quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

JESUS ENSINA SOBRE O PERDÃO. LIÇÃO 7 JUNIORES


Texto Bíblico: Mateus 18.21-35


A lição da Parábola do Credor Incompassivo, é que o perdão dilui todo o obstáculo emocional negativo quando estamos dispostos a reconhecer que, antes de cobrar a dívida dos que nos devem, temos uma dívida impagável com Deus.

Ao perdoar alguém que nos ofende, devemos fazê-lo de coração, pois o perdão é um dos elementos vitais para a sobrevivência, indispensável para termos uma vida saudável, física, moral e espiritual.

Como já é de seu conhecimento que Pedro perguntou ao Mestre, quantas vezes deveria perdoar o seu irmão. Cristo respondeu que deveria perdoar setenta vezes sete. Essa matemática apresentada por Jesus como resposta a pergunta de Pedro, viria a revolucionar os sistemas de valores morais e espirituais existentes. A tradição estabelecia três ou sete vezes a quantidade para o perdão. Jesus quebrou a matemática legalista dos judeus e, numa linguagem hiperbólica, falou em setenta vezes sete, para indicar um número ilimitado para a capacidade de perdoar o ofensor.

FERREIRA, Dâmaris.
et. al. Revista de Pré-Adolescentes: As Parábolas de Jesus, 2º Trimestre 2010. CPAD


Boa ideia!


Você vai precisar de cartolina branca, caneta hidrográfica vermelha e tesoura.

Recorte quadrados de cartolina branca e entregue as crianças. Solicite que eles escrevam o versículo do dia nos quadrados. Depois peça que elas entreguem esse cartão há alguém que elas acreditam que precisam pedir perdão.

PRESENTES PARA O SALVADOR - LIÇÃO 7 PRIMÁRIOS

Texto Bíblico: Mateus 2.1-23


Sabemos pouco sobre os “três magos” que foram ver o bebê Jesus. Na verdade o pouco que sabemos vem da lenda, não das Escrituras. A despeito do que você pode ter ouvido, não sabemos seus nomes. Ainda que digamos que eram três, a Bíblia nunca diz quantos eram somente que eles deram três presentes. Eles foram ver Jesus algum tempo depois de nascido. Eles avistaram uma estrela no Oriente, a seguiram, pois sabiam que ela anunciava o nascimento do Messias. Os presentes dos Magos eram ouro, incenso e mirra. A providência divina os mandou como socorro oportuno para José e Maria, em sua atual condição de pobreza. Assim nosso Pai celestial, que sabe de que necessitam seus filhos, usa alguns como mordomos para suprir a necessidade dos demais e dar-lhes o provimento desde os confins da terra.


Boa ideia


Você vai precisar de caixas de papelão, papel de presente, fitas colorida, tesouros e fita adesiva.

Peça às crianças para, escreverem nome de Jesus e enfeitá-lo com purpurina ou cola colorida.
Depois elas devem colocar o “nome de Jesus” dentro da caixa e encapar com o papel de presente e as fitas coloridas.

Elas devem escolher um amigo não crente e entregar a caixa. Depois eles devem explicar que o que tem dentro da caixa é o melhor presente que Deus poderia ter nos dado.


Bibliografia:

HENRY,Matthew. Comentário Bíblico. Rio de Janeiro:CPAD,2002.

KENDRICK,Michael. 365 Lições de Vida Extraídas de Personagens da

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

PREPARE-SE! LIÇÕES BÍBLICAS SEGUNDO TRIMESTRE DE 2010

No 2º trimestre de 2010 a Lição Bíblica de Jovens e Adultos da CPAD terá como tema "Jeremias, Esperança em Tempos de Crise", e será comentada pelo pastor Claudionor de Andrade. Os temas dos estudos semanais serão os seguintes:

1. Jeremias, o profeta da esperança
2. Os perigos do desvio espiritual
3. Anunciando ousadamente a Palavra de Deus
4. Chorando aos pés do Senhor
5. O poder da intercessão
6. A soberania e a autoridade de Deus
7. O cuidado com as ovelhas
8. O poder da verdadeira profecia
9. Esperando contra a esperança
10. O valor da esperança
11. O dilema de um jovem
12. A opção pelo povo de Deus
13. Esperança na lamentação
Extraído do Pr Altair Germano

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

SUGESTÃO DE PLANO DE AULA


Uma aula bem organizada começa com um bom plano de aula o exemplo aqui apresentado inclui elementos que a maioria dos professores precisa para preparar uma aula bem organizada.
Extraído do livro de David Merkh e Paulo frança da Editora Hagnus.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

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LEITORES FUNCIONAIS



Com a correria do dia-a-dia, muitos de nós acabamos adquirindo o hábito de fazermos nossas atividades às pressas, sem dedicar-lhes um tempo adequado, ou mesmo um momento de maior concentração. É o caso da leitura. Com a “desculpa” da falta de tempo, muitos têm abdicado dessa preciosa ferramenta na aquisição de conhecimento. Alguns, até folheiam páginas, mas não refletem sobre o que as palavras diante de seus olhos tentam lhe dizer.
Esse problema é vivenciado em todas as esferas da sociedade e atinge também os alunos da Escola Dominical. Ciente de seu papel, que ultrapassa a esfera das aulas dominicais, o professor de ED pode e deve auxiliar sua classe e trabalhar para tornar seus alunos leitores funcionais.
Leitor funcional, como explica o autor do artigo de capa desta edição, é aquele que, ultrapassando as fases primárias e mecânicas da leitura, é capaz de extrair o máximo proveito de um livro e de dialogar com o texto.
Em resumo, é aquele leitor que ama a literatura de qualidade, que investe momentos precisos do dia para se dedicar ao hábito, que tem interesse e curiosidade em expandir conhecimento e, que, acima de tudo reconhece o valor que a leitura pode proporcionar em sua vida.
Citando Edmund Burke, em um dos momentos do artigo, o autor do texto destaca que “ler sem refletir assemelha-se a comer sem digerir”. Se você tem agido assim, aproveite o início do ano para refletir sobre essa postura e mudar procedimentos. Que tal começar já?
Extraído do site da CPAD

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

POR QUE DEVEMOS FREQUENTAR A ESCOLA DOMINICAL?

LIÇÃO 6 ADULTOS E JOVENS - O MINISTÉRIO DA RECONCILIAÇÃO


Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 5.14,15,17-21


Introdução

I. A Vida Presente e a Futura (5.1-10)

II. O Amor de Cristo Constrange e Transforma (5.11-17)

III. O Ministério da Reconciliação (5.18-21)

Conclusão

Palavra-chave: Reconciliação

I. A Vida Presente e a Futura (5.1-10)

“Pela revelação de Deus em Cristo, Paulo está certo de ‘que, se a nossa casa terrestre... se desfizer, temos de Deus um edifício’. O caráter transitório da vida na terra é expresso pela metáfora familiar de um tabernáculo que pode ser desmontado a qualquer tempo (cf. Hb 11.8-10). Quando isto acontecer, Paulo já possui, por fé, ‘uma casa não feita por mãos’, eterna, nos céus’ (cf. Cl 2.11; Hb 9.11). A linguagem de Marcos 14.58 é surpreendentemente similar: ‘Nos ouvimos-lhe dizer: Eu derribarei este templo, construído por mãos de homens, e em três dias edificarei outro, não feito por mãos de homens’. A esta afirmação sobre Jesus, como ocorre no Evangelho de João, o evangelista acrescenta: ‘Ele falava do templo do seu corpo’ (Jo 2.21). Paulo relaciona a ressurreição de Cristo com a igreja, como o corpo de Cristo, e usa a imagem do templo para o último (6.16; 1 Co 3.16). Portanto, um ‘edifício de Deus e uma casa não feita pro mãos’ podem pertencer ao mesmo círculo de idéias”(Comentário Bíblico Beacon. Vol. 8: Romanos a 1 e 2 Coríntios. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 428,429).

“Paulo contrasta nosso corpo terreno com nosso futuro corpo de ressurreição. Ele declara claramente que nosso corpo presente nos faz gemer e quando morrermos não seremos espíritos sem corpos. Teremos novos corpos que serão para nossa vida eterna.

Paulo escreveu desse modo porque a Igreja em Corinto estava cercada pela cultura grega, e muitos crentes tinham dificuldades com o conceito de ressurreição do corpo porque os gregos não criam nisso. A maioria deles via a vida após a morte como algo que acontecia somente com a alma, com o verdadeiro ser que está preso a um corpo físico. Acreditavam que, com a morte, a alma era libertada; não existia imortalidade alguma para o corpo, e alma entrava em um estado eterno. Mas a Bíblia ensina que o corpo e alma não estão permanentemente separados.

Paulo descreve nosso corpo ressuscitado com maiores detalhes em 1 Coríntios 15.46-58. Ainda teremos personalidade e características reconhecíveis em nosso corpo ressuscitado. Mas, por meio da obra de Cristo, nosso corpo está muito melhor do que podemos imaginar. A Bíblia não nos diz tudo sobre o nosso corpo ressuscitado, mas abemos que ele será perfeito, sem deficiências, doenças ou dores (ver Fp 3.21); Ap 21.4).


II. O Amor de Cristo Constrange e Transforma (5.11-17)

• “Porque o amor de Cristo nos constrange (5.14). ‘O amor de Cristo’ é mais frequentemente compreendido como um objetivo e não como um genitivo subjetivo. É o amor que Cristo tem por nós e expressou no Calvário, e não o amor que nós sentimos por Cristo, que exerce força constrangedora na vida do cristão. ‘Constranger’ é sunechei, ‘estar controlando alguém’. Há mais coisas implicadas além da influência moral. O amor de Cristo liberou em nós um poder que não pode ser negado. Esse amor é transformador em caráter, e com muita certeza renovará o crente da mesma maneira que transformou Paulo — que antes era inimigo do Senhor — em seu servo mais dedicado.

[...] Por que o amor de Cristo nos constrange? Porque esse amor encontrou expressão em sua morte por ‘todos’ (aqui, claramente todos os crentes). Portanto, o crente, em união com Jesus, também morreu, e em união com Jesus ressuscitou para uma nova vida (Rm 6.1-14). ‘Para que’ é hina, que aqui expressa propósito mais do que resultado. O que Paulo quer dizer é que por meio da morte de Jesus e nossa união com Ele, Deus pretende trabalhar tanto em nossas vidas que nós chegamos ao lugar em que Paulo está agora — um lugar onde viveremos para Jesus e não para nós mesmos!

O que Paulo fez aqui foi lançar a base teológica na qual ele constrói seu ministério — a grande verdade que modela a maneira como se relaciona com os coríntios e os outros. Paulo não perde a coragem, mesmo quando a igreja de Corinto está dividida por disputas de imoralidade. O apóstolo continua a ministrar com confiança, porque ele está absolutamente convencido de que nada no mundo será capaz de impedir o propósito de Deus na expiação! Deus certamente, cumprirá sua vontade na vida de cada crente. O Senhor fará aquilo que planejou fazer quando deu seu Filho por nós.

Como Deus cumpriu seu objetivo? Unindo-nos a Jesus, para que compartilhemos tanto de sua morte quanto de sua ressurreição. Esta obra realizada pelo amor de Cristo exercerá força impulsionadora na vida do crente, e assim também os crentes de Corinto, certamente, crescerão à semelhança de seu Salvador.

Que verdade vital para ter em mente. Às vezes, parece que damos um passo em direção à vida cristã, somente para retroceder dois. E frequentemente aqueles que amamos parecem indiferentes, inabaláveis pelo chamado de Cristo ao pleno comprometimento. Quando desencorajados, nós podemos ter esperança. Deus certamente realizará seu objetivo em nós e neles. Por meio de seu grande amor, foi introduzido dentro de nós um poder que nós levará, como levou a Paulo, a ‘não viver mais para [nós mesmos], mas para aquele que por [nós] morreu e ressuscitou’ (5.15)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 375,376).

II. O Ministério da Reconciliação (5.18-21)

“A morte de Jesus foi uma propiciação, no sentido de que Ele pagou o preço que o pecado exige. A morte de Jesus foi redenção, no sentido de que o preço que Ele pagou, comprou nossa liberdade. E a morte de Jesus é reconciliação, no sentido de que ela exibe a graça de Deus e constitui prova de que Deus verdadeiramente perdoa, em lugar de computar nossos pecados contra nós.

A expressão me logizomentos autois, ‘não lhes imputando seus pecados’ reflete uma verdade enfatizada em Romanos 4. Deus não imputa os pecados contra ninguém que tenha fé em Jesus (Rm 4.3; Sl 32.2). O evangelho de Cristo enfatiza o perdão, não a condenação! Deixemos que a lei e nossa consciência nos condenem e nos deixem desconfortáveis a respeito de nossa situação com Deus. Jesus deixa tudo aquilo para trás e nos convida a ir livremente a Deus, certos de que os pecados já não são problema mais em nosso relacionamento com o Senhor.

O que torna este tema tão importante, é que o ‘mistério da reconciliação’ do Novo Concerto divulgado por Paulo mantém esta mesma ênfase! Em seu relacionamento com os coríntios, ele não parece inclinado a computar seus pecados. E ele não os usa contra eles! Ao contrário, ele é positivo e otimista. Olhando além dos problemas atuais, ele diz, com total sinceridade: ‘Grande é a ousadia da minha fala para convosco, e grande a minha jactância a respeito de vós; estou cheio de consolação e transbordante de gozo em todas as nossas tribulações’ (7.4).

Paulo está absolutamente convencido de que o amor de Cristo é a influência controladora na vida dos coríntios, e que eles chegarão à posição em que, como Paulo, viverão alegremente para o Senhor e não para si mesmos. O papel de Paulo não é culpar ou condenar, mas continuar a expressar a confiança que ele tem na obra de Cristo dentro deles — e expressando esta confiança, ajudar os coríntios a viver mais e mais em harmonia com o Senhor” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 376-377).

Extraído de:

RICHARDS, Lawrence. Guia do Leitor da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2005, p. 896.

RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 310-11

Auxílio para lição 6 Juniores

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JESUS ENSINA SOBRE A ORAÇÃO - LIÇÃO 6 JUNIORES

Texto Bíblico: Mateus 6.5-13


Você quase pode ver a angústia estampada na face dos discípulos, no momento em que eles estavam ao redor do Mestre Jesus. Um deles, talvez Pedro, assume o papel de porta-voz do grupo. Em vez de pedir: “Senhor, ensina-nos como orar”, ele rompe o silêncio e diz: “Senhor, ensina-nos a orar agora!”(Lc 11.1).

Suas palavras demonstravam tanto ansiedade quanto expectativa. Por diversas vezes, viram Jesus se retirar para lugares isolados, e maravilhavam-se ao ver a serenidade que o Mestre apresentava após aqueles momentos. É bem possível que os discípulos não soubessem o que fazia a face de Cristo brilhar, porém estavam certos de que, fosse o que fosse, eles também queriam vivenciar esta experiência, e naquele instante!

Certamente os discípulos já ouviram Jesus pregar sobre a oração, especialmente no momento em que Ele apresentou o fascinante Sermão da Montanha (Mt 5-7). No entanto, aquele fora um sermão público, ministrado a uma multidão, e esta era a oportunidade para uma reunião particular. E Jesus, percebendo a ansiedade deles, sabia que teria total atenção.

Havia centenas de orações registradas nas Escrituras, as quais o Mestre poderia ter chamado a atenção dos discípulos naquele dia. Por exemplo, a maravilhosa oração de Salomão, narrada no segundo livro das Crônicas. Jesus também poderia ter respondido aos discípulos, mencionando as orações de Josué, Jefté e, além dessas, a de Jabez. Entretanto, não fez isso. Jesus sabia que seus discípulos nunca compreenderiam plenamente os exemplos de oração, se não entendessem primeiramente os princípios da oração. É exatamente por isso que Ele nos deixou seu modelo de oração.

Não nos deu um mantra; deu-nos um padrão de oração, e os discípulos aprenderam perfeitamente. Na verdade, até mesmo uma leitura superficial das epístolas nos revela o quanto assimilaram bem aquela lição. Em poucos anos, eles viraram o Império Romano de cabeça para baixo!

Professor, ensine aos alunos que da mesma forma que a oração de Jesus revolucionou a vida dos apóstolos, pode transformar a vida deles também. Incentive aos alunos a terem uma vida de oração.

Boa ideia!

Você vai precisar de uma caixa de presente lacrada e com uma fenda no centro, retângulos de papel ofício e lápis preto.

Entregue a cada aluno um retângulo e um lápis. Eles devem escrever um pedido de oração e colocar dentro da caixa. Escolha um por orar todos os dias pelos pedidos, e trazer a caixa no próximo domingo e entregar a outra criança e assim sucessivamente até que todos tenham participado. Durantes os domingos dê oportunidade para que os alunos testemunhem as respostas de oração.

Lição 06 - O Menino Jesus conversa com os professores -JARDIM DE INFÂNCIA

I - De professor para professor

· Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que Jesus amava a Casa de Deus.

· A palavra-chave deste domingo é “conversar”. No decorrer da aula diga: “Jesus conversou com os professores”.

II – Saiba Mais

Jesus Cristo era humilde e estava disposto a renunciar aos seus direitos para obedecer a Deus e servir ao povo. Devemos, assim como Cristo, adotar atitude de um servo e servir pelo amor que temos a Deus e aos nossos semelhantes, e não por qualquer sentimento de medo ou culpa. Lembre-se: Você pode escolher a atitude que vai tomar. Pode viver na expectativa de ser servido ou procurar oportunidades de servir aos outros. Veja Marcos 10.45 para mais detalhes sobre a atitude que o Senhor Jesus Cristo demonstrou em relação a servir.

Sem deixar de ser Deus, Ele se tornou um ser humano, o homem chamado Jesus. Para tornar-se humano, Ele não desistiu de sua divindade, mas deixou de lado o direito à sua glória, poder e sabedoria. Jesus de Nazaré estava sujeito ao lugar, ao tempo e a muitas outras limitações humanas. O que tornou essa humanidade única e especial foi sua isenção de pecado.

Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, p.1663. CPAD

III – Conversando com o Professor

O ensino da Palavra de Deus é uma obra espiritual, significa a cultura da alma. Ganhar o aluno para Cristo é apenas o início da obra: é mister cuidar em seguida da formação dos hábitos que formam o caráter ideal modelado pela Palavra de Deus. São os hábitos que formam o caráter: este influi no destino da pessoa. Professor cabe a você desenvolver a espiritualidade dos alunos e o caráter cristão.

Manual da Escola Dominical, p 120. Rio de Janeiro:CPAD

IV – Sugestão

Você vai precisar de papel quarenta quilos e caneta hidrográfica preta.

Procedimento: Dobre o papel, formando um grande leque. Depois com o auxilio da caneta hidrográfica e escreva no leque o versículo do dia.Dobre-o novamente e prenda-o com um pedaço de elástico.

Apresente o leque às crianças e conforme for lendo o versículo vá desdobrando o leque. Ele deverá ser desfeito aparentando que a folha “cresceu”.

Obs. Se preferir pode confeccionar um para cada criança em versão menor.


VISUAIS PARA LIÇÃO 6 MATERNAL - MULTIPLICAÇÃO DO AZEITE

O AZEITE NÃO ACABAVA - LIÇÃO 6 - MATERNAL

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Texto Bíblico: 2 Crônicas 29.3-10,20,21,25-30

I - De professor para professor

· Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança aprenda que Deus é poderoso.

· A palavra-chave deste domingo é “Milagre”. No decorrer da aula diga: “Papai do céu realiza milagres”.

II Saiba Mais

No livro de 2 Reis lemos o relato da pobre viúva, mãe, e que se achava sozinha numa situação impossível de se suportar por muito tempo: não tinha comida em casa nem meios para se sustentar. Além disso, estava sendo ameaçada por um impaciente cobrador de impostos. Se ela não pagasse a dívida imediatamente, perderia os filhos.

A única coisa que corria a seu favor era que sabia para onde se voltar. Somente Deus poderia fazer um milagre acontecer para mudar a situação. Ela levou o problema até o profeta.

O lugar onde depositamos nossas esperanças determina se receberemos, ou não, um milagre. Se insistirmos em procurar no homem a solução para nossos problemas, continuaremos a nos desapontar. Deus deseja mostrar-se forte em nosso benefício também. Ir a Deus, entretanto, significa pedir, orar e crer que vai receber o que se pediu.

Olhar para Deus em meio aos problemas significa que você parou de repetir as queixas, e resolveu tornar aquela conversa íntima numa oração direcionada para o alto

Texto adaptado do livro: Há um Milagre em sua casa, CPAD


III - Conversando com o professor


“No conceito moderno, ensinar não é apenas transmitir conhecimentos, mas também promover aprendizagem por parte do aluno. Essa aprendizagem não pode ser forçada nem introduzida no educando como o ato de vestir uma peça de roupa. Portanto, ensinar não é apenas ler ou falar diante de uma classe, mas primeiro despertar, motivar e interessar a mente do aluno e em seguida dirigi-la no processo de aprendizagem”

Antônio Gilberto, Manual da Escola Dominical, CPAD

ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com