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sexta-feira, 11 de julho de 2014

FAMÍLIA: O MELHOR PRESENTE - LIÇÃO 02 PRÉ-ADOLESCENTES


O termo “família” é derivado do latim “famulus”, que significa “escravo doméstico”. Este termo foi criado na Roma Antiga para designar um novo grupo social que surgiu entre as tribos latinas, ao serem introduzidas à agricultura e também escravidão legalizada.
No direito romano clássico a "família natural" cresce de importância - esta família é baseada no casamento e no vínculo de sangue. A família natural é o agrupamento constituído apenas dos cônjuges e de seus filhos. A família natural tem por base o casamento e as relações jurídicas dele resultantes, entre os cônjuges, e pais e filhos.
Se nesta época predominava uma estrutura familiar patriarcal em que um vasto leque de pessoas se encontrava sob a autoridade do mesmo chefe, nos tempos medievais (Idade Média), as pessoas começaram a estar ligadas por vínculos matrimoniais, formando novas famílias. Dessas novas famílias fazia também parte a descendência gerada que, assim, tinha duas famílias, a paterna e a materna.

Efésios 6.1-4


Além de garantir a preservação da humanidade, a família traz equilíbrio à sociedade como um todo. Isso porque a estrutura familiar, devidamente composta por pai, mãe e filhos independentemente da fé, tem, a bênção de Deus, já que essa foi prometida pelo Senhor, primeiro na criação (“Depois o Senhor disse: Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer para ele alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade.” “É por isso que o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir com a sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa”. Gn 2.18,24); e depois através da promessa feita a Abraão “... e em ti serão benditas todas as famílias da terra”; Gn 12.3b. Assim, a sociedade que preza pelos valores (bons costumes) familiares, tem a garantia da bênção de Deus e mais qualidade de vida, pois observa um princípio imutável estabelecido pelo Criador. A própria vida social como um todo (trabalho, educação, lazer, convivência), é melhor em uma sociedade que possui famílias estruturadas, pois sua forma de governo sempre beneficiará as pessoas e não o indivíduo.
 
A bênção de Deus está sobre o matrimônio que é o casamento, ou seja, a união legítima de um homem com uma mulher. É bom deixar este assunto bem claro para que ninguém caia no simplismo de dizer que só é abençoada a família ou o casamento entre crentes. Pois sabe-se que têm milhares de pessoas não-crentes que vivem uma vida familiar feliz, pois isto é cumprimento da promessa de Deus sobre a família (texto extraído da Revista de Adolescentes 7, Vivendo em Família, CPAD)
Nesta lição abordaremos o direito e os deveres dos pais e filhos na família. Peça que seus alunos digam com suas palavras o que eles entendem por direitos e deveres. peça que listem em uma folha o que eles consideram ser seus direitos e deveres dentro de sua família. Depois faça uma roda de conversa onde cada aluno vai citar um direito e um dever que ele escreveu e ouvirá a opinião dos colegas sobre o que ele disse. lembre-se professor que você devrá ser o mediador da conversa e sempre trazer o foco Bíblico para o debate.

Para ampliar seu conhecimento professor aqui temos uma matéria do site monte Sião:
CUIDADOS QUE OS FILHOS NÃO PODEM ESQUECER
Os filhos precisam pensar que o relacionamento com seus pais lhes impõe algumas metas para toda a vida.
A recomendação paulina tem duas partes. A primeira, que vamos tratar agora, estabelece:

Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo (verso 1).

PONDO ALGUNS DILEMAS
Certamente, boa parte dos filhos tem dificuldade em colocar este princípio em prática, porque na teoria o aceitam e até desejam vivenciá-lo. O problema é apenas a prática, por causa da natureza humana.
A natureza humana, no entanto, não é o único entrave à prática da obediência aos pais. Há outros obstáculos. Listemos alguns.
1. Quando os filhos ouvem que devem obedecer aos seus pais, podem se perguntar se este é um verbo conjugável à luz dos direitos humanos, simbolizados na proposta da Revolução Francesa (século 18), com seu slogan "Liberdade, Igualdade e Fraternidade".
2. Podem os filhos ainda se perguntar se precisam obedecer aos pais, já que suas instruções são dadas no interior de ordem humana decaída desde a Queda narrada em Gênesis 3, com reflexos sobre toda a humanidade.
3. Podem os filhos também questionar a necessidade de obediência a pais que têm gostos, opiniões e percepções diferentes das suas, em função de características pessoais ou mesmo de condições de época.

Para sermos mais práticos, podemos pôr os seguintes dilemas:
 
Dilema 1. Um filho que tem um pai (ou mãe) extremamente organizado, em termos espaço e tempo, receberá instruções exageradamente voltadas para manter as coisas organizadas. Acontece que o filho não tem essa característica do seu pai. Está ele obrigado a obedecer a seu pai?
 
Dilema 2. Que fazer quando os pais apresentam aos filhos instruções que estão em franca oposição a claros princípios da Palavra de Deus?
 
Dilema 3. Precisamos enfrentar ainda a realidade de pais que, no interior do convívio familiar, dão instruções conflitantes aos seus filhos, que ficam confusos sobre a quem obedecer. A situação se agrava quando os pais são separados e os filhos passam tempo em casas diferentes, com valores diferentes, com emoções diferentes.

OS SENTIDOS DA OBEDIÊNCIA
Espero ajudar no respondimento a estes dilemas, ao expor o pensamento paulino sobre os deveres dos filhos em relação aos seus pais, considerando a realidade das famílias.

1. Quando ordena "filhos, obedeçam aos seus pais", Paulo convida os filhos a reconhecerem que há uma hierarquia em relação aos seus pais. 
Quando o autor da carta aos Efésios pede obediência dos filhos aos pais, ele diz que esta obediência é no Senhor. Ao usar a expressão "no Senhor", o apóstolo está dizendo que entre pais e filhos há uma hierarquia. Há uma hierarquia entre Deus e o homem; esta é uma ordem espiritual, que não tem como ser negada. O ser humano procede de Deus; o contrário não é possível.
Por analogia, há uma hierarquia entre pai e filho. O filho procede do pai; esta é uma ordem que não pode ser alterada. Pai é pai; filho é filho. Nesta hierarquia, pai vem primeiro, porque chegou primeiro e porque tem tarefas específicas em relação aos seus filhos, tarefas de gerar, cuidar e educar. Esta hierarquia vem da própria ordem natural: filho não gera pai, é gerado por ele; filho não consegue sobreviver, especialmente nos primeiros anos, sem o cuidado do pai; filho não tem conhecimento para legar ao seu pai, tarefa que pertence a este. Mesmo quando há diálogo, e deve haver; mesmo quando há cuidado e educação mútuos, a ordem natural permanece como um ideal, jamais como um convite ao exercício do despotismo paternal ou filial (sim, porque há filhos que dominam seus pais, seja pelo poder econômico ou físico ou emocional, numa total inversão de valores). Ignorar a hierarquia tem conseqüências, geralmente desastrosas, para os filhos.

2. Para ser "no Senhor", isto é, no Senhor Jesus Cristo, esta vivência deve ser tratada como uma exigência de natureza espiritual. A obediência não deve depender da justiça do comportamento dos pais, mas é uma resposta espiritual de uma pessoa que procura viver segundo as exigências próprias da santidade.
Essa obediência é para quem está no Senhor (Colossenses 3.18). Quem está "no Senhor" vive em outra ordem, na ordem da liberdade, mesmo que em submissão externa, na ordem da igualdade, mesmo que o mundo ainda tenha dominadores e dominados, mesmo que homens e mulheres ainda não sejam iguais.
Obediência no Senhor é obediência por causa do Senhor.

3. Em seu convite, Paulo acrescenta que a obediência dos filhos aos pais no Senhor é justa (ou correta, em outras versões).
O primeiro imperativo para a obediência advém da analogia com a hierarquia existente entre Deus e o homem. A segunda razão é de ordem mais humana, posta agora no coração da lógica. Trata-se de algo justo, correto, direito e bom.
Paulo não explica as razões dessa justiça, correção, legitimidade e bondade, mas podemos imaginá-las.

3.1. Ainda bem que é assim, porque os filhos, estando em formação biológica, moral, intelectual e espiritual, precisam dos seus pais. Quando um filho obedece ao seu pai, está reconhecendo que está em formação e que, estando em formação, precisa de apoio para que seu desenvolvimento seja constante e saudável.

3.2. Esta obediência é boa porque os pais, por instinto e amor, querem o bem dos seus filhos. O conflito se estabelece porque os filhos, em busca da liberdade, querem expandi-la ao máximo. Essa busca é explorada pelo mundo, que jaz no Diabo, o pai das mentiras (João 8.44) e procura defender seus próprios interesses. Nessa defesa, ele parece estar ao lado dos filhos, mas só está mesmo ao seu lado. Vem daí a força de sua sedução. Quando o mundo se contrapõe aos pais, tende a ganhar a batalha, porque os filhos lhe são suscetíveis, porque enganados. Mesmo desafiados, os pais continuam a proteger o corpo, a mente e alma dos seus filhos. Ai dos filhos, não fosse esta ferrenha defesa; os filhos já teriam sucumbido, o que acontece quando os pais não cumprem seu papel, por desinteresse ou desistência.

3.3. A obediência é boa porque, posta em ação, lança mão da experiência dos pais, coisa que os filhos não têm; eles vão adquiri-la, mas aí já serão pais, a quem os filhos devem obediência. Parte do conflito pais e filhos decorre de uma capacidade que só os pais têm: eles pensam a longo prazo, ao passo que os filhos não têm ainda esta competência; para eles, o "agora" é o que importa.
3.4. A obediência é boa porque, ao fazê-lo, os filhos estão permitindo que seus pais exerçam uma tarefa que lhes pertence: pastorear seus filhos. Pai é pastor das suas crianças. Aos filhos cabe aceitar este pastoreio.
Filhos, obedecer é bom.

A OBEDIÊNCIA NO CONTEXTO DOS CONFLITOS
Quero aplicar estes cuidados no contexto dos conflitos já referidos.

1. Como obedecer a um pai (ou mãe) que exagera em suas instruções, em função de características pessoais, que não são as dos filhos? 
Bem diretamente: você e seu pai são diferentes, em hábitos, costumes, gostos e preferências. Tem que obedecê-lo quando pede, por exemplo, para ser organizado de um modo que você acha excessivo?
Para responder você mesmo, não por você mesmo, mas no Senhor, isto é, segundo a Sua Palavra, considere:
• saiba que seu pai ama você. Pode não parecer, por sua causa ou por causa dele,
• saiba que por trás do eventual exagero do seu pai (quanto a horários de chegar em casa, por exemplo), há cuidado por você; talvez, quanto mais o seu exagero, maior o seu amor. Ele não faz o que faz por ele: faz por você. Então, aceite o seu cuidado, mesmo que exagerado, e tente alcançar os alvos que ele lhe propõe.
• saiba que seu pai tem mais experiência que você. Seja humilde para reconhecer esta óbvia realidade. Não adianta competir: ele sabe mais porque já viveu mais.
• obedeça ao seu Pai no Senhor. Mesmo que não concorde.

2. Que fazer quando as instruções paternas estão em desacordo com as instruções divinas?Deve um filho obedecer ao seu pai quando, por exemplo, este lhe proíbe que seja batizado? A resposta é "sim".
A hierarquia permanece, mesmo quando o pai erra, mesmo quando falha em sua hierarquia com Deus.
Ore para que aprenda os imperativos divinos. Enquanto a mudança não vem, obedeça-o. Ganhe seu pai pela obediência, não pela desobediência. Se ele, por exemplo, não concorda com o seu batismo ou o seu casamento, espere. Dialogue. Se você o convencer, ótimo. Se não, obedeça-o. É bíblico e tudo que é bíblico é bom para nós. Vale a pena esperar.

3. A que pai obedecer quando, dentro de casa, são dadas instruções conflitantes? Como uma criança ou um adolescente pode obedecer a pais separados, quando estes oferecem instruções contraditórias e confusas para seus filhos?
Eis alguns cuidados neste delicado território, em que há muitas vítimas:
• lembre-se que seus pais, mesmo estando separados, amam você.
• procure manter sua saúde, mesmo que seus pais estejam enfermos emocionalmente.
• ocupe-se em arrancar (no bom sentido!) o que há de melhor em cada um deles, em termos de experiência de vida.
• mesmo que seu pai não mereça ser obedecido, você o obedece como um compromisso feito com Jesus Cristo para uma vida digna do Evangelho. Seu exemplo é o próprio Jesus Cristo. Obediência não deve ser uma resposta, mas uma iniciativa. Ou melhor: um filho não deve obedecer ao seu pai porque seu pai tem feito a sua parte no relacionamento entre ambos, mas um filho deve obedecer ao seu pai de modo unilateral, como uma iniciativa de quem procurar imitar a Jesus Cristo e alcançar os padrões elevados que propõe para todos os seus discípulos.
• em oração, use esta adversidade como uma alavanca para seu crescimento espiritual. Quem sabe este seu sofrimento não seja um megafone de Deus dirigido aos seus ouvidos!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

VIVA A VIDA! - LIÇÃO 1 PRÉ-ADOLESCENTES 3º TRIMESTRE 2014


Texto Bíblico: Êxodo 1.15-14-17; Mateus 2.13



Professor conheça mais essa fase chamada adolescência.
 
“A busca pela identidade própria começa nos primeiros anos da adolescência Com todas as mudanças ocorrendo em seu corpo, na capacidade de pensar e nas emoções, um adolescente tem todo direito de perguntar: “Quem sou eu?”
 
Ele pode sentir-se totalmente inútil, especialmente em comparação aos outros.  As mudanças físicas o fazem sentir-se feio. Essa postura crítica pode atingir seu interior e provocar depressão, através de pensamentos como “não consigo fazer nada direito”. Esse sentimento de inferioridade leva à crença de que nenhuma pessoa se importa com ele ou que ninguém sentiria saudades caso morresse.
 
Durante esse processo de desenvolvimento de identidade, é importante para professores e pais ajudarem os adolescentes a enfrentarem sentimentos de inferioridade, encorajando-os a serem bons em alguma atividade (Como Ensinar Adolescentes, pp.34,35.CPAD).

Os seus alunos nesta faixa etária gostam de sentirem envolvidos na aula e tudo fica melhor ainda quando realizamos uma boa dinâmica de captação logo no início da aula. Aqui deixamos algumas sugestões para você, esperamos que gostem.

Dinâmica das letras embaralhada

Material
Um conjunto por grupo de cartões com as letras: V, I, A, D ( Você pode fazer em uma folha A4 - cabem 8 cartões por folha)

Procedimento:
Cada grupo receberá seus cartões com as letras embaralhadas e deverão escrever em uma folha a maior quantidade de palavras que conseguirem formar com essas letras, estabeleça as regras dizendo que podem repetir as letra quantas vezes quiserem em uma palavra, porém só poderão usar as letras que você entregou e terão apenas 60 segundos para concluir a tarefa)
O vencedor será o grupo que conseguir formar o maior número de palavras.

Prepare um prêmio para o grupo vencedor (pode ser um pirulito para cada integrante)


Dinâmica: Regra não é brincadeira!
Objetivo: 
Enfatizar a necessidade das regras.
Material:
Papel e lápis
Procedimento:
- Dividam a turma em dois grupos.
- Orientem cada grupo para pensar numa brincadeira ou jogo de infância. As regras deverão ser lembradas e explicadas para o outro grupo.
Estipulem um tempo de no máximo 05 minutos.
- Falem: Agora, cada grupo deverá expor para os colegas qual a brincadeira, as regras e fazer uma demonstração, realizando a brincadeira.
- Depois, perguntem:
Havia alguém que fugia das regras? Caso positivo, havia punição? Por quê?
Havia também alguém que queria mudar as regras para ser favorecido, isto é, ganhar o jogo ou a brincadeira? Qual a atitude do grupo com relação a isto?
- Depois, falem que como nas brincadeiras e jogos, que há regras e punições, também em todo lugar há necessidade de normas para que haja melhor convivência e que nesta lição será estudado sobre os limites, as regras, os direitos e deveres.
- Agora, trabalhem o conteúdo proposto na lição.

Por Sulamita Macedo.
Fonte: Atitude de Aprendiz


sábado, 13 de julho de 2013

JESUS NOS APROXIMA DE DEUS - LIÇÃO 02 PRÉ-ADOLESCENTES 3º TRIMESTRE 2013


“Os descendentes de Arão ofereciam sacrifícios diários por si e pelos pecados do povo (Hb 7.37). Porém, o Senhor Jesus ofereceu a si mesmo a Deus como perfeito e perpétuo sacrifício (Hb 7.26,27). Ele era ao mesmo tempo o sumo sacerdote e o sacrifício ‘ santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores e feito mais sublime do que os céus’(Hb 7.26; 9.11-15; 1 Jo 2.1,2)”. Lições Bíblicas do 1 Trimestre de 2008 editada pela CPAD.

Os sacrifícios oferecidos pelos sacerdotes apenas cobriam os pecados para que o homem pudesse manter a comunhão com Deus. Mas, quando Cristo se deu por nós o seu sacrifício foi perfeito, apagando, e não cobrindo, as nossas transgressões. Com o nascimento, morte e ressurreição, Jesus se tornou o nosso único mediador diante de Deus, dando-nos o livre acesso ao Pai.


Boa ideia
Você vai precisar de uma placa de vidro ou um copo grande, caneta hidrográfica, álcool, fita dupla face, algodão e uma tira de papel.

Com a caneta hidrográfica, escreva no vidro ou no copo alguns pecados: homicídio, inveja, mentiras, calúnias, falsidade, fofocas, inimizades, roubo, etc.
Nas laterais do vidro, coloque a fita dupla face. Na tira de papel, escreva a frase “sacrifício no Antigo Testamento”.

Explique aos alunos que no Antigo Testamento os sacerdotes da ordem de Arão foram estabelecidos por Deus para oferecer sacrifícios pelos pecados do povo, e representar o Eterno entre os israelitas. Esses sacrifícios eram imperfeitos porque apenas cobriam o pecado, para que o povo pudesse achar graça diante de Deus, porque Ele é santo e abomina o pecado.

Peça lhes para que leiam o que está escrito no vidro. Comente que esses pecados afastavam e afastam o povo de Deus. Era necessário o sacrifício de sangue de animais limpos, sem defeito, oferecido pelo sacerdote para a cobertura do pecado.

Pegue o papel escrito “sacrifício no Antigo Testamento” e cole sobre o vidro. Pergunte se eles estão vendo os pecados. Assim  era diante de Deus, encobertos. Retire o papel e mostre-lhes que os pecados permaneciam, não tinham sido apagados. Pegue o algodão umedecido com álcool e passe no vidro. Enquanto passa, comente que o Sacrifício de Cristo é perfeito, ele derramou o seu sangue puro e inocente por todos nós, apagando-os completamente não mais cobrindo os nossos pecados diante de Deus. Leia com a classe Hebreus 9.28

sábado, 6 de julho de 2013

O PECADO NOS SEPARA DE DEUS - LIÇÃO 01 PRÉ-ADOLESCENTES - 3º TRIMESTRE 2013


Texto Bíblico: Hebreus 2.1-6
"Por isso é preciso que prestemos maior atenção ao que temos ouvido, para que jamais nos desviemos.
Porque se a mensagem transmitida por anjos provou a sua firmeza, e toda transgressão e desobediência recebeu a devida punição,
como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? Esta salvação, primeiramente anunciada pelo Senhor, foi-nos confirmada pelos que a ouviram.
Deus também deu testemunho dela por meio de sinais, maravilhas, diversos milagres e dons do Espírito Santo distribuídos de acordo com a sua vontade.
Não foi a anjos que ele sujeitou o mundo que há de vir, a respeito do qual estamos falando,
mas alguém em certo lugar testemunhou, dizendo: "Que é o homem, para que com ele te importes? E o filho do homem, para que com ele te preocupes?"

Pecado é tudo aquilo que não agrada a Deus e que nos afasta dEle.

A Bíblia apresenta algumas definições de pecado:

Transgressão – Violar a ordem de Deus, deixar de cumpri-las.

Impiedade – Ação sem amor e devoção às coisas de Deus.

Injustiça – Procedimento sem direito. Falta da justiça
Desobediência – Mesmo que insubmissão ou rebelião. Deixar de cumprir uma determinação
Iniquidade – Falta de reconhecimento do direito ou dos princípios imutáveis da justiça.

Errar o alvo – É quando alguém não faz o que é certo.

Diante de Deus, não existe “pecadinho ou pecadão”, o Senhor não mede o tamanho do pecado. Não importa se a pessoa roubou uma bala ou um relógio.

Para Deus, é pecado. A diferença está na consequência do ato. O que roubou a bala poderá apenas levar uma bronca do segurança do estabelecimento, o que roubou o relógio poderá ser preso. Ambos podem pedir perdão a Deus, ser perdoados por Ele e alcançar a vida eterna. Mas isso não os isenta de serem julgados pela justiça dos homens.

Boa Ideia
Professor, aproveite para ensinar aos seus alunos que ser tentado não é pecado; pecado é ceder à tentação.
Desenhe uma tabela no quadro ou cartolina contendo os seguintes passos:

1º Passo - Lembre-se de que você não é forte o suficiente para resistir sozinho a todas as tentações. Quando a tentação lhe sobrevier, ore e peça a ajuda de Deus.

2º Passo - Quando alguém lhe disser para fazer algo errado, diga não.

Não seja tímido; se for necessário, eleve a voz.

3º Passo - Sempre que for necessário, se afaste de alguém que está tentando levá-lo a fazer algo errado. Não se envergonhe, corra da tentação, fuja do pecado. Não dê chance para ser atropelado.  

Explique aos alunos que se eles seguirem esses passos alcançarão a vitória.

Textos adaptados do Livro Introdução à Teologia Sistemática de Eurico Bergstén e da Bíblia da Adolescente Aplicação Pessoal, editados pela CPAD

quinta-feira, 4 de abril de 2013

ESTÁ DIFÍCIL? -LIÇÃO 1 - 2º TRIMESTRE 2013



Texto Bíblico: 2 Timóteo 4.7-8; Hebreus 12.2-4



Professor, o texto Bíblico de 2 Timóteo 4.7: “Combati o bom combati, acabei a carreira, guardei a fé.”  Deve ser gravado em nossos corações, mas para que isso aconteça é necessário uma boa explicação. Aproveite a explanação abaixo e explique pacientemente aos seus alunos o que o apóstolo Paulo quis dizer com o texto de 2 Tm 4.7. 

“As Palavras do Apostolo Paulo sobre a sua partida comunicaria a Timóteo que ele não poderia contar com a presença ou o incentivo do apóstolo por muito tempo. A liderança compartilhada estava terminando.

Timóteo precisava assumir o controle. As três frases de Paulo, no passado perfeito, transmitem finalização. Paulo sabia que este era o fim.

Ele tinha convocado Timóteo para ‘militar a boa milícia’ (1Tm 6.12); o seu próprio combate estava terminado. O combate tinha valido a pena, e ele tinha lutado bem.

A carreira de Paulo estava acabada, ou pelo menos o final estava claramente próximo. É importante observar que Paulo não reivindicou ter vencido a corrida; ele estava satisfeito em tê-la terminado. Os corredores de maratona conhecem a alegria de terminar os torturantes quilômetros deste tipo de corrida – eles ficam satisfeitos simplesmente por cruzar a linha de chegada. A conclusão é uma realização significativa, que revela incrível resistência e determinação.

A expressão ‘guardei a fé’ significa que Paulo guardou e preservou a mensagem do evangelho. Paulo tinha convocado Timóteo para guardar o depósito que lhe havia confiado (1Tm 6.20). Paulo tinha permanecido fiel à mensagem que lhe tinha sido confiada; ela também tinha sido confiada a Timóteo. Paulo nunca tinha vacilado na sua fé e tinha confiança de que em breve viveria todas as promessas nas quais tinha baseado a sua vida e o seu ministério. 

Paulo via a sua vida como sendo oferecida, derramada diante de Deus.

Ele sabia que a sua partida estava próxima. O compromisso de Paulo era total;

assim, sacrificar a sua vida para edificar a fé de outros parecia para ele, uma recompensa jubilosa“’(Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal, v.2, p.541. Rio de Janeiro:CPAD).

sexta-feira, 22 de março de 2013

A CIÊNCIA E A SABEDORIA - LIÇÃO 12 PRÉ-ADOLESCENTES


Texto Bíblico: Isaías 44. 6-8; Daniel 2.



Informações complementares para a lição

Prezado professor da classe de pré-adolescente
Nesta semana estamos trazendo para você mais informações para acrescentar o seu conhecimento acerca do estudo da próxima lição, relacionando a ciência e a sabedoria.

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO
   
    Sabemos que na sociedade pós-moderna em que vivemos, a ciência vem se expandido de forma intensa. O avanço tecnológico apareceu em vários campos do conhecimento, trazendo inovações de procedimentos, fórmulas, ou seja, novas informações e descobertas. A ciência, quando usada adequadamente para beneficiar a vida humana é, sem dúvida alguma, muito proveitosa e tida com bênção para todos. A descoberta da penicilina, a internet, a fibra ótica, as vacinas, dentre outras inovações são de grande valor para humanidade. Entretanto, não há descoberta alguma que possa se comparar com a sabedoria de Deus. As verdades divinas são inquestionáveis e a Bíblia afirma que um dos atributos de Deus que devem ser considerado é que Ele é sábio.

   O cristianismo — religião ou doutrina que defende a fé em Jesus Cristo e a sua moral e promessa de redenção — não se opõe à ciência. Muito pelo contrário! A ciência se desenvolveu devido à capacidade de inteligência dada ao homem por Deus. Além disso, a religião incentivou e influenciou a revolução científica. 

O renomado escritor Charles Colson em seu livro “Respostas às dúvidas de seus adolescentes” ao responder uma pergunta: “Você tem certeza traz alguns exemplos e argumentos práticos que reforçam a idéia de que o cristianismo não é contra a ciência.

“ Você tem certeza de que o cristianismo não é contra a ciência?

Eu tenho certeza, mas muitos defensores contemporâneos da ciência querem, claramente, dar a impressão de que o cristianismo se opõe à ciência.

  Muito em breve, ‘a religião deve ser considerada como uma prática anticientífica’, escreveu John Maddox, editor da Nature, o jornal científico de maior prestígio no mundo. A maioria dos primeiros cientistas — Copérnico, Newton, Lineu — eram cristãos. Na verdade, os historiadores nos dizem que o cristianismo realmente ajudou a inspirar a revolução científica.

 Considere alguns exemplos. Nas culturas pagãs, o mundo parecia estar vivo com suas deusas dos rios, divindades astrais e seus deuses do sol. Porém Gênesis 1 se coloca como um forte contraste a tudo isto. A natureza não é divina; ela é obra das mãos de Deus. O sol e Lua não são deuses; são meramente luminares colocados no céu para servir aos propósitos de Deus. 

     Uma outra pressuposição crucial para a ciência é que a natureza é ordenada. Esta pressuposição também foi um resultado de crenças cristãs.” 

sábado, 26 de janeiro de 2013

O HOMEM, MÁQUINA PERFEITA - LIÇÃO 04 PRÉ-ADOLESCENTES 2013



Texto Bíblico: Gênesis 1.26; 2.7,21,22; Salmos 103.14-15



Caro professor da classe de pré-adolescente, a paz do Senhor! Nesta semana estudaremos a lição  que tem como o título: “O homem, máquina perfeita.”

    O nosso Pai é um Deus criador e criativo. No sexto dia da Criação ele fez os animais e criou o homem e a mulher (para cuidar da terra e andar com Deus). Quando o Eterno fez o ser humano, assegurou que ambos (homem e mulher) seriam conforme a imagem e semelhança do Criador.

É óbvio que Deus não nos criou exatamente como Ele, porque Deus não possui corpo físico. Em vez disso, somos reflexos da sua glória. Fomos criados para refletir o seu caráter, amor, bondade, perdão e fidelidade. Além disso, o homem foi criado com um propósito bem definido: governar a terra, já que é dotado de grande inteligência. 

Vejamos o que o Comentário Beacon fala a respeito do homem: 1)“ Um ser espiritual apto para a imortalidade; 2) Um ser moral que tem a semelhança de Deus; 3) Um ser intelectual com a capacidade da razão e de governo (G. B. Williamson).

    Uma das marcas da imagem de Deus foi Ele ter dado ao homem o status e o poder de governante. O direito do homem dominar ressalta o fato de que Deus o equipou para agir como governante. A aptidão para governar implica em capacidade intelectual adequada para argumentar, organizar, planejar e avaliar. A aptidão para governar implica em capacidade emocional adequada para desejar o mais alto bem-estar dos súditos, apreciar e honrar o que é bom, verdadeiro e bonito, repugnar e repudiar o que é cruel, falso e feio, ter profunda preocupação pelo bem-estar de toda a natureza e amar a Deus que o criou. A aptidão para governar implica em capacidade volitiva adequada para escolher fazer a toda a hora o que é certo, obedecer ao mandamento de Deus indiscutivelmente e sem demora, entregar alegremente todos os poderes a Deus em adoração jovial e participar em uma comunhão saudável com a natureza e Deus. 
   
    Deus criou o homem para ser uma pessoa que tivesse autoconsciência, autodeterminação e santidade interior (Ec 7.29; Ef 4.24; Cl 3.10). A imagem foi distribuída sem distinção de macho e fêmea, tornando-se iguais diante Deus.  

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O UNIVERSO CRIADO POR DEUS - LIÇÃO 02 PRÉ-ADOLESCENTES 2013



Texto Bíblico: Gênesis 1.1,3-4,14-18; Salmos 19.1-2



Quando paramos para pensar no Deus Todo-Poderoso, a quem amamos e servimos, em Jesus Cristo, nosso terno Salvador, sentimos que o Espírito Santo transborda o nosso coração de alegria, prazer e agradecimento pelo fato de sermos chamados filhos herdeiros de Deus (Rm 8.17). Este é um privilégio muito grande, pois o Deus a quem servimos é maravilhoso em suas obras; magnífico, excelente.

O apóstolo Paulo enfatiza a grandeza de Deus quando exclama: “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus!” (Rm 11.33). E continua interrogando quem ensinou ao Senhor a fazer isso ou aquilo? Ele assim se expressou não com o propósito de encontrar outro que se iguale a Deus, porque isso é impossível, mas justamente, para engrandecer ao Senhor e mostrar que não há outro igual a Ele.

A criação, os sinais e milagres operados por Deus são evidências claras do seu poder. Todo o Universo, os astros e a natureza manifestam a sua glória.

O Deus que tudo criou prometeu estar conosco todos os dias, por isso, não precisamos temer. Confie, pois Ele é fiel.( Texto extraído da Revista do Maternal – Mestre1/2, Rio de Janeiro: CPAD).

O que a Bíblia diz sobre a formação do universo? Foi Deus quem o criou? Ele se originou naturalmente? ou Deus utilizou algum processo evolutivo para criá-lo? A Bíblia não deixa dúvidas neste ponto. O universo foi formado por uma série de atos criativos de Deus.

Tanto o Antigo quanto o Novo Testamentos reconhecem em Deus o Criador.

"No princípio criou Deus os céus e a terra" (Gên. 1:1). 

"Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez" (João 1:3). 

"Porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele" (Col. 1:16). 

"Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê" (Heb. 11:3).

O primeiro capítulo de Gênesis refere-se a Deus como o Criador dezessete vezes. O restante das Escrituras faz menção dos atos criadores de Deus aproximadamente cinqüenta vezes. É óbvio que a Bíblia ensina que Deus é o Criador do universo.

As Escrituras também mostram que Deus criou o homem. 

"Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou" (Gên. 1:27).

A teoria evolucionista diverge do relato bíblico da criação. O evolucionismo prega que tudo se desenvolveu através de transformações lentas e graduais. Todas as plantas e animais evoluíram de formas simples para formas mais complexas como resultado de mutações favoráveis. Segundo seu ponto de vista, o homem também evoluiu dessa maneira até atingir sua atual forma complexa. Esta teoria não dá margem para a existência de um criador.

Há quem procure associar a teoria evolucionista a um criador. Chama-se a isto evolução teísta. Esta teoria afirma, essencialmente, que Deus utilizou o processo evolutivo para criar as coisas como são. Mas isso é uma contradição ao que a Bíblia diz. Quando Deus criou o homem, criou-o por completo. 

"E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente" (Gên. 2:7).

Esta criação instantânea do homem indica que Deus não fez uso de uma longa série de mudanças para trazê-lo ao atual estágio. Além do mais, ele comprovou que tem poder suficien­te para criar as coisas instantaneamente. Para que levar todo o tempo necessário a uma evolução para trazer cada espécie ao estágio atual?

A Bíblia ensina que a morte é uma conseqüência do pecado. Antes de o pecado ter entrado no mundo não havia morte. 

"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens..."(Rom. 5:12).

Se aceitássemos a teoria evolucionista teísta, precisaríamos imaginar que muitos animais e espécimes humanos primitivos morreram anteriormente a Adão e aos animais do Jardim do Éden. No entanto, a Bíblia afirma que não havia morte antes de Adão. Essa teoria, que procura uma conjugação ideal dos dois mundos, não faz justiça à Bíblia. 

Concluímos portanto que: 

1. A Bíblia mostra que o homem e o universo foram formados por atos criadores especiais de Deus. 

2. A teoria evolucionista, que afirma que tudo é resultado de transformações lentas e graduais devido a mutações favoráveis de cada espécie, vai contra a versão da Bíblia sobre o que aconteceu. 

3. Segundo a teoria da evolução teísta, Deus utilizou o processo evolutivo para criar o homem. Mas o testemunho da Escritura a contradiz.

103 Perguntas Que as Pessoas Mais Fazem Sobre Deus 
DON STEWART

sábado, 5 de janeiro de 2013

A BÍBLIA DESCOBRE A CIÊNCIA LIÇÃO 01 PRÉ-ADOLESCENTES



Texto Bíblico: 2 Timóteo 3.12-17



Você já percebeu como a comunidade científica, a cada dia, faz descobertas extraordinárias? Essas descobertas estão presentes em muitas áreas, principalmente na medicina. Todo esse avanço, contudo, não deve ser motivo para nos afastarmos de Deus. A ciência muitas vezes reconhece as verdades da mensagem bíblica.

 A palavra de Deus é superior a qualquer empreendimento científico (Sl 138.2). Segundo, nenhuma descoberta cientifica é capaz de lançar por terra as verdades sagradas (Jr 9.23,24).

Muitos estudiosos têm dificuldade em aceitar o evangelho de Cristo, porque seus entendimentos estão cegado pelo Diabo (2 Co 4.4).

Devemos guardar a ciência na mente, porque a mente está relacionada ao nosso intelecto, uma das faculdades de nossa alma. A Palavra de Deus deve ser guardada em nosso coração, à parte mais profunda do nosso ser: o espírito, o homem interior (2 Co 4.16).

A Bíblia é um livro especial, não se trata de uma obra comum. Ela nos foi deixada por Deus para atingir à parte mais profunda do nosso ser. Por isso mantê-la apenas na mente é um desperdício (Hb 4.2; Rm 10.17; Sl 119.130) (Texto adaptado da Revista de Juvenis, nº1. Rio de Janeiro: CPAD).


sábado, 27 de outubro de 2012

A IGREJA ORGANIZADA - LIÇÃO 4 PRÉ-ADOLESCENTES


Texto Bíblico: 1 Coríntios 12.12,14-20



O corpo humano é um organismo vivo que tem vários membros. Cada membro é diferente; no entanto, cada um deles faz uma contribuição específica a todo corpo. Porém, a despeito de seus diferentes membros, o corpo contém uma vida comum que opera em cada um dos seus membros. 

Os vários e diferentes membros formam um só corpo. O apóstolo Paulo conclui: assim é Cristo também. A unidade dos cristãos, como a unidade física do corpo, é vital. A mesma vida espiritual existe em todos os cristãos, e ela se origina da mesma fonte, suprindo-os com a mesma energia, e preparando-os para os mesmos hábitos e objetivos (texto extraído do Comentário Bíblico Beacon, CPAD).

Boa ideia!

Leve para a sala de aula, gravuras dos membros do corpo humano. Divida a classe em grupos e distribua as gravuras.

Depois peça aos alunos para falarem acerca daquele membro, sua importância e utilidade para o bom funcionamento do corpo humano.

Comente  que cada parte do corpo é importante e tem uma função a desempenhar, da mesma maneira somos nós na igreja, cada um têm uma função a desempenhar e todos são importantes para o bom andamento da obra.Sugestão de atividade: cada jovem desenha uma parte do corpo humano, depois o corpo foi montado na leitura de 1 Coríntios 12.12-31. O texto bíblico destaca a importância de cada parte do corpo humano, mesmo parecendo insignificante. Assim cada jovem é importante na igreja e sua ausência é sentida.  









quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A IGREJA DE CRISTO - LIÇÃO 01 PRÉ-ADOLESCENTES - 4º TRIMESTRE 2012


Texto Bíblico:Efésios 2.20-22; 2 Tessalonicenses 2.13,14



A história da Igreja começou na primavera do ano 30 d.C., durante uma das três principais celebrações judaicas: A Festa dos Pentecostes. Diz a Bíblia que, no Dia de Pentecostes, havia quase 120 discípulos de Jesus no Cenáculo (At 1.15), buscando a Deus com oração intercalada por louvores (At 1.13,14 e Lc 24.53).

O evento que Deus início à Igreja aconteceu cinquenta dias após a ressurreição de Jesus e dez dias depois de Ele subir aos céus. Esse evento foi previsto e prometido por Jesus, que ordenou aos seus discípulos que ficassem em Jerusalém “até que do alto fossem “revestidos de poder” (Lc 24.49). Esse poder é o que Jesus chamou também de “a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós”, e que tornou os discípulos de Cristo testemunhas poderosas da mensagem do Evangelho (At 1.8;4.31). Essa virtude ou dom também é chamada Batismo no Espírito Santo (Mt 3.11). A Igreja portanto nasceu debaixo da unção e do poder do Espírito Santo. A Igreja nasceu em Jerusalém. Suas primeiras sedes de reunião eram o  Cenáculo e o Pórtico de Salomão,no Templo em Jerusalém, antes deste ser destruído (sua  destruição ocorreu em 70 d.C.) e dos cristãos serem impedidos de cultuarem ali. Depois, os cristãos passaram a se reunir em suas próprias casas, devido a perseguição (At 1.13; 3.1;5.12;12.12). 

Há cerca de 2 mil  anos, nasceu a Igreja, a comunidade de servos de Deus de todas as etnias e nações. Durante os séculos, ela tem atravessado momentos difíceis pontuados por avivamentos espirituais.

Nossa oração dever ser para que Deus reavive a sua Igreja no Brasil e no mundo, como em seu início, para que nestes últimos momentos que antecedem a Vinda de Cristo, possamos ver milhões de vidas renderem-se ao Senhor (Texto extraído da Revista de Juvenis, nº5- lição1, CPAD).

terça-feira, 7 de agosto de 2012

MINHA PÁTRIA PARA CRISTO - LIÇÃO 07 PRÉ-ADOLESCENTES


Texto Bíblico: Neemias 1.1-3; 2.17



Um professor que ensina com eficiência a Palavra de Deus, com certeza também ensinará à respeito de missões.

O missionário não é enviado ao campo para fazer turismo. Eles são enviados para compartilhar o evangelho de Cristo.

Nós, os servos de Deus somos testemunhas de Cristo; somos embaixadores de Cristo; somos pregadores do Evangelho de Deus e portadores da Mensagem de Deus para a humanidade. A nossa mensagem está contida em um livro, a Bíblia. 

O desafio de todo cristão é ser um “missionário”, um “enviado”, comissionado pelo Espírito Santo através da igreja (At 13.4). Devemos ser testemunhas de Cristo. Precisamos proclamar a mensagem revelada do ato redentor de Deus em Cristo Jesus. Isso só ocorrerá se conhecermos a mensagem da Bíblia, e mantivermos uma intimidade com Cristo (Texto adaptado do livro Teologia Bíblica de Missões, CAPD).


Boa ideia!


Professor promova uma gincana ou um festival com os alunos, com o intuito de levantar uma oferta para a obra missionária.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

CUIDANDO DO TEMPO - LIÇÃO 06 PRÉ-ADOLESCENTES 3 TRIMESTRE 2012




Texto Bíblico: Eclesiastes 3.1-8



Ilustração:
Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem e uma família unida. O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida estava deficitária em algumas áreas.
Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava dos filhos; se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois. Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia apenas um exemplar em todo o mundo. E disse à ela: - Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em
troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.


A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor. Ela chegava em casa, olhava a flor que estava lá! Não mostrava sinal de fraqueza ou morte, apenas estava lá, linda e perfumada. Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu. Ela chegou em casa e levou um susto! Estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, sua pétalas caídas e suas folhas amarelas.

A jovem chorou muito, e contou a seu pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu: - Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa, ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!

E você? Tem cuidado das bênçãos que Deus tem lhe dado? Lembre-se da flor, pois como ela são as bênçãos do Senhor: Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar delas. Deus também tem procurado tempo e espaço na sua vida. Será que Ele tem encontrado? Faça essa pergunta a você mesmo: Quanto tempo tenho reservado pra Deus?

Será que tem sido o suficiente?(texto extraído do site da PIB Unaí)



Quando percebemos que o tempo está ficando curto, para desenvolvermos as nossas atividades diárias, a primeira coisa que fazemos é sacrificar o nosso tempo com Deus. Lemos a Bíblia mas não meditamos, fazemos orações rápidas, que mais se parece um monólogo, pois não temos tempo para diálogos.

Nós colocamos a disposição do trabalho, da família, dos amigos a qualquer hora. Mas dedicar alguns minutos do nosso dia a Deus é algo muito difícil e raro. Acreditamos que Deus entende a nossa falta do tempo.

Quando chegamos ao termino do dia, percebemos que as horas se passaram e muito do que planejamos não foi realizado.

Mas se nós colocarmos o nosso tempo sob o controle do Senhor, Ele nos ensinará a administrá-lo perfeitamente.

Quando dedicamos algum tempo a Deus, todos os nossos outros afazeres que consomem o nosso tempo serão colocados em sua perspectiva correta. Deus dará o que precisamos para terminar cada tarefa.

Professor, converse com seus alunos acerca da importância de pedir ao Senhor que os ensine a serem excelentes administradores do tempo. Você pode confeccionar uma agenda e juntos com os alunos assimilarem as atividades cotidianas com a devocional.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

ADOLESCER SEM ADOECER - LIÇÃO 02 PRÉ-ADOLESCENTES



Texto Bíblico: Eclesiastes 11.5-10; 12.1

Como os adolescentes desejam ser adultos, o professor precisa tratá-los levando em consideração esse fato e lembrando que ainda não são adultos. Quando for apropriado, permita que os alunos tomem decisões e assumam responsabilidade, como planejar uma reunião social da classe.

É vital que você aceite a todos de sua classe e não escolha favoritos. Seja amigo e mostre interesse pessoal por cada aluno. A Escola Dominical deve ser um grupo onde todos se sentem confortáveis, sabem que fazem parte da classe e são amados. Faça um esforço especial para incluir alunos que são rejeitados pelo restante da turma, procurando descobrir o porquê e fazendo o possível para aliviar a situação.

Como adolescentes imitam os adultos que admiram, o professor deve ser o primeiro candidato a essa admiração e imitação. Seja um exemplo digno de imitação, assim como Paulo expressou em 1 Coríntios 11.1: ”Sede meus imitadores, como também eu, de Cristo.”

Os adolescentes desenvolvem uma percepção aguçada do certo e do errado. Embora saibam que estão desobedecendo a Deus, muitas vezes são incapazes de romper com o hábito de pecar. Precisam de um ensinamento claro sobre como agir, do estímulo dos adultos admirados por eles e de amigos que estão tentando seguir a Deus.

Bibliografia

JOHNSON,Lin. Como Ensinar Adolescentes: descubra a alegria de trabalhar com eles. Rio de Janeiro:CPAD,2003


Dinâmica:
ADOLESCER 

Objetivo: Possibilitar aos jovens uma reflexão sobre como percebem o processo da adolescência. 

O que você irá precisar: Sala ampla, aparelho de som, papel sulfite, lápis de cor e hidrocor.

O que você devera fazer:

1) O facilitador solicitará o grupo a fazer um desenho representando como eles percebem a fase da adolescência.

2) Após a realização dos desenhos, solicitar os jovens a escreverem algo sobre: "adolescência é...."

3) Cada adolescente irá falar a respeito de seu desenho relatando como caracterizou a adolescência.

Pontos para discussão: 

a) Vantagens de ser adolescente; 

b) Desvantagens de ser adolescente; 

c) Como o adolescente e visto pela sociedade.

Resultados esperados: ter promovido uma reflexão de como o adolescente define esta fase de sua vida

ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com