domingo, 3 de outubro de 2010

O PODER E O MINISTÉRIO DA ORAÇÃO - LIÇÃO 01 JOVENS E ADULTOS



Leitura Bíblica: 1 Crônicas 16.8.10-17,28; Jo.15.16 Introdução I. A Quem orar e quando orar? II. Como orar? III. Onde orar e por quem orar? O Poder e o Ministério da Oração O relacionamento do cristão com Deus Entre os anos de 2004 e 2005, durante as terças-feiras dos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, o pastor Pedro de Santana, líder da Assembleia de Deus em Goioerê, estado do Paraná, encarregou-me de ministrar os estudos bíblicos à igreja. A temática daquele período acabou servindo como sugestão do título da revista Lições Bíblicas desse último trimestre do ano, comentada pelo pastor Eliezer de Lira e Silva, da Assembleia de Deus em Curitiba. Recordo-me que aqueles dias foram responsáveis pelo levantamento de muitas dúvidas que dezenas de membros da igreja — incluindo eu mesmo — tínhamos acerca do assunto. A despeito de ser uma prática milenar e de constituir-se como um dos grandes assuntos da espiritualidade, havendo, justamente por isso, centenas de livros sobre a oração, é natural que dúvidas inusitadas ou assuntos recorrentes surjam. Velhas questões, muitas delas nunca satisfatoriamente respondidas, certamente ainda ocuparão as páginas de obras, inspirarão temas de pregações e estudos e pode ser que elas nos acompanhem até atravessarmos os umbrais da eternidade. Isso obviamente não significa que devemos parar de refletir acerca do assunto, antes, é um convite a que nos debrucemos a respeito do tema, a fim de não reproduzirmos as histerias coletivas que ultimamente tem acontecido por aí. Coincidência, ou não, há poucos minutos li uma reportagem do jornal carioca O Globo, dizendo que duas clínicas de recuperação para dependentes químicos foram fechadas no interior do estado de São Paulo. O motivo? A única “terapia” utilizada para a “cura” dos drogados era a oração. Não tenho como avaliar o caso, pois precisaria de mais elementos, entretanto, de início, entendo que seja qual for a orientação religiosa, nenhuma clínica pode sentir-se autossuficiente e dispensar os serviços de assistência social, psicológica e médica, com a desculpa que é possível recuperar as pessoas apenas com o “trabalho espiritual”. Tal fato aponta para os equívocos que existem a respeito da oração. Perspectivas acerca da oração Um dos nossos grandes erros é achar que conhecemos “muito” (alguns menos lúcidos acham até que sabem “tudo”!) de um assunto, simplesmente por ele ser algo que faz parte do nosso cotidiano. É preciso que quem leciona ou prega, tenha coragem de, tanto quanto possível, pensar coisas simples e comuns de formas, digamos, não muito convencionais e não óbvias. Essa atitude, inevitavelmente, obriga-nos a enxergar dimensões inexploradas acerca de um tema conhecido. Devo adiantar, por exemplo, que não serão consideradas, nesse texto, as chamadas orações multirreligiosas, inter-religiosas, extáticas, verbais, meditativas e contemplativas, mas apenas alguns aspectos de duas delas. Contudo, esse elenco oferece a oportunidade de se vislumbrar o quanto há ainda do tema a ser explorado. Uma de minhas reflexões preferidas é imaginar quão distinta é a perspectiva divina da oração em relação ao que nós achamos dela. Para grande parte dos cristãos, influenciada pelo pragmatismo, a oração parece ser uma ferramenta ou uma técnica capaz de fazer com que Deus obedeça as nossas ordens ou desejos egoístas. Não acredito em nenhuma “teoria infalível” que pretenda ser uma “receita de bolo” para ensinar os cristãos a “saquearem o céu”. Esse tipo de incentivo ao que pretende ser “oração”, se parece mais com egoísmo, existencialismo ou qualquer outra postura filosófica desse ou de qualquer outro tempo, mas nada tem com o que as Escrituras apresentam (se não de maneira normativa, ao menos, descritiva), em termos de relacionamento com o Eterno — algo que, para mim, define a essência do ato de orar. O entendimento corrente que reduz a oração ao mero ato de pedir, torna-se inviável diante da atitude de Jesus Cristo para com ela. Várias passagens dos Evangelhos informam que o Senhor retirava-se para orar (Mt 14.23; 26.36,39,44; Mc 6.46; Lc 6.12; 9.28). A despeito das discussões acerca da kenosis, o Senhor não deixou de ser Deus por encarnar-se, mas optou momentaneamente pelo estado de limitação humana, autoprivando-se da imunidade, e sendo vulnerável a todas as demais limitações comuns aos mortais. Ao refletir sobre a inegável verdade de que Jesus Cristo é Deus, nunca ouvi ou li, alguém pensando sobre a questão de o porquê de Ele orar! Se Cristo era e é Deus, existe necessidade de Deus orar? Rapidamente alguém responderá que na condição humana Ele precisava de Deus. Bem isso desconstruiria a verdade de que Ele apenas esvaziou-se, mas não deixou de ser Deus. A grande lição é que, como já disse, a perspectiva divina de oração é diametralmente oposta à nossa. Refletir acerca desse exemplo por parte do nosso Salvador destrói qualquer postura utilitarista a respeito da oração. Jesus Cristo não precisava orar, mas assim procedia pelo fato de que relacionar-se com o Pai é algo da própria natureza de sua divindade. As motivações que nos levam a orar Certa vez, um irmão contou-me que comprou um caderno e nele anotava cada minuto dedicado à oração. Em lágrimas ele revelou-me que um dia, ao terminar de orar, antes de fazer a sua anotação, o Senhor Deus disse-lhe, de forma audível, que não estava se agradando de sua postura, e que todas aquelas horas empregadas em “oração” não tinham valor algum, pois serviram apenas para o seu engrandecimento pessoal. Tal foi a surpresa daquele irmão que orgulhava-se das inúmeras horas que contabilizara! Conheço pessoas que sentem prazer em mostrar os seus joelhos “calejados de oração”. Tais demonstrações, na realidade, apontam para os graves e profundos erros que existem em torno de uma das práticas mais comuns do cristianismo. Acerca do assunto, escreve A. W. Tozer, que ao “orarmos, deveríamos avaliar quem está agindo: o desejo do nosso coração ou o Espírito Santo”. Sua conclusão caminha no sentido de que, se a “oração tem sua origem no Espírito, então a luta espiritual pode ser bela e maravilhosa; mas, se somos vítimas de desejos alimentados em nosso coração, a nossa oração pode tornar-se tão carnal quanto qualquer outro ato”.1 Isso significa que propósitos egoístas podem estar escondidos sob uma aparente piedade ritualística. Uma voz melancólica, chorosa e que parece mais teatral que espontânea, longe de evidenciar um perfil piedoso, revela a perspectiva enganosa de alguns em relação a Deus. Não são a mera aparência ou a posição física, a tonalidade ou o timbre da voz, as palavras ou as expressões faciais que levam a oração a ser aceitável diante do Senhor, mas a disposição do coração, as intenções e a motivação com que nos dirigimos a Ele. Ainda no tocante às nossas motivações para orar, N. T. Wright afirma que quando “nos detemos diante de algumas impressionantes promessas do Novo Testamento (‘Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito’ [Jo 15.7]), descobrimos que elas estão equilibradas por um estranho fenômeno”. A surpresa vem com a revelação que o autor faz na sequência, dizendo que quando “reivindicamos ousadamente essas promessas, descobrimos que, se formos sinceros, nossos desejos e esperanças serão suavemente, porém firmemente remodelados, separados e colocados novamente em ordem”.2 Em outras palavras, nossas prioridades terão sido colocadas de cabeça para baixo e, como na Oração do Pai-Nosso (Mt 6.9-13), em vez de petições meramente temporais e transitórias, certamente, desejaremos o Reino de Deus, a santificação do Nome do Senhor, a vontade soberana e benfazeja dEle, e somente nos lembraremos de nós mesmos em último lugar. Orações verbais e “silenciosas” Se fôssemos falar sobre o conteúdo, orações “cristãs” que se parecem mais com o que é praticado no paganismo, “onde”, segundo N. T. Wright, “o ser humano tenta invocar, apaziguar, adular ou subornar o deus do mar, o deus da guerra, o deus do rio ou o deus do casamento para obter favores especiais ou evitar perigos específicos”3, talvez façam qualquer coisa, menos glorificar ao Senhor. Obviamente que isso não quer dizer que não se pode pedir algo que desejamos ou suplicar socorro em momentos de apreensão. Todavia, imaginar Deus como um ser alheio às nossas motivações (algo que, tudo indica, pesa mais que as palavras, os gestos e a posição física), diminui-lhe a divindade, pois faz com que um de seus principais atributos seja negado. “Dizemos”, como afirmou C. S. Lewis, “que Deus é onisciente; contudo, boa parte de nossas orações parece consistir em transmitir-lhe informação”.4 Ultimamente tenho aprendido que o nosso palavrório diante de Deus, “priva-o” de responder-nos e impede-nos de ouvi-lo. Como pentecostais, aprendemos que a “boa oração” é a mais barulhenta, altissonante e verborrágica, não obstante, após fazê-la, é possível que saiamos do ambiente ou que nos levantemos do lugar, muito mais orgulhosos que humildes, e mais cheios de si que do Espírito. Assim, reconsidero historicamente a importância do hesicasmo, não como movimento ou ordem monástica, mas como “prática do silêncio”. Alister McGrath afirma que o “tema do ‘silêncio’ pode estar relacionado ao tema apofático do mistério de Deus, isto é, ao reconhecimento de que a linguagem humana nunca será capaz de fazer jus a Deus”. Tal assunto aponta para a verdade, dita pelo mesmo autor, de que no lugar de “pronunciar clichês banais, a resposta certa ao confronto com toda a maravilha de Deus é o silêncio”. E isso por uma razão muito simples: “Estar em silêncio muitas vezes é condição prévia para a oração eficaz (que pode ser pensada como ‘ouvir Deus’)”. Esse “silêncio” não significa inércia ou frieza espiritual, pois antes de qualquer coisa, não se está discutindo o mero ato de quietude, de afastamento do convívio social, mas o distanciar-se de “todas as distrações para se concentrar em Deus”.5 A oração como dever e como relacionamento À guisa de conclusão, eu diria que a “prática do silêncio” colocada por McGrath, leva-nos a pensar o quanto os afazeres e o corre-corre das obrigações diárias, quando não priva-nos de orar, conseguem tirar a nossa concentração no momento de falar com Deus. Para C. S. Lewis o grande problema não está especificamente na falta de atenção, mas no que ele chama de “oração como dever”: “Ora, o que incomoda não é o simples fato de cumprirmos o dever de orar às pressas e de qualquer jeito. O que incomoda de verdade é o fato puro e simples de a oração ser contada entre os deveres”. Essa percepção, segundo Lewis, não indica que estamos fazendo algo para o que não fomos criados, antes, demonstra que se “fôssemos perfeitos, a oração não seria um dever, mas deleite”. Assim, as dificuldades enfrentadas no período da oração ou nos momentos que o antecedem, demonstram apenas que “justo as atividades para as quais fomos criados são, enquanto vivemos na Terra, impedidas de várias maneiras: pelo mau em nós mesmos e nos outros. Não praticá-las é abandonar nossa humanidade. Praticá-las com naturalidade e prazer ainda não é possível. Essa situação cria a categoria do dever, todo o reino do especificamente moral”.6 Mas chegará o dia em que orar não mais será um dever, e tudo o que aqui vivemos em perspectiva, será efetivamente real (1Co 13.12), e a oração se transformará em relacionamento sólido e verdadeiro com Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Até lá, porém, devemos praticar o dever de orar, buscando sempre o auxílio do Espírito Santo — nosso real e verdadeiro Intercessor (Rm 8.26) — fazendo com que o antegozo daqui, supra-nos momentaneamente a necessidade que somente se satisfará plenamente quando lá estivermos. NOTAS 1 TOZER, A. W. Este mundo: Lugar de Lazer ou Campo de Batalha? Descubra a verdadeira missão de um discípulo de Cristo. 2.ed. Rio de Janeiro: Danprewam, 2009, p.27. 2 WRIGHT, N. T. Simplesmente Cristão. Por que o cristianismo faz sentido. 1.ed. Viçosa: Ultimato, 2009, p.183. 3 Ibid., p.175. 4 LEWIS, C. S. Oração: Cartas a Malcolm. Reflexões sobre o diálogo íntimo entre o homem e Deus. 1.ed. São Paulo: Vida, 2009, p.25. 5 MCGRATH, Alister. Uma Introdução à Espiritualidade Cristã. 1.ed. São Paulo: Vida, 2008, pp.191-2. 6 LEWIS, C. S. Oração: Cartas a Malcolm. Reflexões sobre o diálogo íntimo entre o homem e Deus. 1.ed. São Paulo: Vida, 2009, pp.143-46. César Moisés Carvalho é pedagogo e chefe do Setor de Educação Cristã da CPAD.

Sugestões do blog para leitura:

O poder da oração para uma vida feliz

MISSÃO IMPOSSÍVEL - LIÇÃO 01 JUNIORESj

Texto Bíblico: Atos 1. 1-11

Professor explique aos alunos com bastante entusiasmo que o Livro de Atos tem de tudo – intervenção sobrenatural, milagres assombrosos, pregações poderosa, fugas de tiras de fôlego, viagens angustiantes, decisões de vida ou morte, dramas em julgamentos, resgates emocionantes, ação ministerial e aventura! Comente que o Livro de Atos prende a atenção, desperta a imaginação e que flora as emoções, pois ele é real.

Professor medite neste livro,lembre-se que:quando nós vimos os discípulos pela primeira vez, eles estavam fugindo apavorados e abandonando o seu Senhor (Mt 26.56). Fugindo, negando, desapontados e chorando, estes homens pareciam os candidatos menos prováveis para estar proclamando corajosamente o Evangelho. Ainda assim, foi isto o que aconteceu. Pedro, Tiago, João e os demais tinham sido transformados de covardes a corajosos, de pessoas que discutiam a oradores, de egoístas a abnegados. Depois a eles se uniu Paulo, que tinha sido milagrosamente transformado por Deus.

O que fez a diferença? O Livro de Atos revela a resposta profunda. Ao ler sobre o Espírito Santo, as dádivas, a perseguição, o poder, a dramática conversão de Paulo, e a rápida disseminação do Evangelho além de Jerusalém, e da Judeia até os confins da terra, procure ver-se nas histórias. Peça a Deus para transformar você no tipo de pessoa que Ele pode usar para mudar o seu mundo.

Sugestão de leitura para o professor durante o trimestre:

REGRAS PRÁTICAS PARA PROFESSORES

Como podemos ser eficientes em ensinar as crianças de um modo que agrade a Deus?

Vamos apresentar, a cada semana, um plano que pode auxiliá-lo a realizar esta tarefa. Vamos chamar este plano de “Ciclo Educacional Para Ensinar Crianças”. O ciclo educacional fornece orientações pelas quais um ministério de ensino eficaz pode ser planejado e programado.

Necessidades por Faixa Etária
Como Deus projetou as crianças?


O ministério com crianças demanda um entendimento das necessidades por faixa etária. Como Deus projetou a criança? Como são nossas crianças? Lucas 2.52 revela que Jesus crescia em sabedoria (intelectualmente); em estatura (fisicamente); em graça para com Deus (espiritualmente); e em graça para com os homens (social e emocional). As crianças desenvolvem-se a diferentes graus de velocidade em áreas diversas e sempre devem ser tratadas como indivíduos.
As crianças têm seis necessidades muito gerais. Estas também devem se consideradas quando se ensina a Palavra de Deus.

Uma criança precisa de amor.
Seja agradável. Chame a criança pelo nome.
Toque, abrace, afague para transmitir amor.
Ouça quando a criança falar.
Fique ao nível dos olhos da criança.
Com freqüência faça elogios ou dê incentivo especificamente.

Uma criança precisa se sentir segura.
Seja positivo.
Seja coerente na disciplina.
Empregue atividades conhecidas pelas crianças.

Uma criança precisa se sentir aceita.
Permita que as crianças escolham as atividades.
Aceite as crianças mesmo que elas tenham sentimentos negativos.
Aceite a criança mesmo que você não consiga aceitar o comportamento dela.
Direcione a conversa ao amor de Deus pela criança.

Uma criança precisa de disciplina.
Elogie e incentive com coerência e especificidade.
Seja o modelo de comportamento que você espera de suas crianças.
Permita que as crianças experimentem as conseqüências lógicas do mau comportamento (as conseqüências devem estar de acordo com o mau comportamento).

Uma criança precisa de independência.
Disponha várias atividades de aprendizagem à escolha.
Coloque todos os materiais e equipamentos no nível do alcance delas.
Não faça o que a criança pode fazer.
Faça perguntas, direcione a conversa para ajudar a criança a fazer as coisas sozinhas.

Uma criança precisa do reconhecimento do seu valor.
Fale com a criança, à altura do olhar dela.
Não dê apelidos à criança.
Seja educado com cada criança (“por favor”; “obrigado”).
Lide com problema de mau comportamento em particular, e nunca na frente do grupo inteiro.
Estimule as relações adequadas entre professor e aluno para garantir o passa tempo com cada criança.

Ao satisfazer essas necessidades, os professores e pais não apenas falam sobre a Palavra de Deus, mas também servem de modelo do que ela diz, e ser exemplo é método muito importante para ensinar as crianças a verdade de Deus.

Trecho extraído de: Manual de Ensino Para o Educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

VAMOS LOUVAR AO CRIADOR- LIÇÃO 01 MATERNAL 4º TRIMESTRE

Texto Bíblico Salmos 148.1-14



De professor para professor

Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de compreenderem o significado da palavra “LOUVAR”. O objetivo é que elas aprendam que devemos louvar somente ao Papai do céu.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “LOUVAR”. Então, durante o decorrer da aula, repita a frase: “Vamos louvar ao Papai do céu que tudo criou.”


Para refletir

• Professor, “a adoração é o “obrigado” que se recusa a ser silenciado. Tentamos fazer da adoração uma ciência. Não podemos fazer isso, assim como não podemos “vender” ou “negociar” a “paz”.
A adoração é um ato voluntário de gratidão oferecido por quem foi salvo, ao seu Salvador; por quem foi curado, a Quem o curou; por quem foi libertado, ao seu Libertador.

Descubra uma nova maneira de louvar a Deus. Aprenda a tocar um instrumento. Inicie uma nova atividade que o ajude a aprender mais a respeito de Deus e de sua criação. Cante um hino de louvor quando estiver em seu carro, na condução ou caminhando em direção a sua classe”.

Trecho extraído e adaptado de: Bíblia de Estudo Devocional Max Lucado, CPAD

Regras Práticas para os Professores

Como podemos ser eficientes em ensinar as crianças de um modo que agrade a Deus?
Atividade lúdica

Vamos louvar ao Criador? Sugerimos que você, juntamente com seus alunos, confeccione uma bandinha rítmica de sucata. Observe o quanto é fácil. Então, mãos à obra! Tome nota dos materiais que você vai precisar: objetos recicláveis, como por exemplo, latas, papelão, caixas, embalagens, grãos e palitos de sorvete, cola, tesoura e fita adesiva.
A ideia é deixar que os alunos trabalhem à vontade com o material. Estimule-os, individualmente, a criar um instrumento usando o material disponível.
As crianças poderão utilizar a bandinha durante todo o trimestre.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

NOVAS LIÇÕES DO 4º TRIMESTRE DE 2010

Maternal Aluno  - 4º trim/2010Neste 4º trimeste estaremos estudando: Vamos louvar a Deus


SUMÁRIO:
1 - Vamos louvar ao Criador!
2 - Louve a Deus pela vitória!
3 - Louve a Deus, porque Ele nos ouve!
4 - Louve a DEus por sua vida!
5 - Louve a Deus porque Ele é bom!
6 - Louve a Deus porque Ele nos defende!
7 - Os anjos louvam a Deus!
8 - Louve a Deus por nosso Salvadr!
9 - Louve a Deus por seu poder!
10 - Louve a Deus!
11 - Louve a Deus porque Ele cura!
12 - Louve a Deus em todo o tempo!
13 - Louvem a Jesus!

Primários Aluno - 4º trim/2010Neste 4º trimestre estaremos estudando: A Alegria de servir a Deus

SUMÁRIO:
1 - Sirvo a um Deus fiel
2 - Sirvo a um Deus vitorioso
3 - Sirvo a um Deus que me dá coragem
4 - Sirvo a um Deus que me dá amigos!
5 - Sirvo a um Deus que ouve a minha oração
6 - Sirvo a um Deus que cuida de mim
7 - Sirvo a um Deus que cura
8 - Sirvo a Deus com alegria
9 - Sirvo a um Deus que me dá força
10 - Sirvo a um Deus que me salva
11 - Sirvo a um Deus bom
12 - Sirvo a um Deus de amor
13 - Sirvo a um Deus de milagres

Jardim da Infância Mestre  - 3 e 4º trim/2010SUMÁRIO:
1 - Aprendendo a obedecer
2 - Aprendendo a dizer obrigado
3 - Aprendendo a pedoar
4 - Não fique aborrecido
5 - Não pegue o que não é seu!
6 - É precio estufar
7 - Aprendendo a cuidar bem do meu corpo
8 - Aprendendo a repartir
9 - Aprendendo a ser amigo
10 - Aprendendo agradar a Deus
11 - Aprendendo a ficar longe do mal
12 - Aprendendo a louvar a Deus em todo o tempo
13 - Aprendendo sobre a salvação

Juniores Mestre  - 3 e 4º trim/2010Neste trimestre estaremos estudando o tema: Fé em ação


SUMÁRIO:
1 - Missão impossível?
2 - Um vento do barulho
3 - Uma dupla dinâmica
4 - Um por todos e todos por um!
5 - Sete homens e um trabalho
6 - Perseguidos, mas não vencidos
7 - Surge um novo herói
8 - Diga "não" ao preconceito!
9 - Arrumando as malas
10 - Pé na estrada
11 - Missão cumprida!
12 - Na reta final
13 - A saga continua...

Adolescentes Aluno  - 4º trim/2010Neste trimestre, estaremos estudando o tema: Cartas que Ensinam

SUMÁRIO:

1 - O que é a graça e misericórdia?
2 - Não seja ignorante!
3 - Cristão passa por tribulação?
4 - Confronto histórico
5 - E(fé)sios e a carta da?
6 - Você está contente hoje?
7 - Vista o "sobrertudo", meu filho!
8 - "Ficar" ou se santificar?
9 - O fim está perto!
10 - Ninguém despreze a sua mocidade!
11 - Preparado para o combate?
12 - Fale o que convém!
13 - Bom é ter amigos!

Pré-Adolescentes Mestre - 4º trim/2010Neste trimestre estaremos estudando sobre: O Pré-Adolescente e a Igreja


SUMÁRIO:
1 - A Igreja de Cristo
2 - O Espírito Santo e a Igreja
3 - Os dons da Igreja
4 - A Igreja organizada
5 - A Igreja missionária
6 - A oração na Igreja
7 - O pecado na Igreja
8 - As ordenanças da Igreja
9 - A Igreja Perseguida
10 - Igreja, lugar de cura
11 - O louvor e a adoração na Igreja
12 - A Igreja e a ação social
13 - O futuro da Igreja

Juvenis Mestre - 4º trim/2010Neste 4º trimestre estaremos estudanto o tema:O cuidado com a influência dos meios de comunicação

SUMÁRIO:
1 - Influências dos Meios de Comunicação
2 - Perigos da Mídia Eletrônica
3 - Mídia sem Máscara
4 - O Impacto da TV na Vida Cristã
5 - A Influência do Espiritismo na Mídia
6 - A Mídia e o Consumo
7 - A Mídia e a Moda
8 - A Mídia e o Culto ao Corpo
9 - Uma Fábrica de Sonhos e Ilusões
10 - As Mensagens Subiliminares
11 - As Facilidades e os Riscos da Internet
12 - O Lar e os Meios de Comunicação Vem
13 - A Mídia em Prol do Reino de Deus

Lições Bíblicas Aluno Jovens e AdultosNeste 4º trimestre de 2010, estaremos estudando o tema O Poder e o Ministério da Oração

Comentarista: Pastor Eliezer de Lira e Silva
Consultor Doutrinário e Teológico: Pastor Antônio Gilberto


SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- O que é Oração
2- A Oração no Antigo Testamento
3- A Oração Sábia
4- A Oração em o Novo Testamento
5- Orando como Jesus Ensinou
6- A Importância da Oração na vida do crente
7- A Oração da Igreja e o Trabalho do Espírito Santo
8- A Oração Sacerdotal de Jesus Cristo
9- A Oração e a Vontade de Deus
10- O Ministério da Intercessão
11- A Oração que conduz ao perdão
12- Quando o crente não Ora
13- Se o Meu povo Orar

domingo, 26 de setembro de 2010

ATIVIDADES,DICAS E ESTUDOS DIRETO NO SEU EMAIL

Agora você tem um canal direto para falar conosco,dar sugestões,solicitar atividades,dicas ou estudos para deixar suas aulas ainda melhores!

Nosso e-mail é ebiblicadominical@hotmail.com

Estaremos aguardando o seu contato.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A MISSÃO PROFÉTICA DA IGREJA- LIÇÃO 13 JOVENS E ADULTOS

Leitura Bíblica: Atos 8.4-8, 12-17

Introdução

I. A perseguição
II. Os samaritanos
III. O Evangelho em Samaria

Conclusão


Prezado professor, chegamos ao final de mais um trimestre. Nesse período, é importante fazer uma autoavaliação dos métodos adotados, da receptividade dos alunos, do ambiente, em sala de aula, cuja lição é ministrada, etc.
O prezado professor tem a compreensão da dimensão de seu ministério? Por isso, aproveite esse período para a realização dessa autoanálise.
A lição de hoje tem o objetivo, ímpar, de elaborar a reflexão da missão profética da Igreja. Considerando o contexto vivencial da igreja em Jerusalém e a conscientização do significativo papel que o seu aluno tem na missão profética da Igreja, é importante você reunir materiais que elucidam o contexto histórico e cultural do primeiro século, nos primórdios, da Igreja Primitiva.

A IGREJA EM JERUSALÉM E SUA DIMENSÃO PROFÉTICA

Considerando o contexto de Atos 2.42-47, é possível descrever a sua vida comunitária, considerando, os seguintes fatores:

• A Igreja Primitiva vivia em comunidade. Isso quer dizer que os membros da comunidade de Jerusalém viviam juntos, moravam próximos e trabalhavam em regiões próximas. Por estarem localizados numa região pouco desenvolvida, o número de habitantes era baixo e a convivência destes era natural (At 1.12-14) ;
• A Igreja Primitiva perseverava na doutrina, na comunhão, no partir do pão e nas orações. A vida comunitária da igreja, exigia uma prática vivencial de Amor. Sobretudo, essa prática se confirmaria na unidade estabelecida nesse grupo reunido em Jerusalém. Por isso, a igreja fazia a manutenção dos ensinos de Jesus, através dos apóstolos . Esta perseverança doutrinária, de acordo com a relação vertical e horizontal (Amar a Deus e Amar o próximo) do relacionamento humano, iniciava na comunidade: a voluntariedade em comer o pão em comunhão (Ágape, a festa do amor) e a execução da ceia do Senhor . Nesse ambiente de ensino e comunhão, as almas se prostravam em oração antes, e depois, do revestimento de poder. Essa prostração denota a urgência, e a necessidade, do aprofundamento de a intimidade com Deus, a fim de refleti-la no contexto comunitário (At 2.42);
• Os membros da Igreja Primitiva vendiam o que tinham para suprir os necessitados. Essa era a forma de assistir o necessitado que estava inserido à nova comunidade. Por voluntariedade, vendiam suas propriedades e depositavam aos pés dos apóstolos, e estes, repartiam com os que tinham necessidades (At 2.45). Alguns (estudiosos ou não), para justificar a indisposição da partilha hoje, afirmam que os cristãos primitivos só faziam a partilha de seus bens, porque criam que Jesus voltaria a qualquer momento (não haveria nada mais egoísta e individualista do que esta intenção). E como consequencia desta “loucura”, os cristãos primitivos ficaram pobres (desconsiderando, totalmente, a perseguição histórica antes, e durante, os anos 70 d.C. que solapou os judeus e cristãos). Absolutamente não! Os cristãos primitivos sabiam muito bem a dimensão prática da doutrina dos apóstolos (os mandamentos de Jesus) e sua voluntariedade, em partilhar os seus bens, era o reflexo da ação espiritual que tomara conta da comunidade. Os bens eram recolhidos, não para o enriquecimento dos apóstolos, mas tão somente, para suprir a necessidade do próximo desprovido.


O contexto social da Igreja Primitiva denota a relevância dessa comunidade para a sociedade que a cercava. O temor ao Senhor, perseverança unânime de todos, o partir do pão em sua refeição, alegre e singela, denotava a dimensão da manutenção doutrinária e comunitária da igreja.
A proclamação salvífica e cristocêntrica da Igreja exige o arrependimento de todos os homens. Porém, o modelo dessa contrição era proposto na vivência prática desta comunidade do primeiro século .
Em Atos 2.46,47 é descrito a consequência natural da verdadeira Proclamação de Cristo, onde o proclamar é acompanhado do fazer:

E, perseverando unânimes todos os no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça do todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.


O resultado de salvação era inquestionável. A consequencia de “todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”, estava claramente ligada à vida comunitária daquela igreja. Quando, esta, se levantava para Proclamar salvação, estava investida de legitimidade para propor àquela sociedade as “Boas Novas” de salvação.

Cada ação, feita pela igreja primitiva, denunciava profeticamente a incoerência que reinara sobre aquela sociedade. Se ela demonstrava comunhão, denunciava a separação; se demonstrava amor, denunciava o ódio; se demonstrava voluntariedade, denunciava o interesse mesquinho (vide Ananias e Safira cf. At 5.1-11); se supria a necessidade do necessitado, denunciava a omissão daqueles que tinham obrigação de fazê-lo.
A partir da comunidade primitiva, em Jerusalém, aprendemos que a Igreja de Cristo tem uma dimensão profética. Esta não tem a função de amalgamar-se com o poder temporal. Mas, tem a função de exercer um papel neutro em relação a este “poder”: elogiando-o quando é justo, mas denunciando quando ele exerce a injustiça.

A verdadeira Proclamação salvífica de Cristo tem sua dimensão celestial, quando diz que o homem tem que se arrepender para o perdão e remoção dos pecados, mas também tem sua dimensão terrena, quando diz que a este homem imerso no pecado, Cristo dá a verdadeira dignidade: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres” (Jo 8.36). Em 1 Coríntios 11.23ss, temos a prova de que a Igreja pode perder a dimensão profética! Boa Aula!

1]GUNDRY, Robert H. Panorama do Novo Testamento. 1. ed. São Paulo: Edições Vida Nova, 1978, p. 23-34.

[2]Os apóstolos tinham ouvido de Jesus que o seu ensino está embasado em dois mandamentos: o primeiro, “Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento”; o segundo, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.37-40).

[3]Comentário Pentecostal do Novo Testamento. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 640.

[4] “Um novo mandamento vos dou: Que vos amei uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13.34,35).


VIVENDO EM SANTIFICAÇÃO - LIÇÃO 13 JUVENIS


Texto Bíblico: 2 Coríntios 6.16-18; 7.1

IDEIAS ERRÔNEAS ACERCA DA SANTIFICAÇÃO

Muitos cristãos descobrem o fato de que seu maior impedimento em chegar à santidade é a “carne”, a qual frustra sua marcha para perfeição. Como se conseguirá libertação da carne? Três opiniões erradas têm sido expostas:

A) “A Erradicação” de pecado inato é uma dessas ideias. Assim escreve Lewis Sperry Chafer: “Se a erradicação da natureza pecaminosa se consumasse, não haveria a morte física, pois essa é o resultado dessa natureza (Rm 5.12-21)”. Pois que houvessem experimentado essa “extirpação”, necessariamente gerariam filhos sem a natureza pecaminosa. Mas, mesmo que fosse realidade essa “extirpação”, ainda haveria o conflito com o mundo, a carne (aparte da natureza pecaminosa) e o Diabo; pois a “extirpação” desses males é obviamente antibíblica e não está incluída na própria teoria.

B) O Legalismo, a observância de regras e regulamentos. Paulo ensina que a lei não pode santificar (Romanos cap. 6), assim como também não pode justificar (Romanos 3). Essa verdade é exposta, e desenvolvida, na carta aos Gálatas. Paulo não está de nenhuma maneira depreciando a lei. Ele está defendendo-a contra conceitos errôneos quanto a seu propósito. Se um homem será salvo do pecado terá que ser por um poder a parte de si mesmo. Vamos empregar a ilustração de um termômetro. O tubo e o fluído vermelho representam o indivíduo. O registro dos graus representará a lei. Imaginem o termômetro dizendo: “Hoje não estou exatamente à marca; devo chegar a 30 graus”. Será que o termômetro poderia elevar-se à temperatura exigida? Não, deveria depender duma condição fora de si mesmo. Da mesma maneira o homem que percebe que não está á altura do ideal divino não pode elevar-se em um esforço de alcançá-lo. Sobre ele deve operar uma força a parte dele mesmo; e essa força é o poder do Espírito Santo.

C) Ascetismo representa a tentativa de subjugar a carne e alcançar a santidade por meio de privações e sofrimentos – o método que seguem os católicos romanos e os hindus ascéticos. Esse método parece estar baseado na antiga crença pagã de que toda matéria, incluindo o corpo, é má. O corpo, por conseguinte, é uma trava ao espírito, e quanto mais for castigado e subjugado, mais depressa se libertará o espírito. Isso é contrário às Escrituras, que ensinam que Deus criou tudo muito bom. É a alma e não o corpo que peca; portanto, são os impulsos pecaminosos aos que devem ser subjugados, e não a carne material. Ascetismo é uma tentativa de matar o “eu”, mas o “eu” não pode vencer o “eu”. Essa é a obra do Espírito.



Texto extraído da obra: Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo, Editora Vida.

DEUS NÃO TEM NETOS.DECIDA-SE! - LIÇÃO 13 ADOLESCENTES


Texto Bíblico: Ezequiel 18.1-20


O AMOR DE DEUS


A Bíblia associa o desejo de Deus em nos salvar ao seu amor eterno. No Antigo Testamento, o enfoque primário recai sobre o amor segundo a aliança, como se vê em Deuteronômio 7:

O SENHOR não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava; e, para guardar o juramento que jurara a vossos pais... vos resgatou da casa da servidão... Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardardes e fizerdes, o SENHOR, teu Deus, te guardará o concerto e a beneficência que jurou a teus pais; e amar-te-á, e abençoar-te-á (vv. 7,8,12,13).


Num capítulo a respeito da redenção segundo a aliança, diz o Senhor: “Com amor eterno te amei; também como amável benignidade te atraí” (Jr 31.3). A despeito da apostasia e idolatria de Israel, Deus amava com amor eterno.
Em o Novo Testamento, em 1 Jo 3.16, o apóstolo afirma que “Deus é amor” e por isso, “ele deu seu filho unigênito” para salvar a humanidade. Deus tem demonstrado seu amor imerecido para conosco “em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). O Novo Testamento dá amplo testemunho do fato de que o amor de Deus impeliu-o a salvar a humanidade perdida. Por isso quatro atributos de Deus – a paciência, a misericórdia, a graça e o amor – demonstram a sua bondade ao prover a nossa redenção.

BOA MEDIDA - LIÇÃO 13 PRÉ-ADOLESCENTES


Texto Bíblico: 1 Samuel 30.11,13,15-17 O amor é sofredor (e paciente) para com as pessoas que nos provocam ou nos ferem. Não permite que surjam sentimento, mesmo quando os males assolam. Ele caminha a segunda milha, oferece a outra face, suporta o insulto, é paciente com os que discordam, ou escarnecem, ou zombam (Mt 5.39,41). Reflete a paciência de Deus para com os pecadores: não pode ser irritadiço para com aqueles por quem Cristo morreu. O amor não pára com uma mera paciência que tolera aqueles que amontoam abuso sobre abuso. É ativamente gentil, vence o mal com o bem (Lc 6.27; Rm 12.21), procura o que pode fazer pelos outros, põe-se a serviço de outros, encoraja os outros a falar e ministrar (1 Co 14.30,31). O amor não é invejoso, nunca tem ciúmes, nunca expressa má vontade, malícia ou mau humor. Ele não trata com leviandade, nunca é fanfarrão, mas é verdadeiramente humilde. O amor não se ensoberbece, não é orgulhoso, inchado ou convencido, nem é ávido por honra. O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Sempre defende, sempre confia, sempre tem esperança, sempre persevera, suporta a pressão com fé e esperança ousadas. Vê onde é preciso ajuda e se coloca sob a carga sem que lhe seja pedido ou implorado. Fornece coragem sincera aos outros. Professor se estas características (presente nos que amam e servem a Deus) parecem difíceis de ter, lembremo-nos de que podemos buscar a Deus para que Ele derrame o seu amor em nosso coração pelo Espírito Santo (Rm 5.5). Aproveite e ore com os seus alunos, pedindo a Deus que os ensinem o verdadeiro amor. Explique aos alunos que é muito fácil amar os amigos, as pessoas que nos fazem bem, mas amar aquele que nos persegue é algo quase que impossível. Os verdadeiros servos de Deus conseguem, amar aqueles que os perseguem que os destratam. Pois sabem que é uma ordenança de Cristo: “E o segundo mais importante é parecido com o primeiro: ‘Ame os outros como você ama a você mesmo’” (Mateus 22.39).


CÉU E INFERNO - LIÇÃO 13 JUNIORES

Leitura Bíblica: Apocalipse 20.10,11,15; 22.1-5


CRESCENDO NO CONHECIMENTO

“A Cidade de Glória. Em Apocalipse 21, encontramos a descrição da cidade eterna de Deus. Essa é uma cidade de grande glória que, conforme creio, é aquela à qual Jesus se refere em seu ministério terreno quando diz a seus discípulos: ‘Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também” (Jo 14.2,3). Cristo preparou pessoalmente os lugares para essa morada gloriosa de seus seguidores. [...]
As Escrituras asseguram-nos que o inferno é um lugar real. Mas ele não fazia parte da criação primeira de Deus, quando Ele viu que ‘era muito bom’ (Gn 1.31). O inferno foi criado posteriormente para acomodar o banimento de Satanás e de seus anjos caídos que se rebelaram contra Deus (Mt 25.41). As pessoas que rejeitam a Cristo se juntam a Satanás e aos seus anjos caídos nesse lugar de sofrimento terrível.”

O cristianismo segundo a Bíblia. CPAD. p.256-264

SAIBA MAIS

“Como professor, você sabe que os conselhos que dá aos alunos são importantes, e às vezes mais importantes do que o conhecimento da matéria ou as habilidades que você compartilha. Visto que a sua esfera de influência inclui não só os alunos, mas também colegas, administradores, pais e o público em geral, você quer ter a certeza de que o conselho que está oferecendo é biblicamente perfeito.
A melhor maneira de se fazer isso, naturalmente, é certificar-se de que você sabe o que a Bíblia diz sobre os tópicos e questões relevantes para aqueles à sua volta. É importante que eles entendam que embora o seu conselho possa ser filtrado através das suas próprias experiências, ele vem do padrão de vida que é dado por Deus.
Se você já ouviu os seus alunos, mesmo aqueles que se denominam cristãos, ou conversou a respeito de suas crenças, você sabe que há uma mentalidade em ação — uma dose de cristianismo, uma pitada de budismo e uma quantidade liberal de pragmatismo. Quando eles perguntam o que você acha, você deve apresentar uma declaração clara, gentil e amorosa deixando a porta aberta para uma discussão posterior.
E, como sempre, o seu conselho terá mais peso se aqueles que estão à sua volta conhecerem tanto a sua pessoa como as suas palavras: honesto, animador e sempre acreditando no melhor sobre os outros.
Quando as pessoas souberem que você não fala apenas para ouvir a si próprio, mas porque leva a sério os seus princípios, e que as suas crenças alimentam a qualidade do seu trabalho e a sua conduta, você ficará surpreso pela quantidade de indagações que chegarão ao seu caminho. Quando isso acontecer, saiba que Deus está trabalhando, que a luz Dele está brilhando em você, confiando que o Senhor lhe ajudará a dizer as palavras certas no momento certo.”

Graça diária para professores. CPAD. p-303

ATIVIDADES

Bem, neste domingo você deve estar terminando o livro do plano de freqüência com as crianças. Portanto, gostaria de dar umas sugestões relacionadas a essa atividade.

1. Oriente as crianças a elaborarem um sumário. Demonstre através de um exemplar de livro como se faz.
2. Você também pode sugerir que elas produzam uma página com dedicatória e outra com agradecimentos.

Além disso, gostaria de sugerir que você programasse uma tarde de lançamento dos livros para que as crianças se sintam prestigiadas. Confeccione convites para que elas possam convidar a família e os amigos. Prepare um lanche. Tenho certeza de que será uma bênção!

Ah! Se possível envie um exemplar para nós aqui na CPAD. Veja o endereço em sua revista. Se você puder, envie-nos também algumas fotos para o e-mail: miriam.reich@cpad.com.br

MEU CORAÇÃO É A CASA DE DEUS - LIÇÃO 13 PRIMÁRIOS

Texto Bíblico: João 14.15-23


CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“O Paracleto é identificado como o Espírito da verdade (17), ‘que traz a verdade e a imprime na consciência do mundo.’ Mas este Dom não é para todos os homens. O mundo não pode recebê-lo, pela simples razão de que este não o vê, nem o conhece (17). ‘Aquilo que é espiritual não pode ser compreendido pelos homens ímpios, mas somente por aqueles cujas almas estão harmonizadas com o reino espiritual.’ Mas a promessa é íntima, pessoal e preciosa para aqueles que o conhecem: vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós (17; cf. At 2.4; Rm 8.9; 1 Jo 2.27; 2 Jo 2). Uma vez que habitava em Jesus, o Espírito estava com os discípulos. Mas quando Jesus ascendeu aos céus e o Espírito veio, no Pentecostes, Ele passou a estar dentro deles. Esta bênção é recebida através do batismo no Espírito.”

Comentário Bíblico Beacon. CPAD. p.124-125

SAIBA MAIS

“Como professor, você sabe que os conselhos que dá aos alunos são importantes, e às vezes mais importantes do que o conhecimento da matéria ou as habilidades que você compartilha. Visto que a sua esfera de influência inclui não só os alunos, mas também colegas, administradores, pais e o público em geral, você quer ter a certeza de que o conselho que está oferecendo é biblicamente perfeito.
A melhor maneira de se fazer isso, naturalmente, é certificar-se de que você sabe o que a Bíblia diz sobre os tópicos e questões relevantes para aqueles à sua volta. É importante que eles entendam que embora o seu conselho possa ser filtrado através das suas próprias experiências, ele vem do padrão de vida que é dado por Deus.
Se você já ouviu os seus alunos, mesmo aqueles que se denominam cristãos, ou conversou a respeito de suas crenças, você sabe que há uma mentalidade em ação — uma dose de cristianismo, uma pitada de budismo e uma quantidade liberal de pragmatismo. Quando eles perguntam o que você acha, você deve apresentar uma declaração clara, gentil e amorosa deixando a porta aberta para uma discussão posterior.
E, como sempre, o seu conselho terá mais peso se aqueles que estão à sua volta conhecerem tanto a sua pessoa como as suas palavras: honesto, animador e sempre acreditando no melhor sobre os outros.
Quando as pessoas souberem que você não fala apenas para ouvir a si próprio, mas porque leva a sério os seus princípios, e que as suas crenças alimentam a qualidade do seu trabalho e a sua conduta, você ficará surpreso pela quantidade de indagações que chegarão ao seu caminho. Quando isso acontecer, saiba que Deus está trabalhando, que a luz Dele está brilhando em você, confiando que o Senhor lhe ajudará a dizer as palavras certas no momento certo.”

Graça diária para professores. CPAD. p-303

ATIVIDADES

O mais importante nesta lição é que seus alunos tenham a convicção de que o próprio Deus deseja morar em nosso coração. E quando Ele começa a morar em nós, podemos sentir a sua paz, o seu amor e a sua alegria.
Peça para as crianças fecharem seus olhos. Em seguida, ligue um ventilador de modo que o vento possa soprar sobre todas as crianças. Ainda de olhos fechados, pergunte-lhes se podem ver o vento. Após responderem, pergunte novamente: “Mas vocês estão sentindo o vento, não estão?”
Assim como o vento, não podemos ver Deus, mas podemos senti-lo em nosso coração.


ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com