sexta-feira, 22 de março de 2013

A CIÊNCIA E A SABEDORIA - LIÇÃO 12 PRÉ-ADOLESCENTES


Texto Bíblico: Isaías 44. 6-8; Daniel 2.



Informações complementares para a lição

Prezado professor da classe de pré-adolescente
Nesta semana estamos trazendo para você mais informações para acrescentar o seu conhecimento acerca do estudo da próxima lição, relacionando a ciência e a sabedoria.

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO
   
    Sabemos que na sociedade pós-moderna em que vivemos, a ciência vem se expandido de forma intensa. O avanço tecnológico apareceu em vários campos do conhecimento, trazendo inovações de procedimentos, fórmulas, ou seja, novas informações e descobertas. A ciência, quando usada adequadamente para beneficiar a vida humana é, sem dúvida alguma, muito proveitosa e tida com bênção para todos. A descoberta da penicilina, a internet, a fibra ótica, as vacinas, dentre outras inovações são de grande valor para humanidade. Entretanto, não há descoberta alguma que possa se comparar com a sabedoria de Deus. As verdades divinas são inquestionáveis e a Bíblia afirma que um dos atributos de Deus que devem ser considerado é que Ele é sábio.

   O cristianismo — religião ou doutrina que defende a fé em Jesus Cristo e a sua moral e promessa de redenção — não se opõe à ciência. Muito pelo contrário! A ciência se desenvolveu devido à capacidade de inteligência dada ao homem por Deus. Além disso, a religião incentivou e influenciou a revolução científica. 

O renomado escritor Charles Colson em seu livro “Respostas às dúvidas de seus adolescentes” ao responder uma pergunta: “Você tem certeza traz alguns exemplos e argumentos práticos que reforçam a idéia de que o cristianismo não é contra a ciência.

“ Você tem certeza de que o cristianismo não é contra a ciência?

Eu tenho certeza, mas muitos defensores contemporâneos da ciência querem, claramente, dar a impressão de que o cristianismo se opõe à ciência.

  Muito em breve, ‘a religião deve ser considerada como uma prática anticientífica’, escreveu John Maddox, editor da Nature, o jornal científico de maior prestígio no mundo. A maioria dos primeiros cientistas — Copérnico, Newton, Lineu — eram cristãos. Na verdade, os historiadores nos dizem que o cristianismo realmente ajudou a inspirar a revolução científica.

 Considere alguns exemplos. Nas culturas pagãs, o mundo parecia estar vivo com suas deusas dos rios, divindades astrais e seus deuses do sol. Porém Gênesis 1 se coloca como um forte contraste a tudo isto. A natureza não é divina; ela é obra das mãos de Deus. O sol e Lua não são deuses; são meramente luminares colocados no céu para servir aos propósitos de Deus. 

     Uma outra pressuposição crucial para a ciência é que a natureza é ordenada. Esta pressuposição também foi um resultado de crenças cristãs.” 

UM SONHO QUE PARECE IMPOSSÍVEL - LIÇÃO 12 JUNIORES


Texto Bíblico: Gênesis 45.1-28; 46.28-34; 47.1-12



Crescendo na graça e no conhecimento

“Deus usou até as más ações dos irmãos de José para cumprir seu plano definitivo. Ele enviou José adiante para preservar vidas, salvar o Egito e preparar o caminho para o início da nação de Israel. Deus é soberano. Seus planos não são ditados por ações humanas. Quando outros intentarem mal contra você, lembre-se que eles são apenas ferramentas de Deus. Como disse José a seus irmãos: ‘Vós bem intentastes mal contra mim, porém Deus o tornou em bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar em vida a um povo grande’ (50.20).

A fidelidade de José teve influência sobre toda a sua família. Quando estava na cova e na prisão, José deve ter questionado a respeito do seu futuro.

Entretanto, ao invés de desesperar-se, ele fielmente obedeceu a Deus e fez o que era certo. Nestes versículos vemos um dos fascinantes resultados. Nem sempre podemos ver os efeitos de nossa fé, mas podemos estar certos de que Deus honrará a nossa fidelidade.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. 

CPAD. p.74-76).

ATIVIDADE

Aproveitando que a lição deste domingo traz muitas notícias para José e sua a família, estaremos dando algumas dicas de como elaborar um jornal com seus alunos a respeito da vida de José.

Defina as equipes e estipule funções básicas para cada uma delas.

Quem será o responsável geral pelo jornal (o editor), aqueles que devem escrever as reportagens, os que devem criar os desenhos para ilustrar as reportagens, e os irão rever tudo que os outros fizeram para ver se não está faltando nada, se não existe algo errado.

UM ENCONTRO EMOCIONANTE - LIÇÃO 12 PRIMÁRIO




Texto Bíblico: Gênesis 32.1-32; 33.1-20



Crescendo na graça e no conhecimento

“Da última vez que Jacó tinha visto Esaú, este estava pronto para matá-lo, pois Jacó lhe roubara a bênção familiar (25.29 — 27.42). Furioso, Esaú decidiu matar o irmão assim que seu pai, Isaque, morresse (27.41). Por temer este encontro, Jacó enviou um mensageiro adiante com presentes.

Sua intenção era comprar a proteção de Esaú.

É um alívio ver a mudança no coração de Esaú quando os dois irmãos se reencontram. A amargura pela perda do direito à primogenitura e à bênção (27.36-41) parece ter desaparecido e Esaú está satisfeito com o que possui. Jacó até exclamou que era bom ver seu irmão, obviamente contente com ele (33.10). A vida pode trazer-nos alguns momentos ruins.

Podemos nos sentir enganados, como Esaú, mas não temos de permanecer ressentidos. A amargura pode sair da nossa vida ao expressarmos os nossos sentimentos honestamente a Deus, perdoando os que nos causaram mal e estando satisfeitos com o que temos.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. CPAD. p.56-57).

ATIVIDADE

Querido professor, pela graça de Deus, estamos aqui novamente para dar prosseguimento ao projeto pedagógico interdisciplinar sobre a família. Se você não teve a oportunidade de iniciá-lo ainda, dê uma olhada em nosso site nos subsídios anteriores.

Reserve um momento da aula, de preferência o início, para conversar com as crianças a respeito do seu dia-a-dia em casa. Que horas acordam? O que fazem pela manhã? O que fazem à tarde? Se os pais trabalham? A que horas chegam do trabalho? Se costumam jantar juntos? Se oram juntos? A que horas vão dormir? Essas informações revelarão um pouco a respeito da relação familiar de seus alunos e são importantes para você identificar possíveis problemas.

Convide os pais para participarem da festa de encerramento do trimestre.LEIA TAMBÉM:http://ebiblicadominical.blogspot.com.br/2011/03/um-encontro-emocionante-licao-12.html

DEUS FAZ MILAGRES! - LIÇÃO 12 JARDIM DA INFÂNCIA



Leitura Bíblica: Juízes 13—16



I. De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que é Deus quem nos faz fortes para vencer as dificuldades.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido. 

• A palavra-chave da aula de hoje é “FORÇA”. Durante o decorrer da aula diga: “Deus nos dá força e coragem”.

II. Saiba Mais 
 Sansão era um líder de Israel, no tempo em que a nação achava-se dominada pelos inimigos. Esses inimigos eram chamados filisteus, e havia muitos deles. Mas nenhum deles podia derrotar Sansão. Sempre que os filisteus ameaçavam os israelitas, Sansão dava um jeito neles. Os filisteus odiavam Sansão.

Bem, a arrogância e a valentia acabaram pondo Sansão em dificuldade.

Ele gabou-se de sua força e deixou o orgulho subir-lhe à cabeça. Então, acabou contando aos inimigos o segredo da tal força. Finalmente... bem, você pode ler o que aconteceu em Juízes 16. 4-31. Portanto, não sejam arrogantes nem exiba valentia, mesmo que você seja grande e valente.

Deus é o único que pode nos fazer fortes, e Ele não gosta quando nos envaidecemos. A Bíblia afirma “As pessoas revoltadas gostam de brigas, e quem vive se gabando está correndo para a desgraça” (Pv 17.19). 

(Extraído da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD.).


III. Conversando com a professora 
Lembramos, mais uma vez, que a criança do jardim de infância acha-se numa fase em que come muito, e cresce ininterrupta e rapidamente.

Resultado: é uma criança cheia de energia.

E toda energia sem controle é desastrosa, como bem explica o Pr. Antônio Gilberto, ao falar dos dons espirituais. Explica ele que, “a eletricidade, quando domada nas subestações, torna-se apropriada ao consumo doméstico, mas nas linhas de alta tensão é letal e destruidora”. O mesmo princípio aplica-se à energia física acumulada nas crianças. Se ela for bem canalizada e distribuída em atividades diversas, ao longo da aula, resultará em melhor aproveitamento do ensino por parte do aluno, e satisfação sem estresse para o professor.

Frisamos que o aprendizado dessa “turma enérgica” dá-se principalmente por meio do olhar as coisas, do gesticular, repetir falas, pular, correr, atirar coisas, etc. Tenha isto sempre em mente, e não caia no erro de esperar, muito menos de exigir, que os seus alunos fiquem sentados passivamente, ouvindo-o contar uma história ou explicar um conceito.

Permita-lhes participar ativamente da aula, repetindo as falas dos personagens, imitando-lhes os movimentos, e “conversando” com eles, ao dirigir-lhes cumprimentos, elogios, palavras de consolação, repreensão, etc.  
(Marta Doreto)


IV. Sugestão 
Cole os visuais da lição em pedaços de papelão. Corte o mesmo em quatro partes, montado um quebra-cabeça. Sente-se com as crianças no chão da classe. Peça que os alunos formem dois grupos. Dê para cada grupo um quebra-cabeça para que montem em conjunto. Enquanto montam as peças, relembre as partes principais da história bíblica. Veja mais em http://ebiblicadominical.blogspot.com.br/2011/06/deus-faz-milagres-licao-12-jardim-da.html

DEUS CRIOU A FAMÍLIA - LIÇÃO 12 MATERNAL




I. Leitura Bíblica Gênesis 2.18-25;4.1,2



II. De professor para professor 
Prezado professor, o objetivo da lição deste domingo é fazer com que a criança compreenda que a família é uma dádiva de Deus. 

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido. 

• A palavra-chave é  “FAMÍLIA”. Durante o decorrer da aula diga às crianças que o Papai do céu criou a família. A família é uma presente do Papai do céu para você. 

III. Para refletir
“O primeiro casamento foi estabelecido pelo próprio Deus”
Antes da entrada do pecado no mundo, o Criador fez Eva para ser a companheira de Adão. Assim podemos crer que foi o Senhor mesmo quem permitiu ao homem e à mulher o relacionamento e a liberdade conjugal, baseados em princípios santos e puros, como parte do seu propósito para com eles. Ao trazer a mulher para Adão, Deus estabeleceu as normas para o casamento. O Senhor Jesus ratificou esse conceito: “Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt 19.6).

Deus sempre se agrada quando seus princípios a respeito do casamento são seguidos. Essa obediência resulta em satisfação real e verdadeira felicidade — experiência testada por milhões de pessoas felizes nessa área. Enfim, ao agir de acordo com os padrões divinos, o homem e a mulher são agraciados por Deus, e os filhos se sentem no lugar adequado e no ambiente mais aprazível que poderiam desejar.  
(Extraído do livro E fez Deus a  família, CPAD.)

IV. Conversando com o professor
Professora, as crianças do maternal, principalmente as mais novas, podem sentir-se tensas e inseguras numa classe de Escola Dominical. A sua sensibilidade fica aguçada, e pode chorar por qualquer coisa. Aliás, não é incomum a classe toda pôr-se a chorar, se uma delas iniciar o choro. O professor deve tratá-las com amabilidade e propiciar-lhes um ambiente tranqüilo.

Elas assustam-se facilmente. Situações e sensações novas são-lhes assustadoras. Por isso, uma criança que esteja começando a freqüentar a Escola Dominical sentir-se-á insegura ao ser separada da mãe. Não se trata de dengo, mas de um temor real. Teme que a mãe não volte mais.

Neste caso, a mãe deve permanecer com ela na sala, até que se familiarize com o ambiente, os professores e os colegas.

(Extraído Maternal Mestre 3/4, Marta Doreto, CPAD). 

V. Sugestões 
Sente-se com as crianças em círculo no tapete da classe. Providencie uma família de fantoches. Eles vão “conversar” com as crianças sobre a família.

Enfatize o fato de ser preciso obedecer ao papai e a mamãe para que a família viva feliz. Pergunte às crianças:

Sua mãe diz: “Faça isso”. Você obedece?

Seu pai diz: “Ajude-me nisso”. Você obedece?

Jesus diz: “Ame as pessoas seus pais. Ame seus irmãos”. Você vai obedecer?                                                                     




A HISTÓRIA DA PÁSCOA

Lindo esse vídeo se desejar pode baixá-lo para passar em sua classe da EBD. (Para assistir aqui desligue a rádio no final da página )


sábado, 26 de janeiro de 2013

ELIAS E OS FALSOS PROFETAS DE BAAL - LIÇÃO 4 JOVENS E ADULTOS 2013



INTRODUÇÃO

I. CONFRONTANDO OS FALSOS DEUSES
II. CONFRONTANDO OS FALSOS PROFETAS
III. CONFRONTANDO A FALSA ADORAÇÃO
IV. CONFRONTANDO O SINCRETISMO RELIGIOSO ESTATAL

CONCLUSÃO
OS FALSOS PROFETAS, QUEM SÃO?

Por
José Gonçalves

Na revista: O que Deus requer de Nós, publicação das Testemunhas de Jeová, na lição de número 13, existe a pergunta: “Como você pode encontrar a religião verdadeira?” Ela mesma responde em seguida: “A Bíblia predisse que, após a morte dos apóstolos, aos poucos se introduziriam na congregação cristã ensinos errados e práticas não-cristãs. Homens desviaram crentes para seguir a eles, em vez de Cristo (...) Esse é o motivo de vermos tantas religiões diferentes que afirma ser cristã. Como podemos identificar os verdadeiros cristãos?”(p.26).

Esta pergunta já fora feita de outra forma no livro Raciocínios à Base das Escrituras, onde se lê: “Como podem ser identificados os verdadeiros profetas e os falsos” (p. 158, edição de 1985). Em seguida o mesmo livro mostra como isso é possível, fornecendo as regras.

1.    Os verdadeiros profetas tornam conhecida a sua fé em Jesus, mas se requer deles mais do que professarem o nome dele. 

2.    Os verdadeiros profetas falam em nome de Deus, mas não basta meramente afirmar estar representando a ele. 

3.    A capacidade de realizar ‘grandes sinais’ ou ‘milagres’, não é forçosamente prova de profeta verdadeiro.

4.    O que os profetas verdadeiros predizem acontecem, mas podem não entender exatamente quando e como sucederá.

5.    As declarações de um profeta verdadeiro promovem a adoração verdadeira e se harmoniza com a vontade revelada de Deus.

6.    Os verdadeiros e os falsos profetas podem ser reconhecidos pelos seus frutos conforme manifestos em sua vida e na vida dos que o seguem (p. 158).

Gostaria que o leitor observasse comigo o item de nº 4: “o que os profetas verdadeiros predizem acontece”. O problema é que as Testemunhas de Jeová já predisseram e não se cumpriu. É interessante observar ainda, que o livro citado omitiu a principal passagem bíblica que confirma isso. Vejamos como essa passagem bíblica aparece em Deuteronômio 18.21,22:

        Se disseres no teu coração: Como conheceremos a palavra que o Senhor não falou? Quando o tal profeta falar, em nome do Senhor, e tal palavra se não cumprir nem suceder assim, esta é a palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou o tal profeta: não tenhas temor dele.

Não há o que interpretar: se um profeta falar e não se cumprir, então ele é um falso profeta [...].

Texto extraído da obra “Defendendo o verdadeiro Evangelho”, editada pela CPAD.



PRESERVE O VERDE, AME O PRÓXIMO - LIÇÃO 4 JUVENIS 2013




Texto Bíblico: Gênesis 1.1-26; 2.15



Na carta ao Romanos o apóstolo Paulo escreveu: ”Porque toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora” (Rm 8.22). Se esta escritura tivesse feito parte do discurso de algum ecológico moderno, não estranharíamos, mas ela foi escrita no primeiro século da era cristã.

Naquele tempo, o autor não tinha a menor ideia de que esta escritura poderia significar tanto em nossos tempos de terceiro milênio. A inspiração do Espírito Santo ao apóstolo Paulo vislumbrava o presente e o futuro no sentido espiritual. Porém, quando ele fala do gemido da criação, incluía tanto a natureza animada como a inanimada. Aponta para o fator causador desse gemido no versículo 20 do mesmo capítulo, quando diz que “a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou”. Vaidade de que e de quem? A expressão refere-se, de fato, “à vaidade daquele que a sujeitou”.

Quem sujeitou a criação ao desequilíbrio ecológico, se não o inimigo principal do Criador, o Diabo, com sua vaidade e egoísmo? Ora, sabemos que a criação inanimada não tem vontade própria, senão pela vontade de Deus. Deus condenou Satanás por ter sido o agente que induziu Adão e Eva a desobedecerem a Deus. Por esse modo entende-se que a criação tornou-se cúmplice dos pecados e da desgraça que operam no mundo. A criação tornou-se sujeita “ao sofrimento e às catástrofes físicas” (Bíblia de Estudo Pentecostal). O texto diz que a “criação ficou sujeita à vaidade” e isso significa que toda a criação, animada e a inanimada, foi submetida a “um estado de futilidade deplorável”, como escreveu Matthew Henry. Com consciência aguçada acerca do “gemido da terra”, a Igreja de Cristo tem um papel restaurador e mantenedor dos poderes vitais que dão sustentação à vida na terra. Quando Deus criou o homem, o criou com poder de governar e administrar a vida na terra de forma a manter e preservar os seus valores vitais (Gn 1.28). 

Texto extraído do livro “Mordomia Cristã”, editado pela CPAD. 

QUEM MANDA EM VOCÊ? - LIÇÃO 4 - ADOLESCENTES 2013




Texto Bíblico: Romanos 6.1-14; Provérbios 19.8



PAIS RELACIONAIS

   Prezado professor, o termo adolescência significa “meio criança” e “meio adulto”. Ela caracteriza-se por mudanças corporais e psicológicas na vida do jovem. Nessa faixa-etária o adolescente ainda não consolidou opiniões próprias e ainda precisa de auto-afirmação e de limites em suas atitudes e ações. 

Ele depende da orientação e afeto dos pais, pois precisam ter pessoas que lhes sirvam de referenciais.

   A obra literária “Os dez mandamentos da criação dos filhos” do autor Ed Young, editado pela CPAD, deixa claro que os adolescentes estão em fase de adquirir sua própria identidade.  Por isso através dessa busca de afirmação da sua identidade os adolescentes, frequentemente, parecem se afastar de seus pais. 
Em Primeiro Lugar, ao buscar a identidade própria eles entendem que a sua identidade foi completamente definida pela família. Agora eles querem ser uma “pessoa com identidade própria”. Visto que os pais representam a família e o adolescente quer se afastar de uma identidade determinada pela unidade familiar. O filho se afastará de seus pais! Isso faz parte de seu crescimento. A boa notícia é que se os pais se aproximarem desse estágio com entendimento e habilidade, seu filho retornará para a família, considerando-a como seu ponto fundamental de identificação e origem.

      Em segundo lugar, os adolescentes às vezes se afastam de seus pais porque a mãe e o pai representam a infância para o jovem. Quando procuram mudar para a sua própria identidade, os adolescentes também estão tentando avançar para a vida adulta. 

Ed Young, ainda ressalta em sua obra, a importância de os pais serem do tipo “pais relacionais”: Pais relacionais cuidam o suficiente para disciplinar os filhos. Esses pais entendem a verdade disciplinar vital de que as regras sem relacionamento produzem rebelião. O amor verbalmente expresso sem dar tempo leva à raiva. Muitos filhos são rebeldes e raivosos porque são criados por pais que não são relacionais.

(...) Os pais relacionais fazem exigências aos filhos, mas explicam os motivos por que as exigências estão sendo feitas. Esses pais levam em conta o diálogo, para que o filho seja capaz de expressar a sua opinião. Boa aula!COMO 

Sugerimos que você possa imprimir as dicas abaixo e repassá-las aos pais dos seus adolescentes:                                                                                                                            CONVIVER COM OS ADOLESCENTES                                                                                                                                                         

                                                                                                 
                                                                                   “Conviver com adolescentes pode resultar em uma experiência estimulante e alegre, cheia de novas idéias e de esperanças. Assim que… aprendamos a desfrutar desta experiência.”
Sobreviver nem sempre é fácil, sobretudo quando se tem um adolescente em casa. Mas as famílias necessitam mais que a mera convivência. Necessitam também alegria, comunicação e amizade. E não há razão alguma para que não tenham estas coisas.
1. DEIXE QUE SE LEVANTEM POR SI MESMOS.
Algumas famílias começam cada dia com uma pequena guerra, porque mamãe chama e ralha aos meninos, chama e ralha, ralha e chama, e volta a repetir o processo uma e outra vez. O adolescente resmunga metade dormindo, metade desperto: “É muito cedo!”, “Chama-me novamente em cinco minutos”, ou simplesmente finge que não escutou.
Como os adolescentes vivem lutando por sua independência, porque não deixá-los que se independam desde cedo, na manhã (ou que comecem desde a manhã de forma independente)? Chamá-los apenas uma vez. Se voltarem a dormir e como resultado disto, perderem alguma atividade importante, logo aprenderá a lição. Deste modo, a família evita uma quantidade de discussões e de frustrações.
2. QUE OS TOQUES DA QUEDA SEJAM FLEXÍVEIS.
Deve existir certa flexibilidade nos horários fixados para voltar para casa e para ir dormir, e esses horários devem ser discutidos com calma pelos afetados. Se você insiste inflexivelmente em que seus adolescentes estejam de volta em casa a uma hora determinada, isso pode privar a seus filhos de alguma atividade grupal inofensiva e agradável, e de, se for esse o caso, ofendê-los desnecessariamente.
No que me diz respeito, não creio que um adolescente que volta para casa às nove da noite tenha menos probabilidade de “andar em algo” que um que regresse à sua casa mais tarde. Me preocupa mais a natureza da saída, a companhia e a disponibilidade de transporte.
3. ACEITE AS DIFERENÇAS QUE EXISTEM ENTRE SEUS FILHOS.
Os filhos homens, não tem porque ser íntimos amigos de seus irmãos ou vice-versa. Tampouco deve pretender-se que sintam um particular agrado uns com respeito de outros. Às vezes, seus interesses e personalidades são demasiado diferentes como para que se possa esperar uma verdadeira afinidade entre eles.
Sem dúvida, os irmãos deveriam aprender desde sua mais tenra idade a tratar-se mutuamente com respeito; a respeitar os sentimentos, as idéias, o tempo, e os pertences de cada um. Mas a menos que seja absolutamente necessário, penso que não é o melhor fazer que um membro da família seja pesado com a responsabilidade de outro.
4. SEJA UM BOM OUVINTE.
A maior parte do que tenho que escutar de meus filhos adolescentes, o tenho escutado entre a meia-noite e as três da manhã. Quando me sinto tranqüilamente para ler ou costurar, meus filhos se sentem menos ameaçados e estão mais predispostos a abrir seu coração. Eles não querem conselhos (quem os quer?). O que querem é falar a fim de clarear seus sentimentos e idéias.
Se eles estão indecisos frente a dois possíveis cursos de ação, somente pergunte-lhes: “Se fizer isto, o que pensa que será o resultado daqui a seis meses? Quais são as vantagens e as desvantagens?”. Escutando-os, você pode ajudá-los a ver os dois lados do problema. E sempre, uma pergunta ou sugestão pode colocá-los no caminho certo. Mas é inútil tentar falar com os adolescentes a menos que eles também estejam dispostos a fazê-lo.
5. NÃO SEJA DOGMÁTICO.
Não perca o controle nas discussões. Não diga: “Isso seria um grande erro. Não deve fazê-lo. Não sabe o que está dizendo.”
É muito melhor dizer: “Porque pensa assim? Conhece algum fato ou experiência que confirmem sua idéia? É uma idéia interessante; creio que vale a pena considerá-la mais a fundo.”
Muitas famílias tem o costume de despertar discussões com assuntos hipotéticos. Conheci uma família que costumava discutir acaloradamente acerca de se um homem e uma mulher deviam ou não viver juntos sem estar casados. Os adolescentes dessa família não tinham a menor intenção de fazer isso, mas defendiam acaloradamente o direito de seus amigos de decidirem por si mesmos.
Trate de desenvolver sua sensibilidade a tal ponto que ela lhe permita saber quando colocar fim a uma discussão.
6. MANTENHA A CALMA.
Os adultos deveriam ter maior domínio próprio e sabedoria que os adolescentes. Use essas qualidades e lembre que os adolescentes são emotivos, sumamente susceptíveis e facilmente inflamáveis.
Os adultos deveriam ser mais compreensivos com os adolescentes, posto que já temos experimentado os sentimentos e os problemas que eles estão vivendo. Deveríamos recordar as pressões e os sofrimentos de nossa própria juventude: as repulsas ou indiferenças, as frustrações, a timidez, e o acabrunhamento. Deveríamos demonstrar aos adolescentes que os aceitamos e que os compreendemos.
7. ESQUEÇAMOS AS PEQUENAS COISAS.
Concentre-se nos assuntos de maior importância. Se você pode ser flexível no tamanho do cabelo, e na escolha da roupa, é mais provável que seus filhos estejam dispostos a responder às normas de comportamento que você espera que sigam em assuntos como o respeito pelos demais, as responsabilidades financeiras, escolares e trabalhos; o interesse pela família, pelos amigos e por seu bem-estar físico, mental e espiritual.
8. CONSERVE SEU SENSO DE HUMOR.
O humor, usado com sabedoria, pode diluir muito uma situação difícil. Um gracejo ou um comentário gracioso podem aliviar a tensão e fazer que todos se unam por meio do riso. Mas evite a ironia, o sarcasmo, a burla, posto que os adolescentes são em geral, reprimidos e muitos susceptíveis a tudo o que os possa ridicularizar.
9. NÃO SE OPONHA A CADA AMIGO/AMIGA ESPECIAL COMO SE A RELAÇÃO FOSSE ACABAR
EM CASAMENTO.
Trate de não interferir. Não podemos saber de antemão qual relação se transformará em algo duradouro e permanente; ou, no caso de que sejam duradouras e permanentes, quais delas seguirão sendo felizes e estáveis.
Se seus filhos são felizes em casa e com seus amigos, haverá menos possibilidades de que comecem relações inadequadas, pois isto geralmente ocorre quando o adolescente se sente só, miserável ou aborrecido.
10. DESFRUTE DE SEUS FILHOS ADOLESCENTES ENQUANTO PODE.
Concentre-se no que pode compartilhar com seus adolescentes e não nas diferenças que existem entre você e eles.
Você tem visto com alegria como cresciam até converter-se em adolescentes, e quer seguir sendo amigo de seus filhos. Trate então de gozar com eles, e de guardar essa alegria como ela é, um tesouro.
Viver com adolescentes pode ser às vezes uma questão de sobrevivência. Mas também pode ser uma experiência estimulante e alegre, cheia de novas idéias e de esperanças. Assim que… aprendamos a desfrutar desta experiência.
Fonte: Jesus Voltará

O HOMEM, MÁQUINA PERFEITA - LIÇÃO 04 PRÉ-ADOLESCENTES 2013



Texto Bíblico: Gênesis 1.26; 2.7,21,22; Salmos 103.14-15



Caro professor da classe de pré-adolescente, a paz do Senhor! Nesta semana estudaremos a lição  que tem como o título: “O homem, máquina perfeita.”

    O nosso Pai é um Deus criador e criativo. No sexto dia da Criação ele fez os animais e criou o homem e a mulher (para cuidar da terra e andar com Deus). Quando o Eterno fez o ser humano, assegurou que ambos (homem e mulher) seriam conforme a imagem e semelhança do Criador.

É óbvio que Deus não nos criou exatamente como Ele, porque Deus não possui corpo físico. Em vez disso, somos reflexos da sua glória. Fomos criados para refletir o seu caráter, amor, bondade, perdão e fidelidade. Além disso, o homem foi criado com um propósito bem definido: governar a terra, já que é dotado de grande inteligência. 

Vejamos o que o Comentário Beacon fala a respeito do homem: 1)“ Um ser espiritual apto para a imortalidade; 2) Um ser moral que tem a semelhança de Deus; 3) Um ser intelectual com a capacidade da razão e de governo (G. B. Williamson).

    Uma das marcas da imagem de Deus foi Ele ter dado ao homem o status e o poder de governante. O direito do homem dominar ressalta o fato de que Deus o equipou para agir como governante. A aptidão para governar implica em capacidade intelectual adequada para argumentar, organizar, planejar e avaliar. A aptidão para governar implica em capacidade emocional adequada para desejar o mais alto bem-estar dos súditos, apreciar e honrar o que é bom, verdadeiro e bonito, repugnar e repudiar o que é cruel, falso e feio, ter profunda preocupação pelo bem-estar de toda a natureza e amar a Deus que o criou. A aptidão para governar implica em capacidade volitiva adequada para escolher fazer a toda a hora o que é certo, obedecer ao mandamento de Deus indiscutivelmente e sem demora, entregar alegremente todos os poderes a Deus em adoração jovial e participar em uma comunhão saudável com a natureza e Deus. 
   
    Deus criou o homem para ser uma pessoa que tivesse autoconsciência, autodeterminação e santidade interior (Ec 7.29; Ef 4.24; Cl 3.10). A imagem foi distribuída sem distinção de macho e fêmea, tornando-se iguais diante Deus.  

DESTRUÍRAM MEUS SONHOS - LIÇÃO 4 JUNIORES 2013




Texto Bíblico: Gênesis 37.20-24



CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Nos planaltos da Palestina central, os rebanhos se espalhavam em vasta extensão territorial para encontrar pastagem. Já fazia certo tempo que os filhos de Jacó tinham ido apascentar os rebanhos perto de Siquém, e ele desejava informações sobre o bem-estar dos filhos. Lembrou-se indubitavelmente do perigo de vingança devido ao ataque dos filhos ao povo da terra. Jacó enviou José em viagem a Siquém, que distava aproximadamente 96 quilômetros de Hebrom. De um homem amigável em Siquém, José descobriu que os rebanhos tinham ido a Dotã, cerca de 32 quilômetros mais ao noroeste.

Quando José apareceu no horizonte, os irmãos logo conspiraram contra ele. Tiveram intenção assassina, mas tramaram de forma que ninguém descobrisse o envolvimento deles. O álibi seria uma besta-fera o comeu. Esperavam anular a força preditiva dos sonhos de José. Mas um dos irmãos discordou. Rúben não apaoiaria plano para derramar sangue, e os persuadiu a prender o menino numa cova, ou cisterna, ali perto. Sua intenção era libertar José secretamente, para então voltar para o pai.” (Comentário Bíblico Beacon. CPAD. vol.1.p.107-108).
 
SAIBA MAIS


Práticas de Leitura / Escrita

1. Contra a imposição de livros, pelo gosto de ler!

Em nome de criar o hábito da leitura, as escolas têm gerado aversão pelos livros. No lugar do hábito de ler, então, propomos que se busque criar o gosto de ler. Por que a obrigatoriedade do livro único, com dia marcado para ler? Ler é um prazer e não se pode obrigar ao prazer.

2. Livro certo para a idade certa? Livros adequados às séries escolares?

Dia certo para terminar a leitura? Livro único para toda a turma? Por quê?

Contra o afã de normatizar, escolarizar e didatizar a leitura, pensamos: livros são objetos de cultura e como tais merecem ser descobertos, conhecidos, apreciados (ou não), discutidos, lidos. Por que aprisioná-los em classes, grades curriculares, idades, fases? Por que homogeneizar quando a pluralidade é o que caracteriza o ser humano e os processos humanos?

3. exercícios de interpretação — ou práticas de leitura?

Textos literários, poesias, letras de música submetidos a exercícios repetitivos onde crianças, adolescentes e adultos — todos submetidos a alunos — mais do que praticar a leitura, que é sempre e necessariamente interpretação, buscam um suposto sentido único que teria o texto! E quem define que sentido único é o correto? Com freqüência nem o professor, também este submetido a manuais que ditam o ler, como entender, preencher lacunas, completar frases, numerar colunas, sublinhar, marcar, blábláblá e blá.

4. Textos escritos para serem lidos ou para serem corrigidos?

Os professores têm sido leitores dos textos de seus alunos? E os outros parceiros da turma: lêem os textos dos colegas? Ou os textos são objeto de uma sádica busca de erros de ortografia, concordância ou regência, ficando a tarefa do professor resumida a assinalar-apontar-marcar erros?

Se se quer ensinar regras, que se proponha atividades específicas para essa finalidade! Por que invadir a produção textual tornando-a lugar de martírio? Não será a procura do eros da leitura e da escrita bem melhor que a caça aos erros?

(Sonia Kramer, 1995, p.156-157)                                                                                                                                                                      




É TEMPO DE SORRIR! - LIÇÃO 4 PRIMÁRIOS 2013




Texto Bíblico: Gênesis 21.1-8



CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“A mensagem que Sara teria um filho foi cumprida no tempo certo. Sob todos os aspectos, entendia-se como ato incomum de poder criativo divino, porque ambos os pais já tinham passado da idade de gerar filhos. A criança nasceu e foi chamada Isaque, de acordo com a ordem do Senhor em reconhecimento que ambos os pais tinham rido do que parecia impossível. A primeira risada brotou a incredulidade, mas agora Sara riu por causa da alegria de uma impossibilidade realizada. Deus cumpriu sua palavra. Ele tinha o poder de produzir vida sempre que quisesse, a despeito das circunstâncias naturais.

Nada é dito com respeito ao desmame de Isaque, mas às vezes este acontecimento era adiado até a criança ter três anos. A ocasião era comemorada com um banquete, costume que ainda é comumente observado no Oriente Próximo.” (Comentário Bíblico Beacon. CPAD. vol.1.p.70).

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Práticas de Leitura / Escrita

1. Contra a imposição de livros, pelo gosto de ler!

Em nome de criar o hábito da leitura, as escolas têm gerado aversão pelos livros. No lugar do hábito de ler, então, propomos que se busque criar o gosto de ler. Por que a obrigatoriedade do livro único, com dia marcado para ler? Ler é um prazer e não se pode obrigar ao prazer.

2. Livro certo para a idade certa? Livros adequados às séries escolares?

Dia certo para terminar a leitura? Livro único para toda a turma? Por quê?

Contra o afã de normatizar, escolarizar e didatizar a leitura, pensamos:

livros são objetos de cultura e como tais merecem ser descobertos, conhecidos, apreciados (ou não), discutidos, lidos. Por que aprisioná-los em classes, grades curriculares, idades, fases? Por que homogeneizar quando a pluralidade é o que caracteriza o ser humano e os processos humanos?

3. exercícios de interpretação — ou práticas de leitura?

Textos literários, poesias, letras de música submetidos a exercícios repetitivos onde crianças, adolescentes e adultos — todos submetidos a alunos — mais do que praticar a leitura, que é sempre e necessariamente interpretação, buscam um suposto sentido único que teria o texto! E quem define que sentido único é o correto? Com freqüência nem o professor, também este submetido a manuais que ditam o ler, como entender, preencher lacunas, completar frases, numerar colunas, sublinhar, marcar, blábláblá e blá.

4. Textos escritos para serem lidos ou para serem corrigidos?

Os professores têm sido leitores dos textos de seus alunos? E os outros parceiros da turma: lêem os textos dos colegas? Ou os textos são objeto de uma sádica busca de erros de ortografia, concordância ou regência, ficando a tarefa do professor resumida a assinalar-apontar-marcar erros?

Se se quer ensinar regras, que se proponha atividades específicas para essa finalidade! Por que invadir a produção textual tornando-a lugar de martírio? Não será a procura do eros da leitura e da escrita bem melhor que a caça aos erros?                                                                                                                                                                                                   



ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com