013
Texto Bíblico: Lucas 1.26-35; 2.1-7
O escritor D. A. Carson em seu livro “A difícil doutrina do amor de Deus” traz alguns pensamentos importantes acerca da essência de Deus que é o amor, e que os atos do Filho são todos os atos que o Pai faz. Fique atento ao texto que será lido a seguir e seja grandemente edificado!
“CAPÍTULO 2: Deus é amor”
1 Jo 4.8,16
O apóstolo do amor nos informa que o Pai ama o Filho, um amor manifestado pelo Pai ao mostrar ao Filho tudo o que faz (1 Jo 5.20a). Na verdade, o Pai mostrará ao Filho ‘maiores obras do que estas [o termo ‘estas’ referindo-se, supostamente, às coisas que Jesus havia feito].
Pois assim como o Pai ressuscita os mortos e os vivifica, assim também o Filho vivifica ‘aqueles que quer’ (1 Jo 5.20b,21). Matar e fazer viver é uma prerrogativa exclusiva de Deus. No passado, o Senhor ocasionalmente usou agentes humanos na ressurreição de alguém (por exemplo, Elias).
Jesus é diferente. Devido ao fato do Pai ter-lhe ‘mostrado’ isto, o Mestre ressuscita os mortos como bem quer, assim como o Pai faz.
(...) O povo de Deus não é mais escravo. Neste ponto da história da redenção, a plenitude da revelação de Deus chegou a nós no Filho que foi perfeitamente obediente, e que assim revelou a Deus perfeitamente. Não somos mais escravos (um marcador da história da redenção), mas amigos. E o que trouxe esta mudança é que na plenitude dos tempos Deus enviou se filho ao mundo, e o Filho obedeceu; que o Pai, amando seu Filho, determinou que todos deveriam honrar o Filho da mesma forma que honravam o Pai. E assim Pai e Filho, em perfeita harmonia de planos e visão, na época determinada pelo Pai, desempenharam os seus papéis: o Pai enviando, comissionando, ‘mostrando’, e o Filho vindo, ensinando e revelando o que lha havia sido ‘mostrado’. E, com toda a obediência, indo para a cruz. E, nós, os herdeiros da Nova Aliança, somos imensamente privilegiados em sermos admitidos neste plano estupendo. Somos os amigos de Deus.”
sábado, 26 de janeiro de 2013
QUEM MANDA EM VOCÊ? - LIÇÃO 4 - ADOLESCENTES 2013
Texto Bíblico: Romanos 6.1-14; Provérbios 19.8
Prezado professor, o termo adolescência significa “meio criança” e “meio adulto”. Ela caracteriza-se por mudanças corporais e psicológicas na vida do jovem. Nessa faixa-etária o adolescente ainda não consolidou opiniões próprias e ainda precisa de auto-afirmação e de limites em suas atitudes e ações.
Ele depende da orientação e afeto dos pais, pois precisam ter pessoas que lhes sirvam de referenciais.
A obra literária “Os dez mandamentos da criação dos filhos” do autor Ed Young, editado pela CPAD, deixa claro que os adolescentes estão em fase de adquirir sua própria identidade. Por isso através dessa busca de afirmação da sua identidade os adolescentes, frequentemente, parecem se afastar de seus pais.
Em Primeiro Lugar, ao buscar a identidade própria eles entendem que a sua identidade foi completamente definida pela família. Agora eles querem ser uma “pessoa com identidade própria”. Visto que os pais representam a família e o adolescente quer se afastar de uma identidade determinada pela unidade familiar. O filho se afastará de seus pais! Isso faz parte de seu crescimento. A boa notícia é que se os pais se aproximarem desse estágio com entendimento e habilidade, seu filho retornará para a família, considerando-a como seu ponto fundamental de identificação e origem.
Em segundo lugar, os adolescentes às vezes se afastam de seus pais porque a mãe e o pai representam a infância para o jovem. Quando procuram mudar para a sua própria identidade, os adolescentes também estão tentando avançar para a vida adulta.
Ed Young, ainda ressalta em sua obra, a importância de os pais serem do tipo “pais relacionais”: Pais relacionais cuidam o suficiente para disciplinar os filhos. Esses pais entendem a verdade disciplinar vital de que as regras sem relacionamento produzem rebelião. O amor verbalmente expresso sem dar tempo leva à raiva. Muitos filhos são rebeldes e raivosos porque são criados por pais que não são relacionais.
(...) Os pais relacionais fazem exigências aos filhos, mas explicam os motivos por que as exigências estão sendo feitas. Esses pais levam em conta o diálogo, para que o filho seja capaz de expressar a sua opinião. Boa aula!COMO
Como os adolescentes vivem lutando por sua independência, porque não deixá-los que se independam desde cedo, na manhã (ou que comecem desde a manhã de forma independente)? Chamá-los apenas uma vez. Se voltarem a dormir e como resultado disto, perderem alguma atividade importante, logo aprenderá a lição. Deste modo, a família evita uma quantidade de discussões e de frustrações.
No que me diz respeito, não creio que um adolescente que volta para casa às nove da noite tenha menos probabilidade de “andar em algo” que um que regresse à sua casa mais tarde. Me preocupa mais a natureza da saída, a companhia e a disponibilidade de transporte.
Sem dúvida, os irmãos deveriam aprender desde sua mais tenra idade a tratar-se mutuamente com respeito; a respeitar os sentimentos, as idéias, o tempo, e os pertences de cada um. Mas a menos que seja absolutamente necessário, penso que não é o melhor fazer que um membro da família seja pesado com a responsabilidade de outro.
Se eles estão indecisos frente a dois possíveis cursos de ação, somente pergunte-lhes: “Se fizer isto, o que pensa que será o resultado daqui a seis meses? Quais são as vantagens e as desvantagens?”. Escutando-os, você pode ajudá-los a ver os dois lados do problema. E sempre, uma pergunta ou sugestão pode colocá-los no caminho certo. Mas é inútil tentar falar com os adolescentes a menos que eles também estejam dispostos a fazê-lo.
É muito melhor dizer: “Porque pensa assim? Conhece algum fato ou experiência que confirmem sua idéia? É uma idéia interessante; creio que vale a pena considerá-la mais a fundo.”
Muitas famílias tem o costume de despertar discussões com assuntos hipotéticos. Conheci uma família que costumava discutir acaloradamente acerca de se um homem e uma mulher deviam ou não viver juntos sem estar casados. Os adolescentes dessa família não tinham a menor intenção de fazer isso, mas defendiam acaloradamente o direito de seus amigos de decidirem por si mesmos.
Trate de desenvolver sua sensibilidade a tal ponto que ela lhe permita saber quando colocar fim a uma discussão.
Os adultos deveriam ser mais compreensivos com os adolescentes, posto que já temos experimentado os sentimentos e os problemas que eles estão vivendo. Deveríamos recordar as pressões e os sofrimentos de nossa própria juventude: as repulsas ou indiferenças, as frustrações, a timidez, e o acabrunhamento. Deveríamos demonstrar aos adolescentes que os aceitamos e que os compreendemos.
EM CASAMENTO.
Se seus filhos são felizes em casa e com seus amigos, haverá menos possibilidades de que comecem relações inadequadas, pois isto geralmente ocorre quando o adolescente se sente só, miserável ou aborrecido.
Você tem visto com alegria como cresciam até converter-se em adolescentes, e quer seguir sendo amigo de seus filhos. Trate então de gozar com eles, e de guardar essa alegria como ela é, um tesouro.
Viver com adolescentes pode ser às vezes uma questão de sobrevivência. Mas também pode ser uma experiência estimulante e alegre, cheia de novas idéias e de esperanças. Assim que… aprendamos a desfrutar desta experiência.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
COMO É VOCÊ? - LIÇÃO 02 ADOLESCENTES
Texto Bíblico: 1 Coríntios 12.1-31; 1 Samuel 16.7; Efésios 4.1-3.
O talento era o maior peso usado pelos hebreus. Era utilizado para quantificar ouro (1 Rs 9.14), prata (2 Rs 5.22), chumbo (Zc 5.7), ferro (1 Cr 29.7) e cobre (Ex 38.29). Não se sabe se o talento era o mesmo em cada um desses casos. No Antigo Testamento, o peso de um talento era de 3.000 siclos (Ex 38.25,26). Em o Novo Testemento, o talento como um peso era igual a 125 libras romanas de 12 onças cada, o que equivale a aproximadamente 42 quilos.
Como unidade de moeda, seu valor diferia de lugar para lugar.
A parábola dos talentos (Mt 25.14-30) fala de um número variado de talentos que são dados por um senhor aos seus servos, a cada um de acordo com sua própria capacidade ou potencial pessoal (gr. dynamis). O talento proporcionava a seu proprietário uma estabilidade financeira considerável. Com esta quantia, os servos deveriam negociar administrando e investindo durante a ausência do senhor. Talentos representam dons espirituais e oportunidades que são dadas ao crente, levando em consideração as suas habilidades naturais, intelecto e formação. Os “talentos” são uma demonstração da confiança sagrada a ser empregada na obra de nosso Senhor Jesus Cristo, e trazem uma grande recompensa àqueles que forem servos féis.
Texto adaptado do “Dicionário Bíblico Wycliffe”. Rio de Janeiro: CPAD.
sábado, 5 de janeiro de 2013
QUEM É VOCÊ? LIÇÃO 01 ADOLESCENTES 2013
Texto Bíblico: Romanos 14.1-12.
Prezado professor, a lição desse trimestre analisará o relacionamento do adolescente com o mundo em que vivemos. Nesse relacionamento é preciso ter uma cosmovisão centrada nos ensinos de Cristo para o desenvolvimento eficaz de uma postura social, e valores pessoais, que coadunam com a vontade de Deus.
O prezado professor, precisa explicar aos alunos o que é valor pessoal.
Por isso sugerimos que você explique o termo “valor” e aplique-o de acordo a cosmovisão cristã bíblica. O Dr. Champlin nos ajudará na definição do termo “valor”:
Essa palavra vem do latim valere, “ser forte”, “ser digno”. Um valor é algo que “vale alguma coisa” para alguém. Um valor não é algo necessariamente “verdadeiro”, embora seja considerado assim por aquele que o considera. Alguns valores são falsos. Um valor é algo desejável ou útil. As pessoas não concordam quanto aos valores, pelo que muita filosofia e teologia circundam a questão. São numerosas as teorias de valor. Posso valorizar uma fotografia ou algum item que, para outrem, não tenha qualquer valor. Avaliações subjetivas tornam-se parte integrante dessa questão, e nem sempre estão envolvidas em questões de certo e errado. Mas muitos valores têm uma valia intrínseca e objetiva.
Alguns valores são práticos e pragmáticos; mas outros pertecem ao terreno do bem-estar da alma. Possuir uma casa confortável é um valor pragmático muito importante para alguns. Mas higidez da alma é um valor intrínseco. Sugestão de atividade:
sábado, 27 de outubro de 2012
CONFRONTO HISTÓRICO - LIÇÃO 4 ADOLESCENTES
Texto bíblico: Gálatas 5.16-26
Por Antônio Gilberto
Estudando bem as passagens que tratam do Espírito, a partir de Gálatas 5.22,23 e Efésios 5.9, nota-se que esse fruto é o caráter de Cristo manifesto no crente, relativamente. Esta é outra das verdades pentecostais. Quanto às qualidades desse “fruto”, conforme Gálatas 5.22, o grande evangelista Dwight Moody disse que amor é uma alusão a esse fruto completo, do Espírito; pleno, maduro. A seguir, vem o fruto descrito no mesmo versículo.
Gozo é o amor obedecendo a Deus. O gozo vem da nossa obediência prestada ao Senhor; já a alegria vem da expectativa nas coisas do Senhor, como o salmista declarou: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor!” (Sl 122.1).
Paz é o amor em repouso. Tudo está bem diante de Deus, a partir da consciência.
Longanimidade é o amor sofrendo. O amor de Deus faz-nos pacientes no sofrimento.
Benignidade é o amor se compadecendo. É o amor motivando altruísmo.
Bondade é o amor servindo. É o amor em ação; atuando.
Fé é o amor confiando. Daí a fidelidade e a perseverança.
Mansidão é o amor suportando. É fortaleza para suportar o que for preciso.
Temperança é o amor controlando. É equilíbrio, moderação e autocontrole em tudo.
Esse “fruto” que o Espírito quer produzir no crente tem muito a ver com o testemunho de Cristo perante o mundo, mas um volumoso segmento dela tem seu testemunho fraco, a sua fé epidérmica e a sua espiritualidade superficial, devido ao predomínio do secularismo pernicioso nas igrejas. Daí o mundo é que dá seu “exemplo” a essas igrejas. Sem as obras da fé cristã diante do mundo, essa fé é morta diante de Deus.
TEXTO EXTRAÍDO DA OBRA “Verdades Pentecostais” da CPAD.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
O QUE É GRAÇA E MISERICÓRDIA? - LIÇÃO 01 ADOLESCENTES - 4º TRIMESTRE 2012
Texto bíblico: Romanos 5.12-21
O conceito de graça é multiforme e sujeito a desdobramentos nas Escrituras. No Antigo Testamento, de acordo com o original hebraico, a palavra designada para Graça é “favor”, o favor imerecido de um superior a um subalterno. No caso de Deus e do homem, “favor”, no contexto veterotestamentário, é demonstrado por meio de bênçãos temporais, embora também o seja pelas bênçãos espirituais e livramentos tanto no sentido físico quanto no espiritual (Jr 31.2; Ex 33.19).
Já no Novo Testamento a palavra “Graça” recebe os seguintes significados: Consideração favorável sentida em relação a uma pessoa;
Um favor; Gratidão; Por amor. Porém, foi na vinda de Cristo que graça assumiu seu significado pleno. O seu autosacrifício é a graça propriamente dita (2 Co 8.9), e esta graça é absolutamente gratuita (Rm 6.14; 5.15-18; Ef 1.7; 2.8,9): “É o favor imerecido, de Deus, para o ser humano”.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
PAIS SEPARADOS EM QUEM CONFIO? - LIÇÃO 07 ADOLESCENTES
Texto bíblico: Gênesis 2.24; Mateus 19.1-12
As crianças podem viver longe de seus pais biológicos por várias razões e por um longo tempo quando eles ficam impossibilitados de cuidar dos filhos. É quando entram os pais adotivos.
Independentemente das circunstâncias da adoção, a criança manterá ligação com os pais biológicos. A criança que é forçada a escolher se quer os pais adotivos ou os pais biológicos escolherá seus pais biológicos. As crianças sentem-se apoiadas quando entendem que seus pais biológicos podem amá-las, ainda que não possam suprir o cuidado por elas dia a dia.
Se os pais biológicos não demonstrarem amor ou interesse pela criança, o que pode ser dito é que ela é uma criança amável e que não há nada nela que tenha causado esse tipo de incapacidade de cuidar delas. As crianças podem achar que são rejeitadas por causa de algumas qualidades que tornam impossível que os pais cuidem delas.
A vida com os pais de criação geralmente é diferente da vida com os pais biológicos. As crianças precisam de tempo para aprender novas expectativas e rotinas. Muitas vezes elas acham que só serão aceitas quando demonstrarem bom comportamento. Muitas crianças inicialmente ficarão em “lua-de-mel” até que se sintam seguras o suficiente para mostrar seus verdadeiros sentimentos.
As crianças precisam de ajuda sobre como responder aos estranhos as questões acerca do porquê de estarem vivendo sob o cuidado de outras pessoas. Podem ser ensinadas de que não devem ter obrigação de explicar a ninguém que pergunte. A criança pode dizer: “Eu estou vivendo com essa família porque minha mãe e meu pai não podem tomar conta de mim neste momento”.
TEXTO EXTRAÍDO DA OBRA: Criança Pergunta Cada Coisa... Rio de Janeiro, CPAD, p. 223,24.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
RELIGIÕES DIFERENTES EM QUEM ACREDITO? - LIÇÃO 06 ADOLESCENTES 3 TRIMESTRE 2012
Texto bíblico: 2 Crônicas 34.1-6
1. O papel dos pais. Os pais têm a missão de delinear os rumos da vida dos seus filhos, de tal forma que, desde a infância até se tornarem adultos, sejam felizes e ajustados. A Bíblia é o manual por excelência de educação moral, cívica e espiritual para todas as idades. A disciplina é a chave do sucesso da instrução familiar. Diz o sábio Salomão: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não desviará dele” (Pv 22.6). Um requisito essencial da fascinante missão de criar filhos é:
Educação (Dt 6.,7; Sl 78.4). A melhor educação começa no lar. Os pais são os primeiros e mais próximos mestres dos filhos. Nos dias de Moisés houve a preocupação com a educação dos filhos. Do ponto de vista secular, educar os filhos não significa apenas colocá-los na escola e esperar que sejam os doutores de amanhã. Educar tem uma abrangência muito maior. O papel dos pais na arte de educar os filhos significa, antes de tudo, formar o caráter deles e definir objetivos espirituais para as suas vidas. Os pais devem esforçar-se para que seus filhos sejam encaminhados espiritualmente na igreja através da Escola Dominical e outros departamentos próprios ao nível de idade deles. O culto doméstico, há muito substituído por outras atividades, deveria ser uma forma de educar os filhos no caminho do Senhor. Educar não é apenas fornecer conhecimento intelectual aos filhos. Educar requer amor e disciplina no sentido de fazer com que os filhos conheçam os limites necessários para que não tenham frustrações posteriores. Disciplina implica corrigir com firmeza, sem qualquer atitude de violência. A disciplina ensina aos filhos a respeitarem a autoridade dos pais sobre suas vidas.
2. O papel dos filhos (Cl 3.20). Os filhos terão sua formação moral e espiritual com base no modelo dos pais. Uma boa liderança dentro da família abrange três dimensões da vida dos filhos. A primeira dimensão alcança os filhos pela instrução, isto é, refere-se ao que dizemos para os nossos filhos. A segunda dimensão é a influência, isto é, o que fazemos diante e para os filhos. A terceira dimensão é a imagem do que os pais são e mostram para os filhos no dia a dia. A obediência às vezes contraria a nossa natureza carnal. Os pais devem desenvolver atitudes firmes, amáveis e pacientes para com os filhos, para que eles aprendam que a obediência é para o bem deles. Obedecer é um princípio divino estabelecido para um relacionamento sadio entre as partes dentro da família. Esse ponto deve ser ampliado no ensino para corrigir conceituações erradas acerca da educação dos filhos.
TEXTO EXTRAÍDO: Mordomia Cristã: Aprenda Como Melhor Servir a Deus. Rio de Janeiro, CPAD.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
ATIVIDADES BÍBLICAS PARA ADOLESCENTES
Read more: Fun Teen Bible Activities | eHow.com http://www.ehow.com/list_7297162_fun-teen-bible-activities.html#ixzz1z1almex7
1.Quem é?
Coloque uma lista de personagens bíblicos. Adicionar características de trabalho e ações. Um personagem pode ser David. Pistas para esse personagem bíblico seria o seguinte: Ele era um pastor, matou um leão, usou um estilingue, era o melhor amigo com o filho do rei, casou com a filha de um rei, tornou-se um rei e foi traído por seu filho. Divida os jovens em duas ou mais equipes concorrentes. Dê pistas uma de cada vez. Os jogadores podem dar um palpite depois de cada pista. A equipe que adivinha primeiro a resposta correta ganha um ponto.
O jogo começa com a pergunta, "Quem é?" Em seguida, o líder dá uma pista. Cada equipe tem uma chance de adivinhar, assim companheiros de equipe precisam consultar um ao outro antes de tentar responder. Se todos os palpites forem incorretos a vez passa para equipe seguinte.Caso não acertem forneça o novo "Quem é?" . Decida com antecedência com quantos pontos o jogo acaba. Fornecer uma recompensa para a equipe vencedora.
2. Onde está na Bíblia?
Faça uma lista de eventos bíblicos ligados a um local real. Adicione a cada caso, as circunstâncias que cercam o evento. Para a travessia do Mar Vermelho,as pistas podem ser o seguinte: o êxodo, Moisés, Egito e coluna de fogo. Emparelhar-se dois ou três adolescentes com suas Bíblias. Eles devem trabalhar juntos para encontrar a resposta. Se os adolescentes são muito bem versados na Bíblia, encontre acontecimentos bíblicos mais difíceis. Isto funciona ainda melhor se pelo menos alguns dos eventos fez ou fará parte do estudo da Bíblia.
Diga: "Bíblias fechadas e pronto." Não comece até que todos os adolescentes tenham fechado suas Bíblias. Dar uma pista. Moisés teria qualquer número de respostas de modo que só seria um palpite puro por parte de uma equipe se eles vieram com a resposta correta. Continue a dar pistas até uma das acertar a resposta correta, neste caso, "a travessia do Mar Vermelho." As equipes não devem apenas adivinhar o evento, mas precisa dizer onde na Bíblia que encontramos a resposta.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
OBEDEÇA AOS PAIS - LIÇÃO 02 ADOLESCENTES
Texto Bíblico: Provérbios 1.8,9; 2.1-5
A desobediência aos pais é considerada uma marca da depravação humana (Rm 1.30) é um sinal dos últimos dias (2 Tm 3.2).
O texto de Provérbios 1.8,9, instiga o jovem a ser obediente a Deus e a respeitar os seus pais. Nessa forma de proceder, os jovens vão encontrar a melhor proteção contra o mal. Esse caminho – embora não tão atraente e fascinante quanto as seduções do pecado – é o seu melhor caminho na vida. Filho meu (v.8) é um termo carinhoso usado pelo mestre para com o seu pupilo e é usado com frequência em Provérbios. Ouve pode ser melhor traduzido por “obedecer” ou “guardar”. A instrução (treinamento ou disciplina) do teu pai sugere o lugar principal e central do pai no lar judaico (Êx 12.26-28; Dt 6.6-7). Mas o autor acrescenta: e não deixes ou: “não rejeiteis” a doutrina, “os ensinos” ou “orientações”, da tua mãe. Esses ensinos também eram significativos e não eram considerados inferiores aos do pai. Os pais são os primeiros mestres da religião, e as crianças hebréias aprendiam os primeiros passos da sabedoria com os seus pais.
As observâncias das instruções dos pais não ficariam sem sua recompensa. Essa conduta ornamentaria a vida do jovem com honra. Ele teria um diadema de graça (uma grinalda graciosa) sobre a sua cabeça e colares (enfeites) para o seu pescoço. É uma referência a adornos usados por reis (Gn 41.42; Dn 5.29).
Texto extraído do: “Comentário Bíblico Beacon, vl 3”, editado pela CPAD.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
BUSQUEM A SABEDORIA - LIÇÃO 01 ADOLESCENTES - 1º TRIMESTRE 2012
Nenhuma jóia preciosa nem os tesouros terrenos são dignos de ser comparados à verdadeira sabedoria, se considerarmos tanto os interesses temporais como os eternos. Devemos fazer da sabedoria nossa prioridade; devemos dedicar toda a nossa disposição a ela e nos dispormos a deixar tudo por ela.
Esta sabedoria foi criada pelo Senhor Jesus Cristo e consiste na sua salvação, procurada e obtida por fé e oração. Se não fosse pela incredulidade, o pecado e a indiferença remanescentes, todos os nossos caminhos nos seriam agradáveis, e pacíficas todas as nossas sendas, porque as suas são assim. Contudo, com muita frequência nos distanciamos delas para o nosso próprio dano e dor.
Cristo criou a sabedoria pela qual os mundos foram feitos, e ainda existem, e felizes são aqueles para quem Ele é feito sabedoria de Deus. Ele tem todas as condições para cumprir as suas promessas.
Devemos considerar os nossos mestres como nossos pais; ainda que a instrução traga em si mesma reprovação e correção, acolhamô-la bem. Os pais de Salomão o amavam, portanto, o ensinaram. Os homens sábios e bons, em todas as épocas do mundo, e em todas as classes sociais, concordam em que a verdadeira sabedoria consiste em obediência, e está unida à felicidade.
Texto extraído do: Comentário Bíblico Matthew Henry, editado pela CPAD.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
VENCENDO OBSTÁCULOS - LIÇÃO 07 ADOLESCENTES
Texto Bíblico: Romanos 8.31-38
Os sofrimentos, aos quais cada cristão está sujeito, representam um ministério para cada um no sentido de não conseguir entender por que foi escolhido para sofrer mais, ou de forma diferentes dos outros. Às vezes não estamos conseguindo entender as imperfeições que Deus está procurando corrigir. Em outras ocasiões, não entendemos os objetivos de Deus mediante aquela situação sofrível que estamos vivendo. Mas tenhamos uma certeza, tudo tem um propósito (Dicionário Wycliffe, CPAD).
Na escolha e no chamado de Deus existe uma imensa garantia para o cristão em um mundo onde existe tanta coisa contra ele. Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? “Deus é por nós”, essa deve ser uma certeza interior para nós, a acusação que é contra nós deve ser removida, e precisamos ser transformados no próprio âmago do nosso ser. Graças a Deus, a acusação foi tragada na morte reconciliadora do seu próprio Filho. Pelo sangue do Crucificado fomos justificados.
Os cristãos não vivem muito melhor do que os outros. Paulo não acreditava nisso. Para ele, e para muitos milhares de testemunhas fiéis a Cristo, a vida cristã significava tribulação... angústia... perseguição... fome... nudez... perigo... espada. Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo dia: fomos reputados como ovelhas para o matadouro. O discípulo não está acima do seu Mestre. Se eles o crucificaram, se a sua vida estava sendo uma vida de sofrimento, isso deveria ser o melhor para os seus discípulos? Se Deus, por meio do seu sofrimento, foi capaz de dar uma prova do amor divino, então os sofrimentos dos cristãos não deveriam obscurecer esse amor. Paulo escreve: “Mas em todas as coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Rm 8.37).
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
NOSSO ADVERSÁRIO E SUAS ARMAS - LIÇÃO 04 ADOLESCENTES
Texto Bíblico: 1 João 2.14-17
“As coisas do mundo podem ser desejadas e possuídas para os usos e propósitos que Deus as concebeu, e devem ser usadas por sua graça e para sua glória; porém, os crentes não devem buscá-las nem valorizá-las para propósitos em que o pecado abuse delas. O mundo aparta o coração de Deus, e quanto mais prevalecer o amor ao mundo, mais decairá o amor a Deus. As coisas do mundo são classificadas conforme três inclinações reinantes na natureza depravada:
1. A concupiscência da carne, do corpo: os maus desejos do coração, o apetite de satisfazer-se com todas as coisas que excitam e inflamam os prazeres sensuais.
2. A concupiscência dos olhos: os olhos deleitam-se com as riquezas e com as ricas propriedades; esta é a concupiscência da cobiça.
3. A soberba da vida: o homem vão anseia a grandeza e a pompa de uma vida de vanglória, o que compreende uma sede de honras e aplausos. As coisas do mundo desvanecem rapidamente e morrem: o próprio desejo desfalecerá e acabará dentro de pouco tempo; porém, o santo afeto não é como a luxúria passageira. O amor de Deus nunca desfalecerá.
Muitos esforços vãos têm sido feitos para encobrir a força desta passagem com limitações, distinções ou exceções. Muitos têm procurado mostrar o quão longe podemos ir estando orientados carnalmente e amando ao mundo, mas é difícil equivocar-se a respeito do evidente significado destes versículos. A menos que esta vitória sobre o mundo comece no coração, o homem não tem raízes em si mesmo e cairá ou, na melhor hipótese, será um professo estéril. De qualquer modo, estas vaidades são tão sedutoras para a corrupção de nossos corações, que se não vigiarmos e orarmos sem cessar, não poderemos escapar do mundo nem alcançar a vitória sobre o seu deus e príncipe”.
Texto extraído do: Comentário Bíblico Matthew Henry, editado pela CPAD.
ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL
Fonte:ensinodominical.wordpress.comOs missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.
Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.
Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.










