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sábado, 28 de fevereiro de 2015

O DEUS QUE NOS FAZ NASCER DE NOVO - LIÇÃO 9 JUNIORES

Leitura Bíblica: João 3.1-21

Objetivo: Mostrar através da palavra, o quanto somos amados por Deus
!

Permita que seus alunos construam com você a aula através da participação ativa de casa um. Para esta aula você pode pedir que façam um molde de suas mãos e recortem formando um coração. depois deverão escrever o texto de João 3.16 com canetinhas coloridas.
Ao final da aula presenteie seus alunos com pirulitos em forma de coração.
Boa aula!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

DEUS É CRIADOR - LIÇÃO 2 JUNIORES 3º TRIMESTRE 2014


Texto Bíblico: Gênesis 1.1-31; 2.1-25



CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO
 
 
“Em 1.26-30, encontramos “O Homem Feito à Imagem de Deus.” 1) Um ser espiritual apto para a imortalidade, 26ab; 2) Um ser moral que tem a semelhança de Deus, 27; 3) Um ser intelectual com a capacidade da razão e de governo, 26c, 28-30 (G.B.Williamson).
 
Uma das marcas da imagem de Deus foi Ele ter dado ao homem o status e o poder de governante. O direito de o homem dominar (28) ressalta o fato de que Deus o equipou para agir como governante. A aptidão para governar implica em capacidade intelectual adequada para desejar o mais alto bem-estar dos súditos, apreciar e honrar o que é bom, verdadeiro e bonito, repugnar e repudiar o que é cruel, falso e feio, ter profunda preocupação pelo bem-estar de toda a natureza e amar a Deus que o criou. A aptidão para governar implica em capacidade volitiva adequada para escolher fazer a toda hora o que é certo, obedecer ao mandamento de Deus indiscutivelmente e sem demora, entregar alegremente todos os poderes a Deus em adoração jovial e participar em uma comunhão saudável com a natureza e Deus. [...]
 
A significação especial do homem como a mais sublime criação de Deus é o ponto central desta história. Ela descreve a relação ideal entre Deus e o homem, a qual, por sua vez, é a base para a relação ideal entre o homem e a mulher no casamento. Como ponto contrastante, aqui é mostrada a natureza do pecado que leva estas relações ao caos.
 
A história tem uma seqüência clara. Há um cenário geral (2.4-14), uma ordem (2.15-17), a inserção do ato criativo (2.18-25), um ato de violação (3.1-8), um questionamento (3.9-13), um julgamento (3.14-21) e uma expulsão (3.22-24). Pelo fato de o capítulo 3 conter a narrativa da violação e do julgamento, sem tom de dúvida, medo e raiva é notavelmente diferente do encontrado no capítulo 2, que possui uma atmosfera de paz, harmonia e encanto. (Comentário Bíblico Beacon, 2005, 33-35).
 
 
SAIBA MAIS...
 
Práticas de Leitura / Escrita
 
1. Contra a imposição de livros, pelo gosto de ler!
Em nome de criar o hábito da leitura, as escolas têm gerado aversão pelos livros. No lugar do hábito de ler, então, propomos que se busque criar o gosto de ler. Por que a obrigatoriedade do livro único, com dia marcado para ler? Ler é um prazer e não se pode obrigar ao prazer.
 
2. Livro certo para a idade certa? Livros adequados às séries escolares? Dia certo para terminar a leitura? Livro único para toda a turma? Por quê?
Contra o afã de normatizar, escolarizar e didatizar a leitura, pensamos: livros são objetos de cultura e como tais merecem ser descobertos, conhecidos, apreciados (ou não), discutidos, lidos. Por que aprisioná-los em classes, grades curriculares, idades, fases? Por que homogeneizar quando a pluralidade é o que caracteriza o ser humano e os processos humanos?
 
3. exercícios de interpretação — ou práticas de leitura?
Textos literários, poesias, letras de música submetidos a exercícios repetitivos onde crianças, adolescentes e adultos — todos submetidos a alunos — mais do que praticar a leitura, que é sempre e necessariamente interpretação, buscam um suposto sentido único que teria o texto! E quem define que sentido único é o correto? Com freqüência nem o professor, também este submetido a manuais que ditam o ler, como entender, preencher lacunas, completar frases, numerar colunas, sublinhar, marcar, blábláblá e blá.
 
4. Textos escritos para serem lidos ou para serem corrigidos?
Os professores têm sido leitores dos textos de seus alunos? E os outros parceiros da turma: leem os textos dos colegas? Ou os textos são objeto de uma sádica busca de erros de ortografia, concordância ou regência, ficando a tarefa do professor resumida a assinalar-apontar-marcar erros? Se se quer ensinar regras, que se proponha atividades específicas para essa finalidade! Por que invadir a produção textual tornando-a lugar de martírio? Não será a procura do eros da leitura e da escrita bem melhor que a caça aos erros?
(Sonia Kramer, 1995, p.156-157)
 
 
ATIVIDADES
 
Aproveite que a maior parte dos alunos encontra-se de férias da escola e faça um passeio num lugar onde haja bastante verde (árvores, plantas, animais, etc.). De acordo com a sua possibilidade, entregue a cada aluno ou grupo de alunos uma máquina fotográfica, a fim de que possam registrar aquilo que Deus criou. Se não for possível, peça às crianças que realizem esses registros por meio de desenhos ou recorte e colagem.
 
Quando todos houverem terminado, reúna-os e dê-lhes oportunidade para compartilharem suas experiências e sensações. Por fim, monte um mural com as crianças, valorizando as produções realizadas por elas.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS - LIÇÃO 1 JUNIORES 3º TRIMESTRE 2014


Texto Bíblico: Salmos 119



Professor, é de fundamental importância que tenhamos no coração, as reivindicações da Bíblia Sagrada: sua inspiração, inerrância, infalibilidade, soberania e completude. 
 
Apresente o quadro que está no documento anexo e aproveite para falar da importância de termos uma vida diária de leitura da Palavra de Deus.

Quanto mais lermos a Bíblia, mais sábios nos tornaremos. Ela orienta-nos em todos os nossos caminhos; consola-nos quando nenhum consolo humano é possível; mostra-nos a estrada do Calvário e leva-nos ao lar celestial. A Bíblia é o único livro contemporâneo de todas as épocas;jamais envelhece nem caduca (Texto adaptado do livro As Disciplinas da Vida Cristã, CPAD).

Querido(a) professor(a), nesta faixa etária os seus alunos gostam de atividades lúdicas que incentivem o aprendizado de forma divertida. A nossa sugestão para esta lição é que você use o conhecido jogo de forca para que os alunos possam descobrir o versículo de 2 Timóteo: “Pois toda a _ _ _ _ _ _ _ _ _ Sagrada é _ _ _ _ _ _ _ _ _ por Deus e é útil para _ _ _ _ _ _ _ a verdade, _ _ _ _ _ _ _ _ o erro, _ _ _ _ _ _ _ _ as faltas e _ _ _ _ _ _ _ a maneira certa de viver.”.2 Timóteo 3:16 

“Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver.”.2 Timóteo 3:16 

sábado, 13 de julho de 2013

O REI DESOBEDIENTE - LIÇÃO 02 JUNIORES 3º TRIMESTRE 2013


Leitura Bíblica: 1 Samuel 14.47-52;15.1-35

 Caro professor da classe de Juniores, a paz do Senhor! Neste domingo a lição a ser estudada tem como tema central a desobediência. No domingo anterior falamos de Saul e de sua coroação. Ele foi o primeiro rei de Israel.

Saul poderia ter sido um excelente rei, mas infelizmente a sua carreira foi marcada por atitudes rebeldes e ações desobedientes. Não que ele não pudesse fazer as coisas certas; ele não fazia as coisas certas. Saul é um exemplo que não pode ser seguido. A obediência é essencial para uma vida cristã bem-sucedida.

Deus também requer obediência de seus alunos. Pode ser difícil ensinar sobre obediência em um mundo que tende a rejeitar a noção da verdade absoluta, há coisas certas e erradas em todos os lugares e para todas as pessoas. Mas felizmente o fato de que as ações certas e erradas têm consequências óbvias é algo que facilita sua tarefa. Por exemplo, a mentira com frequência, leva à traição e à quebra de relacionamentos. O vangloriar-se pode incitar a inveja. Por outro lado, viver no caminho de Deus leva à verdade, ao respeito, à generosidade, à benignidade, ao amor e a um ótimo relacionamento com Deus.

 Converse com as crianças que Deus não nos diz para fazer as coisas de determinada maneira a fim de nos controlar, ou para nos deixar infelizes.

Ele faz isso porque sabe como tornar a vida melhor: “Porque eu bem sei os pensamentos que pendo de vós, diz o Senhor: pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais”, (Jr 29.11). Professor ajude as crianças a perceberem a razão das regras e quem está por trás delas, Deus.

 Sabemos que seguir o caminho de Deus nos leva ao melhor tipo de vida que há, esse tipo de vida não é necessariamente o mais fácil. Aqui na terra, podemos ter problemas ao agir de maneira correta. Afinal pessoas já foram assassinadas por obedecerem a Deus. Comente com as crianças que o verdadeiro sucesso nesta vida é agradar a Deus e obter a vida eterna.

Texto adaptado dos livros: 365 Lições de Vida Extraídas de Personagens da Bíblia e Ensine Sobre Deus Ás Crianças, CPAD

sábado, 6 de julho de 2013

DEUS OU UM REI? - LIÇÃO 01 - JUNIORES - 1º TRIMESTRE 2013





Texto Bíblico:1 Sm 8.1-10.25
Para a aula deste domingo, gostaríamos de levá-lo a uma reflexão a respeito de sua prática educativa na Escola Dominical.

Em primeiro lugar, o que é ser criança para você? O que é infância? Por que você é professor de Escola Dominical? Por que você escolheu dar aulas para a turma de 7 e 8 anos? Você gostaria de ser seu aluno? Você gostaria da sua sala de aula? Você gostaria da sua aula? Suas aulas têm provocado mudanças de atitude e comportamento nos alunos? Pense a respeito dessas questões e anote as respostas numa folha de papel.

Em seguida, leia o pequeno trecho abaixo, medite em suas respostas para as perguntas acima e busque soluções para melhorarem seu fazer pedagógico.

É importante observar e compreender a criança, a fim de lhe propiciar oportunidades de conhecer a si própria e a realidade mediante experiências ricas e significativas. Além disso, é fundamental também que o professor estabeleça um diálogo entre sua prática e o significado do universo infantil. É preciso que ele compreenda a criança não somente sob sua perspectiva, mas do próprio ponto de vista da criança.

Jamais esqueça o planejamento de suas atividades, pois isso gera improvisação, falta de objetividade e organização, e desinteresse das crianças.

Contudo, seja flexível, não desperdice os imprevistos ocorridos na aula proporcionados pelos alunos.

Por fim, após o encerramento de cada aula, reserve um momento para refletir sozinho e outro momento para trocar experiência e discutir com outros professores assuntos relacionados à sua experiência, a fim de aperfeiçoar seu ministério.
Sugestão de atividade:

quinta-feira, 4 de abril de 2013

EU CONSEGUI! LIÇÃO 1 - 2º TRIMESTRE 2013



Texto Bíblico: Josué 14.1-14



CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Josué e o sacerdote Eleazar voltaram-se para a tarefa de delimitar os territórios designados às demais tribos (Js 14.1-5). Primeiro vieram os líderes de Judá, representados pelo ancião Calebe. Josué foi lembrado das promessas que Moisés fizera a Calebe de que este receberia uma parte da terra em que havia estado como espia do povo. Isto, informou Calebe, havia acontecido quarenta e cinco anos antes, quando ele estava com quarenta anos. A missão de espionar a terra tinha se dado no segundo ano após o êxodo (1445 a.C.); logo, o lembrete de Calebe a Josué deve ser datado por volta de 1399, ou seja, sete anos após o início da conquista.  Quando os espias retornaram, Calebe e Josué encorajaram o povo de Israel a entrar em Canaã, não obstante a presença dos enaquins nas regiões montanhosas do sul. Agora, Calebe usava a mesma força contra os mesmos gigantes, e foram-lhe dadas a cidade de Hebrom e outras cidades dos enaquins nas regiões montanhosas do sul.

Agora, Calebe usava a mesma força contra os mesmos gigantes, e foram-lhe dadas a cidade de Hebrom deve ter sucedido essa requisição (Js 11.21,22; 15.13-19; Jz 1.9-15).” (História de Israel no Antigo Testamento. CPAD. p.133)

ATIVIDADES

O pastor César Moises Carvalho no livro O Marketing para Escola Dominical apresenta algumas sugestões de como transformar as necessidades em oportunidades para atrair, conquistar e manter alunos na EBD.

1.    Os alunos são o mais importante e devem ser servidos por toda a equipe envolvida na EDB.

2.    Comunique o conteúdo, tendo em mente as necessidades e o interesse dos alunos.

3.    Faça aplicações relacionadas às necessidades dos alunos.

4.    Procure identificar o que está desvirtuando a atenção do aluno durante o processo de atração pela aula.

5.    Descubra as necessidades do aluno, concentre-se nela, preveja-a, sinta e supra esta necessidade.

Que o Senhor lhe conceda um trimestre abençoado!

sexta-feira, 22 de março de 2013

UM SONHO QUE PARECE IMPOSSÍVEL - LIÇÃO 12 JUNIORES


Texto Bíblico: Gênesis 45.1-28; 46.28-34; 47.1-12



Crescendo na graça e no conhecimento

“Deus usou até as más ações dos irmãos de José para cumprir seu plano definitivo. Ele enviou José adiante para preservar vidas, salvar o Egito e preparar o caminho para o início da nação de Israel. Deus é soberano. Seus planos não são ditados por ações humanas. Quando outros intentarem mal contra você, lembre-se que eles são apenas ferramentas de Deus. Como disse José a seus irmãos: ‘Vós bem intentastes mal contra mim, porém Deus o tornou em bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar em vida a um povo grande’ (50.20).

A fidelidade de José teve influência sobre toda a sua família. Quando estava na cova e na prisão, José deve ter questionado a respeito do seu futuro.

Entretanto, ao invés de desesperar-se, ele fielmente obedeceu a Deus e fez o que era certo. Nestes versículos vemos um dos fascinantes resultados. Nem sempre podemos ver os efeitos de nossa fé, mas podemos estar certos de que Deus honrará a nossa fidelidade.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. 

CPAD. p.74-76).

ATIVIDADE

Aproveitando que a lição deste domingo traz muitas notícias para José e sua a família, estaremos dando algumas dicas de como elaborar um jornal com seus alunos a respeito da vida de José.

Defina as equipes e estipule funções básicas para cada uma delas.

Quem será o responsável geral pelo jornal (o editor), aqueles que devem escrever as reportagens, os que devem criar os desenhos para ilustrar as reportagens, e os irão rever tudo que os outros fizeram para ver se não está faltando nada, se não existe algo errado.

sábado, 26 de janeiro de 2013

DESTRUÍRAM MEUS SONHOS - LIÇÃO 4 JUNIORES 2013




Texto Bíblico: Gênesis 37.20-24



CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Nos planaltos da Palestina central, os rebanhos se espalhavam em vasta extensão territorial para encontrar pastagem. Já fazia certo tempo que os filhos de Jacó tinham ido apascentar os rebanhos perto de Siquém, e ele desejava informações sobre o bem-estar dos filhos. Lembrou-se indubitavelmente do perigo de vingança devido ao ataque dos filhos ao povo da terra. Jacó enviou José em viagem a Siquém, que distava aproximadamente 96 quilômetros de Hebrom. De um homem amigável em Siquém, José descobriu que os rebanhos tinham ido a Dotã, cerca de 32 quilômetros mais ao noroeste.

Quando José apareceu no horizonte, os irmãos logo conspiraram contra ele. Tiveram intenção assassina, mas tramaram de forma que ninguém descobrisse o envolvimento deles. O álibi seria uma besta-fera o comeu. Esperavam anular a força preditiva dos sonhos de José. Mas um dos irmãos discordou. Rúben não apaoiaria plano para derramar sangue, e os persuadiu a prender o menino numa cova, ou cisterna, ali perto. Sua intenção era libertar José secretamente, para então voltar para o pai.” (Comentário Bíblico Beacon. CPAD. vol.1.p.107-108).
 
SAIBA MAIS


Práticas de Leitura / Escrita

1. Contra a imposição de livros, pelo gosto de ler!

Em nome de criar o hábito da leitura, as escolas têm gerado aversão pelos livros. No lugar do hábito de ler, então, propomos que se busque criar o gosto de ler. Por que a obrigatoriedade do livro único, com dia marcado para ler? Ler é um prazer e não se pode obrigar ao prazer.

2. Livro certo para a idade certa? Livros adequados às séries escolares?

Dia certo para terminar a leitura? Livro único para toda a turma? Por quê?

Contra o afã de normatizar, escolarizar e didatizar a leitura, pensamos: livros são objetos de cultura e como tais merecem ser descobertos, conhecidos, apreciados (ou não), discutidos, lidos. Por que aprisioná-los em classes, grades curriculares, idades, fases? Por que homogeneizar quando a pluralidade é o que caracteriza o ser humano e os processos humanos?

3. exercícios de interpretação — ou práticas de leitura?

Textos literários, poesias, letras de música submetidos a exercícios repetitivos onde crianças, adolescentes e adultos — todos submetidos a alunos — mais do que praticar a leitura, que é sempre e necessariamente interpretação, buscam um suposto sentido único que teria o texto! E quem define que sentido único é o correto? Com freqüência nem o professor, também este submetido a manuais que ditam o ler, como entender, preencher lacunas, completar frases, numerar colunas, sublinhar, marcar, blábláblá e blá.

4. Textos escritos para serem lidos ou para serem corrigidos?

Os professores têm sido leitores dos textos de seus alunos? E os outros parceiros da turma: lêem os textos dos colegas? Ou os textos são objeto de uma sádica busca de erros de ortografia, concordância ou regência, ficando a tarefa do professor resumida a assinalar-apontar-marcar erros?

Se se quer ensinar regras, que se proponha atividades específicas para essa finalidade! Por que invadir a produção textual tornando-a lugar de martírio? Não será a procura do eros da leitura e da escrita bem melhor que a caça aos erros?

(Sonia Kramer, 1995, p.156-157)                                                                                                                                                                      




sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

SONHANDO COM O FUTURO - LIÇÃO 02 JUNIORES 2013




Leitura Bíblica: Gênesis 37.9-11



José não podia guardar os sonhos que ele continuava tendo. Eles eram visões de Deus sobre o futuro. Mas José estava, com certeza, um tanto ansioso para compartilhar esses sonhos com seus irmãos, que já tinham ciúmes da grande afeição de seu pai Jacó pelo garoto.

Os sonhos de José eram obviamente relances do futuro – pinçadas divinas do que estava adiante da família de Jacó no Egito.

O senso comum parecia dizer: “Eu devia guardar esses sonhos só para mim. A situação com seus parentes já é instável o suficiente”.

Mas José, obviamente jovem e imaturo, tagarelou tudo.  E os resultados eram o que já poderíamos esperar.

Enquanto a auto-segurança e confiança são qualidades admiráveis, precisamos ter cuidado para que não nos tornemos encrenqueiros e vangloriosos. 

Ninguém gosta de fanfarrões. Lembre-se da sabedoria de Provérbios 27.2: “Seja outro o que te louve, e não a tua boca, o estrangeiro, e não os teus lábios”. 

Resista à pressa de tornar-se melhor diante dos outros. Aqueles que se exaltam, dizem as Escrituras, serão humilhados. Sua confiança em Deus deve ser discreta e humilde (Texto extraído do livro 365 Lições de Vida Extraídas de Personagens da Bíblia).

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

TUDO COMEÇOU COM UM SONHO LIÇÃO 01 JUNIORES




Texto Bíblico: Genesis 37.1-8



Sonho [do latim. Somnium] conjunto de fenômenos psíquicos – imagens, atos, ideias, etc. – que ocorrem durante o sono.

Nos tempos bíblicos, o sonho era um dos meios usados por Deus para se comunicar com os seus servos (Nm 12.6).

Os sonhos seriam dado também como promessas (Jl 2.28-31). Todavia, há que se tomar muito cuidado com os sonhos, pois muitos deles são apenas o reflexo de nossas aflições e cuidados (Ec 5.7) (Dicionário Teológico do pastor Claudionor de Andrade,CPAD).

Os sonhos de José foram dados pelo Senhor. Deus estava preparando o jovem para uma grande mudança em sua vida. José era o filho predileto de Jacó porque era filho da mulher que ele amava, Raquel. Os sonhos de José causaram espanto e inveja em seus irmãos. Os sonhos de José diziam que seus irmãos o serviriam. O irmão mais novo governando os mais velhos. Isso para eles era algo inadmissível. 

Todos nós temos sonhos e desejos. Muitos desses sonhos se realizarão ou não, tudo depende da vontade absoluta de Deus. Deposite seus sonhos nas mãos do Senhor, pois Ele é quem pode transformá-los em realidade. 


sábado, 27 de outubro de 2012

UM POR TODOS E TODOS POR UM - LIÇÃO 04 JUNIORES


Texto Bíblico: Atos 4.32-37; 5.1-10



O Espírito de Deus em Pedro viu o princípio da incredulidade que reinava no coração de Ananias. Qualquer que tenha sido a insinuação de Satanás, este não poderia ter enchido o coração de Ananias com esta maldade, se ele não houvesse consentido. A falsidade dele foi o intento de enganar o Espírito de Verdade, que falava e agia tão manifestamente por meio dos apóstolos. O delito de Ananias não foi reter parte do preço do terreno; poderia ter ficado com tudo se quisesse; seu delito foi tentar impor-se sobre os apóstolos com uma mentira espantosa unida à cobiça, com o desejo de ser visto. Se pensarmos que podemos enganar a Deus, fatalmente enganaremos a nossa própria alma. Como é triste ver as relações que deveriam estimular-se mutuamente às boas obras, endurecerem-se mutuamente no que é mau! Este castigo, na realidade foi uma misericórdia para muitas pessoas. Ele faria as pessoas examinarem a si mesmas rigorosamente, com oração e terror da hipocrisia, cobiça e vanglória, e a continuarem agindo assim. Impediria o aumento dos falsos crentes. 

Aprendamos com isto quão odiosa a falsidade é para o Deus da verdade, e não somente evitar a mentira direta, mas todas as vantagens obtidas com o uso de expressões duvidosas e de significado duplo em nosso falar (HENRY, Matthew. Comentário Bíblico. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2002, p.891).


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

MISSÃO IMPOSSÍVEL - LIÇÃO 01 - JUNIORES - 4º TRIMESTRE 2012


Texto Bíblico: Atos 1. 1-11



Professor explique aos alunos com bastante entusiasmo que: O Livro de Atos tem de tudo – intervenção sobrenatural, milagres assombrosos, pregações poderosa, fugas de tiras de fôlego, viagens angustiantes, decisões de vida ou morte, dramas em julgamentos, resgates emocionantes, ação ministerial e aventura! Comente que o Livro de Atos prende  a atenção, desperta  a imaginação e que flora as emoções, pois ele é real.

Professor medite neste livro,lembre-se que:quando nós vimos os discípulos pela primeira vez, eles estavam fugindo apavorados e abandonando o seu Senhor (Mt 26.56). Fugindo, negando, desapontados e chorando, estes homens pareciam os candidatos menos prováveis para estar proclamando corajosamente o Evangelho. Ainda assim, foi isto o que aconteceu. Pedro, Tiago, João e os demais tinham sido transformados de covardes a corajosos, de pessoas que discutiam a oradores, de egoístas a abnegados. Depois a eles se uniu Paulo, que tinha sido milagrosamente transformado por Deus.

O que fez a diferença? O Livro de Atos revela a resposta profunda. Ao ler sobre o Espírito Santo, as dádivas, a perseguição, o poder, a dramática conversão de Paulo, e a rápida disseminação do Evangelho além de Jerusalém, e da Judeia até os confins da terra, procure ver-se nas histórias. Peça a Deus para transformar você no tipo de pessoa que Ele pode usar para mudar o seu  mundo.

Texto extraído e adaptado do Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal. Vl 1,p. 613. CPAD

terça-feira, 7 de agosto de 2012

A IGREJA SOU EU E MAIS...- LIÇÃO 07 JUNIORES


Leitura bíblica: Atos 2.42-47



CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Ministério e Missão da Igreja


Como um corpo, um organismo vivo, a Igreja deveria crescer para a maturidade, ‘à medida da estatura completa de Cristo’ (Ef 4.13; cf. vv.14-16). Como ajudar para esse desenvolvimento, Cristo deu alguns dons à sua Igreja, sob a forma de homens que realizariam várias tarefas. Alguns eram apóstolos, e outros eram profetas, evangelistas e pastores-doutores, para equipar os santos para a obra do ministério (Ef 4.11,12). Como os membros da Igreja eram batizados no Espírito Santo, cada um tinha um dom espiritual, ou mais, para edificar os outros na comunidade de crentes (1 Co 12.4-13; Rm 12.3-8; Veja Dons Espirituais). Cada um deveria servir de acordo com sua chamada e com sua habilidade (1 Pe 4.10,11).

A Igreja também deveria crescer no sentido de expansão. Cada crente deveria ser uma testemunha de Cristo por meio do poder do Espírito Santo (At 1.8), levando o evangelho a todas as criaturas, e fazendo discípulos em todas as nações (Mc 16.15; Mt 28.19; veja Comissão, A Grande).

Embora todos os crentes tivessem uma posição igual perante Cristo, o Cabeça, a Igreja organizou-se com a finalidade de assegurar seu funcionamento prático e ordenado aqui na terra. De certo modo, os apóstolos e os profetas eram sua fundação (Ef 2.20), os representantes autorizados por Jesus Cristo para completar a revelação de sua Palavra para seu povo. Nesse sentido básico do apostolado, não poderia haver sucessão dos apóstolos depois daqueles que haviam testemunhado o ministério e a ressurreição do Senhor Jesus (At 1.21,22; veja Apóstolo). Os apóstolos instituíram os diáconos (At 6.1-6) e os anciãos (ou presbíteros; At 14.23; 20.17-38; Fp 1.1; 1 Tm 3.1-7; Tt 1.5-9; 1 Pe 5.1-4; Tg 5.14) para presidir as igrejas locais e dar-lhes a orientação necessária.

Qualquer que fosse a função na qual cada crente servisse, é importante observar que ele era escolhido e então guiado e capacitado pelo Espírito. De uma forma não especificada, o Espírito Santo revelou que Barnabé e Paulo deveriam ser enviados como missionários (At 13.1-3). Da mesma forma, os anciãos de Éfeso foram estabelecidos como líderes da comunidade pelo Espírito (At 20.28). Uma declaração profética acompanhou os dons espirituais conferidos a Timóteo em sua consagração (1 Tm 4.14). Paulo e Silas foram conduzidos a Troâde pelo Espírito (At 16.6-8).

Dessa forma, o principal ministério da Igreja consistia em servir ao seu Senhor (At 13.2a), adorá-lo como sacerdotes por meio do Espírito que habita dentro de cada um (Fp 3.3) e fazer sua vontade na terra, realizando sua obra por meio do poder do seu Espírito (Jo 14.12,16,17). A presença do sobrenatural tem caracterizado a Igreja em todos os momentos.” (Dicionário Wycliffe. CPAD. p-952).

SAIBA MAIS

“ O entusiasmo é contagioso, e não deve ser falso. Quando você é apaixonado pelo seu tema, quando os alunos vêem que você acha isso interessante e importante, você os atrai. Não é necessário ‘vender’ nada, somente transmitir o seu fervor, o seu zelo. Se essas coisas parecem faltar, comece com um sorriso. Esta simples ferramenta faz maravilhosas. E quando você encontrar o humor no seu tema, e nas situações cotidianas, magnetizará o interesse dos seus alunos como ninguém mais poderá fazer.

Como cristão, a sua paixão pela vida deve ser evidente em tudo o que você faz e diz. Afinal, você pertence ao Senhor do universo, e Ele tem planos pessoais e maravilhosos para a sua vida. Aquele Deus que criou os girassóis e as estrelas lhe ama como se você fosse seu próprio filho. É perfeitamente aceitável ficar entusiasmado com isso!

Ensinar significa compartilhar a criação gloriosa de Deus, a história do pó da terra que Ele transformou em homens. Quando você sentir esse poder na sua vida diária, por meio da oração, da Palavra de Deus, do seu Espírito, os outros irão perceber alguma coisa diferente em você. Eles até mesmo poderão perguntar o que é.” (Graça diária para professores. CPAD.p-115).


ATIVIDADES

Construa um mural temático com as crianças a respeito da igreja. Minha sugestão é a seguinte: Reproduza a silhueta do globo terrestre numa folha de papel pardo. Depois desenhe mais ou menos os continentes. Divida as crianças em cinco grupos referentes aos cinco continentes. Elas deverão desenhar uma igreja e escrever o nome do continente. Exemplo: IGREJA DA AMÉRICA DO SUL. Ao final, cada grupo deverá colar a sua igreja no continente correspondente. Quando todos terminarem, enfatize que a igreja de Cristo, que irá morar no céu, é composta dos crentes de todos os continentes. Se possível, encerre este momento com um cântico bastante animado.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

JESUS ENSINA SOBRE O PODER DO SEU NOME - LIÇÃO 02 JUNIORES



Texto Bíblico: Lucas 10.1,17-20

E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam (Lc 10.17). Eles estavam, maravilhados com o poder miraculoso que lhes fora permitido exercer. Estavam jubilosos com a lembrança de suas realizações. Mas Jesus lhes mostrou que sua alegria não era correta, pois tinha o foco errado. Entretanto, Ele não os repreendeu por sua alegria ao verem o reino de Satanás sofrer perdas.

Cristo os advertiu para não fazerem do poder sobre os demônios ou do sucesso no ministério, uma fonte fundamental da sua alegria. Devem alegrar-se, sim, por estarem redimidos do pecado e destinados ao céu (Mt 7.22,23).

Boa ideia!

Você vai precisar de papel ofício, caneta hidrográfica, giz de cera branco e lápis de cor.
No topo da folha escreva: Este nome tem todo o poder.
Com o giz de cera branco escreva o nome Jesus.
Entregue uma folha para cada criança e peça a eles para pintarem a folha com o lápis de cor deitado. Gradativamente o nome Jesus aparecerá.
Obs. Este trabalho deve ser feito no início da aula.

Bibliografia

Comentário Bíblico Beacon vl 9. Rio de Janeiro. CPAD: 2006.

Bíblia de Estudo Pentecostal, Rio de Janeiro: CPAD, 2002.



terça-feira, 3 de janeiro de 2012

JESUS É O MESTRE DOS MESTRES - JUNIORES -LIÇÃO 01 - 1º TRIMESTRE 2012





Texto Bíblico: Lucas 2.40-52
Como verdadeiro homem, Jesus experimentou o crescimento físico e mental. Crescia em sabedoria conforme a graça de Deus. Era perfeito quanto à natureza humana, prosseguindo para a maturidade, segundo a vontade de Deus.
Segundo o evangelho de Lucas, Jesus aos doze anos de idade compareceu com a sua família à Festa da Páscoa em Jerusalém. A festa durou sete dias. Jesus teve, evidentemente, uma considerável liberdade durante esses dias. Ele deve ter conhecido os planos para a viagem de volta. Então seus pais supuseram que Ele estivesse em algum lugar no meio da multidão de pessoas, que juntamente com eles, estavam voltando para casa. Duas coisas poderiam justificar essa liberdade que Ele teve. A primeira é o fato de que os meninos – como também as meninas – na Palestina são muito mais maduros ao doze anos de idade do que na Europa do norte ou no Ocidente. A segunda é a confiança que José e Maria indubitavelmente depositavam nEle e no seu julgamento. A confiança deles era suficientemente grande para permitir que viajassem um dia inteiro antes de se preocuparem.
Depois de ficarem alarmados, primeiramente o procuraram entre os parentes e os conhecidos que estavam viajando na mesma direção. Somente depois que essa busca tornou-se infrutífera, é que eles voltaram a Jerusalém para procurá-lo. Encontraram Jesus assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os, não eram médicos, mas sim doutores da Lei. Eram rabinos ou professores. Esses grupos de discussão eram comuns, e talvez algumas vezes os meninos pudessem ser ouvintes. Mas aqui Jesus não era um espectador interessado; Ele era um participante e todos os que o ouviam admiraram-se de sua inteligência. Ele não estava apenas fazendo perguntas, como faria um discípulo, mas também dando respostas (como uma autoridade).
Boa idéia!
Você vai precisar de uma cartolina branca ou quadro-de-giz, caneta hidrográfica ou giz e apagador.
Escreva na cartolina ou no quadro-de-giz o nome de Jesus. Depois, solicite às crianças que escrevam dizeres que exaltem o nome de Jesus.Como estamos no início de um novo ano,você pode sugerir como atividade aos juniores:
Distribua entre eles pedaços de cartolina verde( o suficiente para que consigam contornar a mão) e peça que contornem o formato de sua mão e recortem,depois deverão escrever quais atitudes deverão ter este ano para que possam como Jesus crescer na graça e no conhecimento.Depois recolha as mãos recortadas e forme a copa de uma árvore.Obs: o tronco da árvore deve ser preparado previamente por você e só deverá ser colado ao final da dinâmica.Boa aula!


Bibliografia
EARLE,Ralph. Comentário Bíblico Beacon. V.6, p.378, 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD 2006

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

ATIVIDADE PARA JUNIORES

Para esta atividade deixe os alunos refletirem livremente,após a conclusão de todos sugerimos uma roda de conversa sobre os presentes escolhidos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

JOEL,O PROFETA DO ESPÍRITO SANTO - LIÇÃO 07 JUNIORES

Texto Bíblico: Joel 1–3 

O livro de Joel foi escrito para advertir Judá (O Reino do Sul) do julgamento de Deus sobre os seus pecados e para instigá-los a retornarem para Deus. A mensagem deste livro foi dada em Judá e estava destinada ao povo dessa tribo.

Professor, pergunte as crianças como elas se sentem quando o professor chega na classe e avisa:Hoje é o dia do teste. Eles sabem que não têm para onde correr. O prazo esgotou – é hora do teste.

Explique aos alunos que Deus tem um prazo também – o momento quando Ele verá quem passou em seu teste. A Bíblia o chama de o Dia do Senhor. O profeta Joel escreveu muito em seu livro sobre o Dia do Senhor. Ele estava avisando o povo de Judá de que o prazo de Deus se aproximava, então eles deveriam retornar para Deus, e adorá-lo, e obedecer-lhe. Aqueles que não passassem no teste de Deus seriam punidos.

Deus julga o pecado, Ele quer que nos acheguemos a Ele para buscar perdão, enquanto ainda há tempo. O senhor diz: ”Voltem-se para mim enquanto ainda há tempo. Entreguem a mim todo o seu coração”. Joel 2.12.

Boa Ideia!


Você vai precisar de papel 40kg, caneta hidrográfica.
Escreva o versículo do dia no papel e faça cortes aleatórios formando um grande quebra-cabeça.
Distribua os recortes entre as crianças e peça - lhes para montarem o versículo. Após a montagem, eles devem recitar o versículo juntos.

ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com