domingo, 3 de outubro de 2010
O PODER E O MINISTÉRIO DA ORAÇÃO - LIÇÃO 01 JOVENS E ADULTOS
MISSÃO IMPOSSÍVEL - LIÇÃO 01 JUNIORESj
Professor explique aos alunos com bastante entusiasmo que o Livro de Atos tem de tudo – intervenção sobrenatural, milagres assombrosos, pregações poderosa, fugas de tiras de fôlego, viagens angustiantes, decisões de vida ou morte, dramas em julgamentos, resgates emocionantes, ação ministerial e aventura! Comente que o Livro de Atos prende a atenção, desperta a imaginação e que flora as emoções, pois ele é real.
Professor medite neste livro,lembre-se que:quando nós vimos os discípulos pela primeira vez, eles estavam fugindo apavorados e abandonando o seu Senhor (Mt 26.56). Fugindo, negando, desapontados e chorando, estes homens pareciam os candidatos menos prováveis para estar proclamando corajosamente o Evangelho. Ainda assim, foi isto o que aconteceu. Pedro, Tiago, João e os demais tinham sido transformados de covardes a corajosos, de pessoas que discutiam a oradores, de egoístas a abnegados. Depois a eles se uniu Paulo, que tinha sido milagrosamente transformado por Deus.
O que fez a diferença? O Livro de Atos revela a resposta profunda. Ao ler sobre o Espírito Santo, as dádivas, a perseguição, o poder, a dramática conversão de Paulo, e a rápida disseminação do Evangelho além de Jerusalém, e da Judeia até os confins da terra, procure ver-se nas histórias. Peça a Deus para transformar você no tipo de pessoa que Ele pode usar para mudar o seu mundo.
REGRAS PRÁTICAS PARA PROFESSORES
Vamos apresentar, a cada semana, um plano que pode auxiliá-lo a realizar esta tarefa. Vamos chamar este plano de “Ciclo Educacional Para Ensinar Crianças”. O ciclo educacional fornece orientações pelas quais um ministério de ensino eficaz pode ser planejado e programado.
Necessidades por Faixa Etária
Como Deus projetou as crianças?
O ministério com crianças demanda um entendimento das necessidades por faixa etária. Como Deus projetou a criança? Como são nossas crianças? Lucas 2.52 revela que Jesus crescia em sabedoria (intelectualmente); em estatura (fisicamente); em graça para com Deus (espiritualmente); e em graça para com os homens (social e emocional). As crianças desenvolvem-se a diferentes graus de velocidade em áreas diversas e sempre devem ser tratadas como indivíduos.
As crianças têm seis necessidades muito gerais. Estas também devem se consideradas quando se ensina a Palavra de Deus.
Uma criança precisa de amor.
Seja agradável. Chame a criança pelo nome.
Toque, abrace, afague para transmitir amor.
Ouça quando a criança falar.
Fique ao nível dos olhos da criança.
Com freqüência faça elogios ou dê incentivo especificamente.
Uma criança precisa se sentir segura.
Seja positivo.
Seja coerente na disciplina.
Empregue atividades conhecidas pelas crianças.
Uma criança precisa se sentir aceita.
Permita que as crianças escolham as atividades.
Aceite as crianças mesmo que elas tenham sentimentos negativos.
Aceite a criança mesmo que você não consiga aceitar o comportamento dela.
Direcione a conversa ao amor de Deus pela criança.
Uma criança precisa de disciplina.
Elogie e incentive com coerência e especificidade.
Seja o modelo de comportamento que você espera de suas crianças.
Permita que as crianças experimentem as conseqüências lógicas do mau comportamento (as conseqüências devem estar de acordo com o mau comportamento).
Uma criança precisa de independência.
Disponha várias atividades de aprendizagem à escolha.
Coloque todos os materiais e equipamentos no nível do alcance delas.
Não faça o que a criança pode fazer.
Faça perguntas, direcione a conversa para ajudar a criança a fazer as coisas sozinhas.
Uma criança precisa do reconhecimento do seu valor.
Fale com a criança, à altura do olhar dela.
Não dê apelidos à criança.
Seja educado com cada criança (“por favor”; “obrigado”).
Lide com problema de mau comportamento em particular, e nunca na frente do grupo inteiro.
Estimule as relações adequadas entre professor e aluno para garantir o passa tempo com cada criança.
Ao satisfazer essas necessidades, os professores e pais não apenas falam sobre a Palavra de Deus, mas também servem de modelo do que ela diz, e ser exemplo é método muito importante para ensinar as crianças a verdade de Deus.
Trecho extraído de: Manual de Ensino Para o Educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
VAMOS LOUVAR AO CRIADOR- LIÇÃO 01 MATERNAL 4º TRIMESTRE

De professor para professor
Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de compreenderem o significado da palavra “LOUVAR”. O objetivo é que elas aprendam que devemos louvar somente ao Papai do céu.
• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.
• A palavra-chave da aula de hoje é “LOUVAR”. Então, durante o decorrer da aula, repita a frase: “Vamos louvar ao Papai do céu que tudo criou.”
Para refletir
• Professor, “a adoração é o “obrigado” que se recusa a ser silenciado. Tentamos fazer da adoração uma ciência. Não podemos fazer isso, assim como não podemos “vender” ou “negociar” a “paz”.
A adoração é um ato voluntário de gratidão oferecido por quem foi salvo, ao seu Salvador; por quem foi curado, a Quem o curou; por quem foi libertado, ao seu Libertador.
Descubra uma nova maneira de louvar a Deus. Aprenda a tocar um instrumento. Inicie uma nova atividade que o ajude a aprender mais a respeito de Deus e de sua criação. Cante um hino de louvor quando estiver em seu carro, na condução ou caminhando em direção a sua classe”.
Trecho extraído e adaptado de: Bíblia de Estudo Devocional Max Lucado, CPAD
• Regras Práticas para os Professores
Como podemos ser eficientes em ensinar as crianças de um modo que agrade a Deus?
Vamos louvar ao Criador? Sugerimos que você, juntamente com seus alunos, confeccione uma bandinha rítmica de sucata. Observe o quanto é fácil. Então, mãos à obra! Tome nota dos materiais que você vai precisar: objetos recicláveis, como por exemplo, latas, papelão, caixas, embalagens, grãos e palitos de sorvete, cola, tesoura e fita adesiva.
A ideia é deixar que os alunos trabalhem à vontade com o material. Estimule-os, individualmente, a criar um instrumento usando o material disponível.
As crianças poderão utilizar a bandinha durante todo o trimestre.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010
NOVAS LIÇÕES DO 4º TRIMESTRE DE 2010
SUMÁRIO:
1 - Vamos louvar ao Criador!
2 - Louve a Deus pela vitória!
3 - Louve a Deus, porque Ele nos ouve!
4 - Louve a DEus por sua vida!
5 - Louve a Deus porque Ele é bom!
6 - Louve a Deus porque Ele nos defende!
7 - Os anjos louvam a Deus!
8 - Louve a Deus por nosso Salvadr!
9 - Louve a Deus por seu poder!
10 - Louve a Deus!
11 - Louve a Deus porque Ele cura!
12 - Louve a Deus em todo o tempo!
13 - Louvem a Jesus!
SUMÁRIO:
1 - Sirvo a um Deus fiel
2 - Sirvo a um Deus vitorioso
3 - Sirvo a um Deus que me dá coragem
4 - Sirvo a um Deus que me dá amigos!
5 - Sirvo a um Deus que ouve a minha oração
6 - Sirvo a um Deus que cuida de mim
7 - Sirvo a um Deus que cura
8 - Sirvo a Deus com alegria
9 - Sirvo a um Deus que me dá força
10 - Sirvo a um Deus que me salva
11 - Sirvo a um Deus bom
12 - Sirvo a um Deus de amor
13 - Sirvo a um Deus de milagres
2 - Aprendendo a dizer obrigado
3 - Aprendendo a pedoar
4 - Não fique aborrecido
5 - Não pegue o que não é seu!
6 - É precio estufar
7 - Aprendendo a cuidar bem do meu corpo
8 - Aprendendo a repartir
9 - Aprendendo a ser amigo
10 - Aprendendo agradar a Deus
11 - Aprendendo a ficar longe do mal
12 - Aprendendo a louvar a Deus em todo o tempo
13 - Aprendendo sobre a salvação
SUMÁRIO:
1 - Missão impossível?
2 - Um vento do barulho
3 - Uma dupla dinâmica
4 - Um por todos e todos por um!
5 - Sete homens e um trabalho
6 - Perseguidos, mas não vencidos
7 - Surge um novo herói
8 - Diga "não" ao preconceito!
9 - Arrumando as malas
10 - Pé na estrada
11 - Missão cumprida!
12 - Na reta final
13 - A saga continua...
SUMÁRIO:
1 - O que é a graça e misericórdia?
2 - Não seja ignorante!
3 - Cristão passa por tribulação?
4 - Confronto histórico
5 - E(fé)sios e a carta da?
6 - Você está contente hoje?
7 - Vista o "sobrertudo", meu filho!
8 - "Ficar" ou se santificar?
9 - O fim está perto!
10 - Ninguém despreze a sua mocidade!
11 - Preparado para o combate?
12 - Fale o que convém!
13 - Bom é ter amigos!
SUMÁRIO:
1 - A Igreja de Cristo
2 - O Espírito Santo e a Igreja
3 - Os dons da Igreja
4 - A Igreja organizada
5 - A Igreja missionária
6 - A oração na Igreja
7 - O pecado na Igreja
8 - As ordenanças da Igreja
9 - A Igreja Perseguida
10 - Igreja, lugar de cura
11 - O louvor e a adoração na Igreja
12 - A Igreja e a ação social
13 - O futuro da Igreja
SUMÁRIO:
1 - Influências dos Meios de Comunicação
2 - Perigos da Mídia Eletrônica
3 - Mídia sem Máscara
4 - O Impacto da TV na Vida Cristã
5 - A Influência do Espiritismo na Mídia
6 - A Mídia e o Consumo
7 - A Mídia e a Moda
8 - A Mídia e o Culto ao Corpo
9 - Uma Fábrica de Sonhos e Ilusões
10 - As Mensagens Subiliminares
11 - As Facilidades e os Riscos da Internet
12 - O Lar e os Meios de Comunicação Vem
13 - A Mídia em Prol do Reino de Deus
Comentarista: Pastor Eliezer de Lira e Silva
Consultor Doutrinário e Teológico: Pastor Antônio Gilberto
SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- O que é Oração
2- A Oração no Antigo Testamento
3- A Oração Sábia
4- A Oração em o Novo Testamento
5- Orando como Jesus Ensinou
6- A Importância da Oração na vida do crente
7- A Oração da Igreja e o Trabalho do Espírito Santo
8- A Oração Sacerdotal de Jesus Cristo
9- A Oração e a Vontade de Deus
10- O Ministério da Intercessão
11- A Oração que conduz ao perdão
12- Quando o crente não Ora
13- Se o Meu povo Orar
domingo, 26 de setembro de 2010
ATIVIDADES,DICAS E ESTUDOS DIRETO NO SEU EMAIL
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A MISSÃO PROFÉTICA DA IGREJA- LIÇÃO 13 JOVENS E ADULTOS
Leitura Bíblica: Atos 8.4-8, 12-17
Introdução
I. A perseguição
II. Os samaritanos
III. O Evangelho em Samaria
Conclusão
Prezado professor, chegamos ao final de mais um trimestre. Nesse período, é importante fazer uma autoavaliação dos métodos adotados, da receptividade dos alunos, do ambiente, em sala de aula, cuja lição é ministrada, etc.
O prezado professor tem a compreensão da dimensão de seu ministério? Por isso, aproveite esse período para a realização dessa autoanálise.
A lição de hoje tem o objetivo, ímpar, de elaborar a reflexão da missão profética da Igreja. Considerando o contexto vivencial da igreja em Jerusalém e a conscientização do significativo papel que o seu aluno tem na missão profética da Igreja, é importante você reunir materiais que elucidam o contexto histórico e cultural do primeiro século, nos primórdios, da Igreja Primitiva.
A IGREJA EM JERUSALÉM E SUA DIMENSÃO PROFÉTICA
Considerando o contexto de Atos 2.42-47, é possível descrever a sua vida comunitária, considerando, os seguintes fatores:
• A Igreja Primitiva vivia em comunidade. Isso quer dizer que os membros da comunidade de Jerusalém viviam juntos, moravam próximos e trabalhavam em regiões próximas. Por estarem localizados numa região pouco desenvolvida, o número de habitantes era baixo e a convivência destes era natural (At 1.12-14) ;
• A Igreja Primitiva perseverava na doutrina, na comunhão, no partir do pão e nas orações. A vida comunitária da igreja, exigia uma prática vivencial de Amor. Sobretudo, essa prática se confirmaria na unidade estabelecida nesse grupo reunido em Jerusalém. Por isso, a igreja fazia a manutenção dos ensinos de Jesus, através dos apóstolos . Esta perseverança doutrinária, de acordo com a relação vertical e horizontal (Amar a Deus e Amar o próximo) do relacionamento humano, iniciava na comunidade: a voluntariedade em comer o pão em comunhão (Ágape, a festa do amor) e a execução da ceia do Senhor . Nesse ambiente de ensino e comunhão, as almas se prostravam em oração antes, e depois, do revestimento de poder. Essa prostração denota a urgência, e a necessidade, do aprofundamento de a intimidade com Deus, a fim de refleti-la no contexto comunitário (At 2.42);
• Os membros da Igreja Primitiva vendiam o que tinham para suprir os necessitados. Essa era a forma de assistir o necessitado que estava inserido à nova comunidade. Por voluntariedade, vendiam suas propriedades e depositavam aos pés dos apóstolos, e estes, repartiam com os que tinham necessidades (At 2.45). Alguns (estudiosos ou não), para justificar a indisposição da partilha hoje, afirmam que os cristãos primitivos só faziam a partilha de seus bens, porque criam que Jesus voltaria a qualquer momento (não haveria nada mais egoísta e individualista do que esta intenção). E como consequencia desta “loucura”, os cristãos primitivos ficaram pobres (desconsiderando, totalmente, a perseguição histórica antes, e durante, os anos 70 d.C. que solapou os judeus e cristãos). Absolutamente não! Os cristãos primitivos sabiam muito bem a dimensão prática da doutrina dos apóstolos (os mandamentos de Jesus) e sua voluntariedade, em partilhar os seus bens, era o reflexo da ação espiritual que tomara conta da comunidade. Os bens eram recolhidos, não para o enriquecimento dos apóstolos, mas tão somente, para suprir a necessidade do próximo desprovido.
O contexto social da Igreja Primitiva denota a relevância dessa comunidade para a sociedade que a cercava. O temor ao Senhor, perseverança unânime de todos, o partir do pão em sua refeição, alegre e singela, denotava a dimensão da manutenção doutrinária e comunitária da igreja.
A proclamação salvífica e cristocêntrica da Igreja exige o arrependimento de todos os homens. Porém, o modelo dessa contrição era proposto na vivência prática desta comunidade do primeiro século .
Em Atos 2.46,47 é descrito a consequência natural da verdadeira Proclamação de Cristo, onde o proclamar é acompanhado do fazer:
E, perseverando unânimes todos os no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça do todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.
O resultado de salvação era inquestionável. A consequencia de “todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”, estava claramente ligada à vida comunitária daquela igreja. Quando, esta, se levantava para Proclamar salvação, estava investida de legitimidade para propor àquela sociedade as “Boas Novas” de salvação.
Cada ação, feita pela igreja primitiva, denunciava profeticamente a incoerência que reinara sobre aquela sociedade. Se ela demonstrava comunhão, denunciava a separação; se demonstrava amor, denunciava o ódio; se demonstrava voluntariedade, denunciava o interesse mesquinho (vide Ananias e Safira cf. At 5.1-11); se supria a necessidade do necessitado, denunciava a omissão daqueles que tinham obrigação de fazê-lo.
A partir da comunidade primitiva, em Jerusalém, aprendemos que a Igreja de Cristo tem uma dimensão profética. Esta não tem a função de amalgamar-se com o poder temporal. Mas, tem a função de exercer um papel neutro em relação a este “poder”: elogiando-o quando é justo, mas denunciando quando ele exerce a injustiça.
A verdadeira Proclamação salvífica de Cristo tem sua dimensão celestial, quando diz que o homem tem que se arrepender para o perdão e remoção dos pecados, mas também tem sua dimensão terrena, quando diz que a este homem imerso no pecado, Cristo dá a verdadeira dignidade: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres” (Jo 8.36). Em 1 Coríntios 11.23ss, temos a prova de que a Igreja pode perder a dimensão profética! Boa Aula!
1]GUNDRY, Robert H. Panorama do Novo Testamento. 1. ed. São Paulo: Edições Vida Nova, 1978, p. 23-34.
[2]Os apóstolos tinham ouvido de Jesus que o seu ensino está embasado em dois mandamentos: o primeiro, “Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento”; o segundo, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.37-40).
[3]Comentário Pentecostal do Novo Testamento. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 640.
[4] “Um novo mandamento vos dou: Que vos amei uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13.34,35).
VIVENDO EM SANTIFICAÇÃO - LIÇÃO 13 JUVENIS
Texto Bíblico: 2 Coríntios 6.16-18; 7.1
IDEIAS ERRÔNEAS ACERCA DA SANTIFICAÇÃO
Muitos cristãos descobrem o fato de que seu maior impedimento em chegar à santidade é a “carne”, a qual frustra sua marcha para perfeição. Como se conseguirá libertação da carne? Três opiniões erradas têm sido expostas:
A) “A Erradicação” de pecado inato é uma dessas ideias. Assim escreve Lewis Sperry Chafer: “Se a erradicação da natureza pecaminosa se consumasse, não haveria a morte física, pois essa é o resultado dessa natureza (Rm 5.12-21)”. Pois que houvessem experimentado essa “extirpação”, necessariamente gerariam filhos sem a natureza pecaminosa. Mas, mesmo que fosse realidade essa “extirpação”, ainda haveria o conflito com o mundo, a carne (aparte da natureza pecaminosa) e o Diabo; pois a “extirpação” desses males é obviamente antibíblica e não está incluída na própria teoria.
B) O Legalismo, a observância de regras e regulamentos. Paulo ensina que a lei não pode santificar (Romanos cap. 6), assim como também não pode justificar (Romanos 3). Essa verdade é exposta, e desenvolvida, na carta aos Gálatas. Paulo não está de nenhuma maneira depreciando a lei. Ele está defendendo-a contra conceitos errôneos quanto a seu propósito. Se um homem será salvo do pecado terá que ser por um poder a parte de si mesmo. Vamos empregar a ilustração de um termômetro. O tubo e o fluído vermelho representam o indivíduo. O registro dos graus representará a lei. Imaginem o termômetro dizendo: “Hoje não estou exatamente à marca; devo chegar a 30 graus”. Será que o termômetro poderia elevar-se à temperatura exigida? Não, deveria depender duma condição fora de si mesmo. Da mesma maneira o homem que percebe que não está á altura do ideal divino não pode elevar-se em um esforço de alcançá-lo. Sobre ele deve operar uma força a parte dele mesmo; e essa força é o poder do Espírito Santo.
C) Ascetismo representa a tentativa de subjugar a carne e alcançar a santidade por meio de privações e sofrimentos – o método que seguem os católicos romanos e os hindus ascéticos. Esse método parece estar baseado na antiga crença pagã de que toda matéria, incluindo o corpo, é má. O corpo, por conseguinte, é uma trava ao espírito, e quanto mais for castigado e subjugado, mais depressa se libertará o espírito. Isso é contrário às Escrituras, que ensinam que Deus criou tudo muito bom. É a alma e não o corpo que peca; portanto, são os impulsos pecaminosos aos que devem ser subjugados, e não a carne material. Ascetismo é uma tentativa de matar o “eu”, mas o “eu” não pode vencer o “eu”. Essa é a obra do Espírito.
Texto extraído da obra: Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo, Editora Vida.
DEUS NÃO TEM NETOS.DECIDA-SE! - LIÇÃO 13 ADOLESCENTES
Texto Bíblico: Ezequiel 18.1-20
O AMOR DE DEUS
A Bíblia associa o desejo de Deus em nos salvar ao seu amor eterno. No Antigo Testamento, o enfoque primário recai sobre o amor segundo a aliança, como se vê em Deuteronômio 7:
O SENHOR não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava; e, para guardar o juramento que jurara a vossos pais... vos resgatou da casa da servidão... Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardardes e fizerdes, o SENHOR, teu Deus, te guardará o concerto e a beneficência que jurou a teus pais; e amar-te-á, e abençoar-te-á (vv. 7,8,12,13).
Num capítulo a respeito da redenção segundo a aliança, diz o Senhor: “Com amor eterno te amei; também como amável benignidade te atraí” (Jr 31.3). A despeito da apostasia e idolatria de Israel, Deus amava com amor eterno.
Em o Novo Testamento, em 1 Jo 3.16, o apóstolo afirma que “Deus é amor” e por isso, “ele deu seu filho unigênito” para salvar a humanidade. Deus tem demonstrado seu amor imerecido para conosco “em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). O Novo Testamento dá amplo testemunho do fato de que o amor de Deus impeliu-o a salvar a humanidade perdida. Por isso quatro atributos de Deus – a paciência, a misericórdia, a graça e o amor – demonstram a sua bondade ao prover a nossa redenção.
BOA MEDIDA - LIÇÃO 13 PRÉ-ADOLESCENTES
Texto Bíblico: 1 Samuel 30.11,13,15-17 O amor é sofredor (e paciente) para com as pessoas que nos provocam ou nos ferem. Não permite que surjam sentimento, mesmo quando os males assolam. Ele caminha a segunda milha, oferece a outra face, suporta o insulto, é paciente com os que discordam, ou escarnecem, ou zombam (Mt 5.39,41). Reflete a paciência de Deus para com os pecadores: não pode ser irritadiço para com aqueles por quem Cristo morreu. O amor não pára com uma mera paciência que tolera aqueles que amontoam abuso sobre abuso. É ativamente gentil, vence o mal com o bem (Lc 6.27; Rm 12.21), procura o que pode fazer pelos outros, põe-se a serviço de outros, encoraja os outros a falar e ministrar (1 Co 14.30,31). O amor não é invejoso, nunca tem ciúmes, nunca expressa má vontade, malícia ou mau humor. Ele não trata com leviandade, nunca é fanfarrão, mas é verdadeiramente humilde. O amor não se ensoberbece, não é orgulhoso, inchado ou convencido, nem é ávido por honra. O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Sempre defende, sempre confia, sempre tem esperança, sempre persevera, suporta a pressão com fé e esperança ousadas. Vê onde é preciso ajuda e se coloca sob a carga sem que lhe seja pedido ou implorado. Fornece coragem sincera aos outros. Professor se estas características (presente nos que amam e servem a Deus) parecem difíceis de ter, lembremo-nos de que podemos buscar a Deus para que Ele derrame o seu amor em nosso coração pelo Espírito Santo (Rm 5.5). Aproveite e ore com os seus alunos, pedindo a Deus que os ensinem o verdadeiro amor. Explique aos alunos que é muito fácil amar os amigos, as pessoas que nos fazem bem, mas amar aquele que nos persegue é algo quase que impossível. Os verdadeiros servos de Deus conseguem, amar aqueles que os perseguem que os destratam. Pois sabem que é uma ordenança de Cristo: “E o segundo mais importante é parecido com o primeiro: ‘Ame os outros como você ama a você mesmo’” (Mateus 22.39).
CÉU E INFERNO - LIÇÃO 13 JUNIORES
CRESCENDO NO CONHECIMENTO
“A Cidade de Glória. Em Apocalipse 21, encontramos a descrição da cidade eterna de Deus. Essa é uma cidade de grande glória que, conforme creio, é aquela à qual Jesus se refere em seu ministério terreno quando diz a seus discípulos: ‘Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também” (Jo 14.2,3). Cristo preparou pessoalmente os lugares para essa morada gloriosa de seus seguidores. [...]
As Escrituras asseguram-nos que o inferno é um lugar real. Mas ele não fazia parte da criação primeira de Deus, quando Ele viu que ‘era muito bom’ (Gn 1.31). O inferno foi criado posteriormente para acomodar o banimento de Satanás e de seus anjos caídos que se rebelaram contra Deus (Mt 25.41). As pessoas que rejeitam a Cristo se juntam a Satanás e aos seus anjos caídos nesse lugar de sofrimento terrível.”
O cristianismo segundo a Bíblia. CPAD. p.256-264
SAIBA MAIS
“Como professor, você sabe que os conselhos que dá aos alunos são importantes, e às vezes mais importantes do que o conhecimento da matéria ou as habilidades que você compartilha. Visto que a sua esfera de influência inclui não só os alunos, mas também colegas, administradores, pais e o público em geral, você quer ter a certeza de que o conselho que está oferecendo é biblicamente perfeito.
A melhor maneira de se fazer isso, naturalmente, é certificar-se de que você sabe o que a Bíblia diz sobre os tópicos e questões relevantes para aqueles à sua volta. É importante que eles entendam que embora o seu conselho possa ser filtrado através das suas próprias experiências, ele vem do padrão de vida que é dado por Deus.
Se você já ouviu os seus alunos, mesmo aqueles que se denominam cristãos, ou conversou a respeito de suas crenças, você sabe que há uma mentalidade em ação — uma dose de cristianismo, uma pitada de budismo e uma quantidade liberal de pragmatismo. Quando eles perguntam o que você acha, você deve apresentar uma declaração clara, gentil e amorosa deixando a porta aberta para uma discussão posterior.
E, como sempre, o seu conselho terá mais peso se aqueles que estão à sua volta conhecerem tanto a sua pessoa como as suas palavras: honesto, animador e sempre acreditando no melhor sobre os outros.
Quando as pessoas souberem que você não fala apenas para ouvir a si próprio, mas porque leva a sério os seus princípios, e que as suas crenças alimentam a qualidade do seu trabalho e a sua conduta, você ficará surpreso pela quantidade de indagações que chegarão ao seu caminho. Quando isso acontecer, saiba que Deus está trabalhando, que a luz Dele está brilhando em você, confiando que o Senhor lhe ajudará a dizer as palavras certas no momento certo.”
Graça diária para professores. CPAD. p-303
ATIVIDADES
Bem, neste domingo você deve estar terminando o livro do plano de freqüência com as crianças. Portanto, gostaria de dar umas sugestões relacionadas a essa atividade.
1. Oriente as crianças a elaborarem um sumário. Demonstre através de um exemplar de livro como se faz.
2. Você também pode sugerir que elas produzam uma página com dedicatória e outra com agradecimentos.
Além disso, gostaria de sugerir que você programasse uma tarde de lançamento dos livros para que as crianças se sintam prestigiadas. Confeccione convites para que elas possam convidar a família e os amigos. Prepare um lanche. Tenho certeza de que será uma bênção!
Ah! Se possível envie um exemplar para nós aqui na CPAD. Veja o endereço em sua revista. Se você puder, envie-nos também algumas fotos para o e-mail: miriam.reich@cpad.com.br
MEU CORAÇÃO É A CASA DE DEUS - LIÇÃO 13 PRIMÁRIOS
CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO
“O Paracleto é identificado como o Espírito da verdade (17), ‘que traz a verdade e a imprime na consciência do mundo.’ Mas este Dom não é para todos os homens. O mundo não pode recebê-lo, pela simples razão de que este não o vê, nem o conhece (17). ‘Aquilo que é espiritual não pode ser compreendido pelos homens ímpios, mas somente por aqueles cujas almas estão harmonizadas com o reino espiritual.’ Mas a promessa é íntima, pessoal e preciosa para aqueles que o conhecem: vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós (17; cf. At 2.4; Rm 8.9; 1 Jo 2.27; 2 Jo 2). Uma vez que habitava em Jesus, o Espírito estava com os discípulos. Mas quando Jesus ascendeu aos céus e o Espírito veio, no Pentecostes, Ele passou a estar dentro deles. Esta bênção é recebida através do batismo no Espírito.”
Comentário Bíblico Beacon. CPAD. p.124-125
SAIBA MAIS
“Como professor, você sabe que os conselhos que dá aos alunos são importantes, e às vezes mais importantes do que o conhecimento da matéria ou as habilidades que você compartilha. Visto que a sua esfera de influência inclui não só os alunos, mas também colegas, administradores, pais e o público em geral, você quer ter a certeza de que o conselho que está oferecendo é biblicamente perfeito.
A melhor maneira de se fazer isso, naturalmente, é certificar-se de que você sabe o que a Bíblia diz sobre os tópicos e questões relevantes para aqueles à sua volta. É importante que eles entendam que embora o seu conselho possa ser filtrado através das suas próprias experiências, ele vem do padrão de vida que é dado por Deus.
Se você já ouviu os seus alunos, mesmo aqueles que se denominam cristãos, ou conversou a respeito de suas crenças, você sabe que há uma mentalidade em ação — uma dose de cristianismo, uma pitada de budismo e uma quantidade liberal de pragmatismo. Quando eles perguntam o que você acha, você deve apresentar uma declaração clara, gentil e amorosa deixando a porta aberta para uma discussão posterior.
E, como sempre, o seu conselho terá mais peso se aqueles que estão à sua volta conhecerem tanto a sua pessoa como as suas palavras: honesto, animador e sempre acreditando no melhor sobre os outros.
Quando as pessoas souberem que você não fala apenas para ouvir a si próprio, mas porque leva a sério os seus princípios, e que as suas crenças alimentam a qualidade do seu trabalho e a sua conduta, você ficará surpreso pela quantidade de indagações que chegarão ao seu caminho. Quando isso acontecer, saiba que Deus está trabalhando, que a luz Dele está brilhando em você, confiando que o Senhor lhe ajudará a dizer as palavras certas no momento certo.”
Graça diária para professores. CPAD. p-303
ATIVIDADES
O mais importante nesta lição é que seus alunos tenham a convicção de que o próprio Deus deseja morar em nosso coração. E quando Ele começa a morar em nós, podemos sentir a sua paz, o seu amor e a sua alegria.
Peça para as crianças fecharem seus olhos. Em seguida, ligue um ventilador de modo que o vento possa soprar sobre todas as crianças. Ainda de olhos fechados, pergunte-lhes se podem ver o vento. Após responderem, pergunte novamente: “Mas vocês estão sentindo o vento, não estão?”
Assim como o vento, não podemos ver Deus, mas podemos senti-lo em nosso coração.
ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL
Fonte:ensinodominical.wordpress.comOs missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.
Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.
Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.