quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

QUALIDADE VERSUS DEFEITOS. LIÇÃO 5 PRÉ-ADOLESCENTES

Texto Bíblico: Êxodo 2.4-10


A psicologia auxilia a educação ao explicar as diferenças de temperamento entre as pessoas. Segundo o Dicionário Aurélio Eletrônico, o temperamento é o “conjunto dos traços psicofisiológicos de uma pessoa, e que lhe determinam as reações emocionais, os estado de humor e caráter”. Em síntese, o temperamento é inato em nossa constituição.

De acordo com a psicologia são quatro tipos de temperamentos: Sanguíneo, colérico, melancólico e fleumático. Ninguém é totalmente fleumático ou sanguíneo. Na verdade existe uma mistura de temperamentos mas com o predomínio de um deles. Para executar uma pequena “pesquisa” sem a rigorosidade acadêmica requerida para um teste sério de temperamento, proponha uma atividade simples e de curto tempo para os alunos. Distribua uma folha para cada um contendo trinta e duas características dos temperamentos – e peça para que os alunos escolham, entre essas, dez que descrevam a forma particular do ser deles.

Reproduza conforme o modelo:

Nome:___________________ Data:__/__/__

Como sou:

( ) Animado

( ) Pouco entusiasta

( ) Esforçado

( ) Falante

( ) Líder Natural

( ) Crítico

( ) Alegre

( ) Persuasivo

( ) Organizado

( ) Amigo

( ) Confiável

( ) Inseguro

( ) Paciente

( ) Influenciável

( ) Medroso

( ) Independente

( ) Espirituoso

( ) Exibicionista

( ) Sociável

( ) Persistente

( ) Reservado

( ) Quieto

( ) Impaciente

( ) Negativista

( ) Orgulhoso

( ) Decidido

( ) Bom Ouvinte

( ) Controlado

( ) Satisfeito

( ) Ressentido

( ) Indisciplinado

( ) Analítico


Dê sete minutos para que façam as marcações. Cada aluno só poderá marcar dez características. Depois apresente uma cartolina que servirá como gabarito para conferência do temperamento de cada um. Na cartolina, coloque o gabarito da seguinte forma



SanguíneoColéricoMelancólicoFleumático

Animado

Amigo

Alegre

Sociável

Espirituoso

Falante

Exibicionista

Indisciplinado

Líder Natural

Independente

Decidido

Esforçado

Persuasivo

Crítico

Impaciente

Orgulhoso

Analítico

Organizado

Persistente

Quieto

Confiável

Inseguro

Ressentido

Negativista

Controlado

Satisfeito

Bom Ouvinte

Paciente

Reservado

Influenciável

Medroso

Pouco entusiasta



Se a pessoa escolhe cinco aspectos da personalidade de um único grupo, é provável que este seja o seu temperamento. Finalize orando por eles e diga que foram criados diferentes para a glória de Deus.

Material extraído da Revista de Adolescentes Mestre 7 pp.25,26,CPAD.

JESUS ENSINA SOBRE FELICIDADE. LIÇÃO 5 JUNIORES

Texto Bíblico: Mateus 5.1-12


Em seu mais longo sermão registrado, Jesus começou descrevendo as características que procurava em seus seguidores. Ele chamou de felizes aqueles que possuem essas características , porque Deus tem algo especial reservado para eles. O melhor exemplo de cada característica é encontrado no próprio Jesus. Se a nossa meta é nos tornarmos como Ele, as bem-aventuranças desafiarão o modo como vivemos cada dia.

Boa idéia

Professor reproduza o quadro abaixo em uma folha de papel quarenta quilo e apresente-o às crianças. Leia juntamente com elas as referências bíblicas e explique como elas podem desenvolver essas características.

Explique que essas características devem estar presentes na vida de todos os servos de Deus.

CARACTERÍSTICASCOMO DESENVOLVER ESTA ATITUDE
HUMILDETiago 4.7-10
PRANTO/ CHOROSalmo 51; Tiago 4.7-10
MANSIDÃO E SIMPLICIDADEMateus 11.28-30
JUSTIÇA E BONDADEJoão 16.10,11 Filipenses 3.8-9
AMABILIDADE E MISERICÓRDIAEfésios 5.1,2
CORAÇÃO PURO1 João 3.1-3
PAZRomanos 12.9-21; Hebreus 12.10,11
FIDELIDADE2 Timóteo 2.12

Sugestão de desenho para colorir:

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

LIÇÃO 4 JOVENS E ADULTOS COMENTADA PELO Pr.ALTAIR GERMANO



IMAGEM: ENOMIR SANTOS (ANANINDEUA-PA)

A quarta Lição do 1º trimestre/2010 compara a Antiga Aliança e a Nova Aliança, ressaltando a superioridade desta última. É sobre este tema que irei me deter.


PLANO DE AULA

1. OBJETIVOS DA LIÇÃO

- Conscientizar o aluno de que a glória da Antiga Aliança desvaneceu mediante a glória superior revelada em Cristo Jesus
- Distinguir as duas alianças
- Compreender a superioridade da Nova Aliança sobre a Antiga

2. CONTEÚDO

Texto Bíblico: 2 Co 3.1-11

Começaremos nossa abordagem definindo os dois termos chaves desta Lição, que são "Glória" e "Aliança".

A DEFINIÇÃO DO TERMO "GLÓRIA"

No Antigo Testamento, encontramos no hebraico bíblico as seguintes palavras para "glória":

- 'adar. Glória, magnificência; manto, capa. Esta raiz possui a conotação daquilo que é superior a alguma outra coisa, e que por conseguinte, é majestoso. O termo pode ser um empréstimo do ramo norte-cananeu. O fenício confirma 'adar como verbo (ser poderoso) e substantivo (nobre, de classe superior). No ugarítico 'dr significa classe alta ou poderoso. Esta raiz é frequentemente usada para se referir à glória, à majestade e ao poder de Deus (Êx 15, 1 Sm 4.8, Sl 136.18, Sl 8.1-2, Sl 93.4, Sl 76.4-5).

- hadar. Ornamento, esplendor, honra. O substantivohadar é associado: 1) à glória da natureza à medida que reflete a bondade de Deus (Lv 23.40; Sl 111.3; Is 35.2); 2) ao homem (Is 53.2; Sl 8.6; 3) às cãs dos idosos (Pv 20.29); 4) à esposa ideal (Pv 31.25); 5) a cidades (Is 5.14; Lm 1.6; Ez 27.10). Com maior frequência o termo se aplica a um rei e à sua majestade real (Sl 45.3; Dn 4.34) ou ao próprio Deus (Sl 29.34; 90.16; 96.6).

- hod. Esplendor, majestade, vigor, glória, honra. Este substantivo é usado como característica ou atributo de um homem (Nm 27.20; Pv 5.9; Dn 10.8, Os 14.7; Jr 22.18), de animais (Jó 39.20; Zc 10.3), de plantas (Os 14.7). Se relaciona também a majestade e à glória de Deus (Sl 8.2; 148.13; 145.4; 104.1; Is 30.30; Zc 6.13).

- kabod. Glória. Esse termo manifesta a beleza imutável do Deus manifesto (Sl 145.5). Sendo assim,kabod assume o sentido de "manifestação visível de Deus (Êx 16.10; 40.34; Ez 9.3). Esse significado ganhou força, ao ponto do termo grego doxa, que nos clássicos latinos tinha a idéia de opinião dos homens, passar a significar algo absolutamente objetivo na LXX e no NT. As manifestações de Deus (de sua glória) se relacionam diretamente com a sua auto-revelação, com o seu desejo de habitar com os homens, de tornar conhecido aos homens o seu esplendor. Seu esplendor e presença real manifestou-se ao máximo em Jesus, o Verbo que se fez carne: "E vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai" (Jo 1.14).

No Novo Testamento, e em especial no texto de 2 Co 3.1-11, nos versículos 7, 8, 9 e 11, o termo utilizado para "glória" é doxa: esplendor, glória, reputação, honra, louvor.

O significado de "pompa", "poder", "majestade terrena", se fundamenta no Antigo Testamento (conforme os termos em hebraico aqui analisados). Acima de tudo, doxa espressa a glória e o poder de Deus (Sl 24.7; 29.3; Is 42.8). Quando aplicada a Ele, não significa Deus em sua natureza essencial, mas a manifestação luminosa da Sua pessoa, Sua gloriosa revelação de Si mesmo.

Glória é manifestação, presença e intervenção objetiva de Deus.

Como bem colocado por Richards (2008, p. 310-311), Paulo não está afirmando que a Antiga Aliança não possuía glória (presença de Deus, louvor, honra, poder), mas que a Nova Aliança supera em glória a Antiga Aliança. Na Antiga Aliança Deus manifestou a sua presença para os crentes, na Nova Aliança ele manifesta a sua presença dentro dos crentes.


A DEFINIÇÃO DO TERMO "ALIANÇA"

Conforme o pasto Claudionor de Andrade, em seuDicionário Teológico, (1998, p. 35) Aliança pode ser definida como: "um acordo firmado entre Deus e a família humana, através do qual Ele promete abençoar os que lhe aceitam a vontade e guardam os seus mandamentos. A base das alianças é o amor divino. É um compromisso gracioso da parte de Deus, pelo qual Ele concede-nos favores imerecidos. Pelo que recebemos do Eterno, até parece que as alianças bíblica são unilaterais. Oferece-nos tanto o Senhor; e, nós, tão pouco a entregar-lhe. Mas, é justamente neste ponto, que a graça revela todo o seu esplendor."

O Dicionário Bíblico de Wycliffe (2006, p. 61) define aliança como: "um acordo entre duas ou mais pessoas em que quatro elementos estão presentes: partes, condições, resultados, garantias." Em hebraico, uma "aliança" é determinada pelo termo berit.

Scofield, em sua Bíblia de referências e anotações, define aliança, e faz uma abordagem sobre o tema da seguinte forma:

"Uma aliança é um pronunciamento soberano de Deus através do qual Ele estabelece um relacionamento de responsabilidade 1) entre Ele mesmo e um indivíduo (por exemplo, com Adão na Aliança Edênica, Gn 2.16 e segs.), 2) entre Ele mesmo e a humanidade em geral (por exemplo, na promessa da Aliança Noética de nunca mais destruir toda a carne com um dilúvio, Gn 9.9 e segs.), 3) entre Ele mesmo e uma nação (por exemplo, com Israel na Aliança Mosaica, Êx 19.3 e segs.), ou 4) entre Ele mesmo e uma família humana específica (por exemplo, com a casa de Davi na promessa de uma linhagem real perpetuada na Aliança Davídica, II Sm 7.16 e segs.) A aliança de uma determinada categoria pode pode sobrepor-se às outras; por exemplo, a Aliança Davídica, onde foi prometida uma contínua casa real com bênçãos finais, não só a Davi, mas, também a todo o mundo no Reino de Jesus Cristo. As alianças são normalmente incondicionais no sentido de que Deus se obriga em graça, pela declaração irestrita, "Eu farei", a realizar certos propósitos anunciados, apesar de qualquer fracasso da parte da pessoa ou do povo com o qual Ele realiza a aliança. A reação humana ao propósito divinamente anunciado sempre é importante, levando como o faz à benção pela obediência e à disciplina pela desobediência. Mas o fracasso humano jamais revogou alguma aliança ou impediu o seu final cumprimento. [...] São oito as principais alianças de significação especial que explicam o resultado dos propósitos de Deus para com o homem. São: a Edênica (Gn 2.16); a Adâmica (Gn 3.15); a Noética (Gn 9.16); a Abraâmica (Gn 12.2); a Mosaica (Êx 19.5); a Palestiniana (Dt 30.3); A Davídica (II Sm 7.16); e a Nova Aliança (Hb 8.6-8)."

Segundo ainda Scofield, quando o assunto e a superioridade da Nova Aliança, ele coloca:

"A Nova Aliança, a última das oito grandes alianças das Escrituras, é 1) "melhor" do que a Aliança Mosaica (Êx 19.5), não moralmente mas em eficácia (Hb 7.19; Rm 8.3-4). 2) Está estabelecida sobre promessas "melhores" (isto é, incondicionais). Na Aliança Mosaica, Deus disse: "Se..." (Êx 19.5); na Nova Aliança, Ele diz "Eu farei..." (Hb 8.10-12). 3) Sob a Aliança Mosaica, a obediência brotava do temor (Hb 2.2; 12.25-27); sob a Nova, ela brota de um coração e uma mente dispostos (Hb 8.10). 4) A Nova Aliança garante a revelação pessoal do Senhor a cada crente (v. 11). 5) Ela assegura esquecimento completo dos pecados (v. 12; 10-17, comp. 10.3). 6) Ela repousa sobre uma redenção consumada (Mt 26.27-28; 1 Co 11.25; Hb 9.11-12, 18-23). "

O termo grego diatheke, pode ser traduzido por "pacto", "testamento" ou "aliança".

A Bíblia de Estudo DAKE, nas páginas 1866 e 1867, apresenta 85 contrastes entre a antiga e a nova aliança. A leitura crítica, a apresentação e a discussão destes contrastes enriquecerá em muito a Lição em estudo.

A Bíblia de Estudo Pentecostal, em seu Estudo Doutrinário sobre "O Antigo e o Novo Concerto", baseado em Hb 8.6, oferece também um bom recurso conceitual.


3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO

O professor pode elaborar um gráfico relacionando todas as alianças bíblicas, podendo utilizar também o quadro comparativo da própria lição, pedindo para que os alunos tentem ampliá-lo com as suas percepções das diferenças entre as duas alianças. Se puder, o professor pode listar e apresentar os 85 contrates que a Bíblia Dake apresenta entre a antiga e a nova aliança, para em seguida discuti-los criticamente.

4. RECURSOS DIDÁTICOS

Quadro, cartolina, pincel ou giz.

Extraído do blog do Pr.Altair Germano

A GLÓRIA DAS DUAS ALIANÇAS - LIÇÃO 4 JOVENS E ADULTOS


Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 3.1-11

Introdução

I. Paulo Justifica Sua Autorrecomendação

II. A Confiança da Nova Aliança (3.4-11)

III. A Glória da Nova Aliança (3.7-18)

Palavras-chave: aliança e glória

I. Paulo justifica sua autorrecomendação

• Professor, introduza o tópico fazendo a seguinte indagação: “Paulo

precisava de carta de recomendação?”

“Mestres itinerantes da igreja primitiva tinham por característica

levar cartas de apresentação (cf. At 18.27). Os inimigos de Paulo

aparentemente atacavam sua credibilidade ao indagarem: Onde

estão as suas cartas?

Todo verdadeiro crente é uma carta aberta de Cristo, pois sua vida

refletirá a obra de Deus em sua personalidade. Desde que Paulo

conduziu muitos coríntios a Cristo, estes são cartas que testificam

seu ministério, competência e chamado”.

(RICHARDS, Lawrence O.
Guia do Leitor da Bíblia. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 776).

II. A Confiança da Nova Aliança (3.4-11)

• Professor, converse com seus alunos explicando a superioridade

do Novo Concerto revelado em Cristo Jesus e as provisões

da Nova Aliança. Conscientize os alunos de que a Lei nunca

foi um caminho para a salvação, pois Deus já havia predito

um novo Concerto com Israel. Somente o Novo Concerto é

capaz de oferecer perdão e um novo coração.

III. A Glória da Nova Aliança (3.7-18)

• Professor, é importante que seus alunos compreendam

o significado do termo “glória”. Observe, com atenção,

o que o dicionário Zondervan Expository Dictionary of Bible Words diz a respeito do mesmo:

“No Antigo Testamento, a glória de Deus está intimamente ligada à auto-revelação do Senhor. Há muitas imagens: esplendor fulgurante, e santidade flamejante marcam sua presença (por exemplo, Êxodo 16.10; 40.34,35; 2 Crônicas 7.1,2). Mas, nenhum poder elementar ou santidade flamejante expressam a Deus de maneira absolutamente adequada. Dessa forma, o Êxodo relaciona a glória de Deus com revelação de seu caráter amoroso. Quando Moisés implorou para que Deus lhe mostrasse sua glória, a Bíblia relata: ‘Ele disse: Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti e apregoarei o nome do Senhor diante de ti; e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e me compadecerei de quem me compadecer. E disse mais: Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá (Êx 33.19,20). Com o mesmo sentido de revelação, Deus diz: ‘Serei glorificado’, no caso da recusa do Faraó em deixar que Israel saísse do Egito (Êx 14.4). O grande poder redentor de Deus foi exibido no Êxodo (Nm 14.22), da mesma forma como seu poder criativo é exibido quando ‘os céus manifestam’ sua glória (Sl 19.1).

Mas ‘glória’ implica em mais do que revelação de como Deus é. Implica em invasão do universo material, expressão da presença ativa de Deus entre seu povo. Assim, o Antigo Testamento conscientemente relaciona o termo ‘glória’ à presença de Deus em Israel, em tabernáculos e templos (por exemplo, Êxodo 29.43; Ezequiel 43.4,5; Ageu 2.3). A glória objetiva de Deus é revelada por sua vinda, para estar presente conosco — seu povo — e para se mostrar a cada um de nós por suas ações neste mundo”

(RICHARDS, Lawrence O.
Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento.1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 310-11).

• Professor, providencie cópias do quadro abaixo para seus alunos. Você poderá utilizá-lo ao explicar o segundo subtópico do tópico II.

O Ministério da Lei em Contradição com o Ministério da Graça

1.A Lei diz: “Olho por olho e dente por dente” (Êx 21.23-25).1.A Graça diz: “Não resistirá ao mal” (Mt 5.39).
2.A Lei diz: “Aborrecerás o teu inimigo” (Dt 23.6).2.A Graça diz: “Amais os vossos inimigos” (Mt 5.44).
3.A lei exige: “Fazei e vivei (Lv 18.5) [a segurança de Israel, tudo o que lhe diz respeito, consiste em fazer algo para poder viver] (Ne 9.29; Êx 2.11; Gl 3.12).3.A graça diz: “Crede e vivei” (Jo 5.24), para que pela fé recebamos a promessa do Espírito (Rm 4.13,16);
4.A lei foi dada por causa da transgressão (Gl 3.19)4.A Graça foi dada como promessa a Abraão e sua posteridade: Cristo Gl 5.3-18).
5.A Lei é a força do pecado (Rm 4.15).5. A Graça nos livra do pecado (Rm 6.14,15).
6.A Lei condena a melhor criatura (Sl 14.1-3).6. A Graça justifica graciosamente a pior criatura (Lc 23.43; Rm 5.5-8).
7.A Lei opera a ira de Deus (Rm 4.15).7.A Graça nos livra da ira futura (Is 54.8).
8. A Lei fecha toda a boca (Rm 3.19).8. A Graça abre toda a boca (mc 16.15-18).
9. A Lei opera a morte ( Rm 7.4-11).9.A Graça opera a vida eterna (Jo 5.24,39,40).

10. A Lei não justifica alguém diante de Deus (At 13.39).

10. A Graça nos justifica mediante a fé (Rm 3.21-28).

Extraído do livro, Estudos sobre o Apocalipse, CPAD, pp. 49,50.


• Conclua o tópico III, explicando que o Segundo Pacto é superior ao Primeiro, porque veio mediante a pessoa de Jesus Cristo, que consumou todas as coisas do Antigo Pacto, em um único ato sacrificial. Depois peça que todos leiam a Verdade Prática.


Conclusão

Conclua a lição lendo, juntamente com seus alunos, a Verdade Prática da lição.


Extraído de:

RICHARDS, Lawrence. Guia do Leitor da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2005, p. 896.

RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 310-11




PRESERVE O VERDE AME O PRÓXIMO - LIÇÃO 4 JUVENIS

Texto Bíblico:
Gênesis 1.1-26; 2.15


Na carta ao Romanos o apóstolo Paulo escreveu: ”Porque toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora” (Rm 8.22). Se esta escritura tivesse feito parte do discurso de algum ecológico moderno, não estranharíamos, mas ela foi escrita no primeiro século da era cristã. Naquele tempo, o autor não tinha a menor ideia de que esta escritura poderia significar tanto em nossos tempos de terceiro milênio. A inspiração do Espírito Santo ao apóstolo Paulo vislumbrava o presente e o futuro no sentido espiritual. Porém, quando ele fala do gemido da criação, incluía tanto a natureza animada como a inanimada. Aponta para o fator causador desse gemido no versículo 20 do mesmo capítulo, quando diz que “a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou”. Vaidade de que e de quem? A expressão refere-se, de fato, “à vaidade daquele que a sujeitou”. Quem sujeitou a criação ao desequilíbrio ecológico, se não o inimigo principal do Criador, o Diabo, com sua vaidade e egoísmo? Ora, sabemos que a criação inanimada não tem vontade própria, senão pela vontade de Deus. Deus condenou Satanás por ter sido o agente que induziu Adão e Eva a desobedecerem a Deus. Por esse modo entende-se que a criação tornou-se cúmplice dos pecados e da desgraça que operam no mundo. A criação tornou-se sujeita “ao sofrimento e às catástrofes físicas” (Bíblia de Estudo Pentecostal). O texto diz que a “criação ficou sujeita à vaidade” e isso significa que toda a criação, animada e a inanimada, foi submetida a “um estado de futilidade deplorável”, como escreveu Matthew Henry. Com consciência aguçada acerca do “gemido da terra”, a Igreja de Cristo tem um papel restaurador e mantenedor dos poderes vitais que dão sustentação à vida na terra. Quando Deus criou o homem, o criou com poder de governar e administrar a vida na terra de forma a manter e preservar os seus valores vitais (Gn 1.28).

Texto extraído do livro:
Mordomia Cristã, CPAD.

PRATIQUE A BONDADE. - LIÇÃO 4 ADOLESCENTES

Texto bíblico:Provérbios 3.27-29;11.17,23-26



Benignidade e bondade são palavras que trazem em si um significado parecido, mas em linhas gerais, podem ser distinguidas da seguinte forma: Benignidade é o sentimento que os destaca, ao passo que a bondade é a atitude que nos destaca.

Bondade é a pratica de um coração benigno. Não há possibilidade de uma pessoa ter um coração benigno sem praticar essa benignidade. Estar em Cristo exige que sejamos pessoas boas e tenhamos intenções boas e pratiquemos boas obras. Não praticamos boas obras para sermos salvos, e sim por já sermos salvos. Por nossas boas ações, somos identificados como filhos de Deus, e o Pai é glorificado.

É evidente que nossas boas obras – bem como nossa devoção – devem ser feitas de forma a não chamar a atenção, para que não sejam feitas como para agradar aos homens, mas a Deus (Mt 6.1-18). A discrição na realização das boas obras agrada a Deus (Mt 6.18), motivo pelo qual podemos esperar dEle a retribuição.

Texto extraído da Revista:
Ensinador Cristão, CPAD. nº 21,p.39

Boa ideia!

Professor organize com a classe “O Dia da Bondade” cada aluno deve trazer um quilo de alimento, uma peça de roupa (em perfeito estado) e um brinquedo.
Depois eles devem montar cestas básicas para distribuir para os irmãos carentes.
Se for possível envolva a equipe da assistência social da igreja neste projeto, “O Dia da Bondade” pode ser estendido para a comunidades carentes.

SOB CONTROLE - LIÇÃO 4 PRÉ-ADOLESCENTES



Texto Bíblico:
Mateus 14.26-32



Professor, os adolescentes possuem emoções intensas e oscilantes sendo difícil o autocontrole. São várias mudanças ocorrendo em seus sentimentos, não compreendem e nem sabem o que fazer com elas. Leia para eles a história que ocorreu na cidade de Chicago:

Na noite de 8 de outubro de 1871, a Senhora O’ Leary acendeu um pequeno lampião, tomou-o e foi ao celeiro ordenhar a vaca. A vaca escoiceou o lampião, e, num instante, as chamas do pavio aceso se espalharam pelo celeiro propelidas pelos fortes ventos. O fogo se alastrou progressivamente por mais de 24 horas, devastando o distrito empresarial central da grande cidade de Chicago e destruindo 17.450 edifícios numa área de 5,6 quilômetros quadrados. Pelo menos 300 pessoas morreram, 90.000 ficaram desabrigadas e propriedades no valor aproximado de 600 milhões de reais foram arrasadas. Tudo porque uma vaca deu um coice num lampião contendo uma pequenina chama.

Explique que o fogo é muito necessário e tem variado uso em casas e fábricas quando mantido sob controle. Mas quando fora de controle torna-se um inimigo terrível que destrói tudo o que encontrar. O devido e seguro controle é essencial no uso do fogo como tremenda fonte de energia que é. Essa história pode ser adaptada ao homem que foi criado cheio de energia mental, física, emocional e espiritual, a qual deve ser corretamente usada e controlada para ser benéfica.

Não admira, então, que esta energia tenha de ser posta sob o controle do Espírito Santo. Temperança é o fruto do Espírito e trata-se da nossa autodisciplina; nosso autocontrole, que na realidade não é bem nosso, mas resultante da operação do Espírito Santo em nós. A pessoa que permite que o Espírito Santo a conforme segundo a imagem de Jesus desenvolverá a temperança em todas as áreas da vida (2 Co 3.18; Rm 8.29).

Comente com os alunos que devemos ter o nosso temperamento controlado pelo Espírito Santo, que é necessário pensar antes de falar e agir. Ore com eles pedindo a Deus que os ajude a ter temperança.

Bibliografia:

GILBERTO, Antonio. O Fruto do Espírito: A Plenitude de Cristo na Vida do Crente. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

JOHNSON, Lin. Como Ensinar Adolescentes: descubra a alegria de trabalhar com eles, pp. 12,13, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD,2003.

JESUS ENSINA SOBRE A AMIZADE. - LIÇÃO 4 JUNIORES



Texto Bíblico: Mateus 4.12-25


Professor explique aos alunos que a comunhão com outros crentes pode fazer a diferença entre atravessar uma situação difícil e deixar que o mundo o vença. Partilhar as suas alegrias, tristezas, esperanças e frustrações com alguém, podem fortalecê-lo como indivíduo e ajudá-lo a definir as providências a tomar. A comunhão ajuda-o a transmitir o amor de Cristo a outros. À medida que você aprende a confiar em outras pessoas, estas aprenderão a confiar em você.

Lembre aos pequeninos de que Paulo precisou de um amigo como Barnabé ou Silas para dividir o peso do seu ministério e para viajar com ele.

Davi foi salvo das mãos de Saul, por ser amigo de Jônatas.

Oriente os pequenos a construir amizades cristãs e a pedirem a Deus que traga amigos para a vida deles.

Texto adaptado do livro:
Graça Diária, CPAD

Boa ideia!

Cartão da amizade

Material necessário: cartolinas de cores variadas, canetas hidrográficas, tesouras, cola, papel picado, purpurina, fitas coloridas, lápis de cor, régua, etc.

Disponha o material sobre a mesa e oriente as crianças a fazerem cartões para seus amigos, deixe a criatividade por conta deles, quando for necessário ou solicitado ajude-os.

EU, A MÃE DO SALVADOR? - LIÇÃO 4 PRIMÁRIOS


Texto Bíblico: Lucas 1.26-38; Mateus 1.18-24


Maria era uma jovem, e estava noiva de José. Um dia, o anjo Gabriel lhe apareceu, e disse-lhe que Deus tinha uma missão especial para ela. O Espírito Santo logo faria com que ela ficasse grávida, e ela daria à luz o Filho de Deus, Jesus. Claro, isto era uma notícia incrível e um tanto assustadora; as pessoas achariam que ela pecara, ficando grávida antes de casar. Gabriel assegurou-lhe que Deus estaria com ela. Maria confessou que estava disposta a servir a Deus, e então respondeu com uma linda canção de louvor e gratidão a Deus.

O que podemos aprender com a jovem Maria:

Maria deixou para nós dois grandes exemplos a serem seguidos pelos servos de Deus:

1º Estarmos disponíveis para Deus.


A Bíblia não relata o que Maria estava fazendo com o anjo Gabriel a visitou, mas ela estava disposta a fazer o que o Senhor a determinasse.


2º Confiarmos em Deus.


Assim que recebeu a notícia a jovem se espantou, mas confiou nas palavras do anjo e na Palavra de Deus.

Texto adaptado da: Bíblia do Adolescente, Aplicação Pessoal, CPAD


Boa ideia


Confeccionado um anjo de tubo de papelão.


Você vai precisar de cartolina branca, tubos de papelão, cola branca,tesoura, algodão e canetas hidrográficas.

1º Passo: Desenhe e recorte asas na cartolina.

2º Passo: Solicite às crianças que encapem o tubo de papelão com papel ofício.

3º Passo: Solicite que as crianças colem algodão nas asas e fixe-as no tubo.

4º Passo: Peça às crianças que desenhem um rostinho alegre no anjo.

O BEBÊ JESUS É LEVADO AO TEMPLO. - LIÇÃO 4 JARDIM DA INFÂNCIA


Texto Bíblico: Lucas 2.21-38


I - De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança saiba como o bebê Jesus eles também foram apresentados a Deus.

· A palavra-chave deste domingo é “Apresentação”. No decorrer da aula diga: “Jesus foi apresentado no Templo”.

II Saiba Mais

Quando chega aos seis anos, a criança já adquiriu a consciência de seu eu. Ela é o centro do seu próprio universo, dá grande importância ao seu nome, e gosta de escrever seu nome em todas as coisas que faz. Interessa-se por sua infância, por histórias acerca dela própria, por tudo o que lhe diz respeito. Até porque se imagina como tendo vivido sempre no passado, e devendo viver para sempre no futuro.

Texto extraído do livro: Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes, CPAD

III- Conversando com o Professor

Servir a Deus, às vezes, é como ficar parado em um sinal de trânsito que parece estar enguiçado no vermelho. Embora você saiba aonde quer ir e quando deseja chegar lá, enquanto o sinal permanece vermelho, você tem de ficar parado e esperar... esperar... e esperar um pouco mais.

Algumas vezes, a coisa mais difícil que Deus irá pedir-lhe é que você fique parado naquele sinal vermelho e espere nEle. Visto que o cronograma de Deus nem sempre será igual ao seu, você pode ter de alterar certas expectativas em sua vida e esperar que Deus revele o seu propósito. Quem sabe permanecer um pouco mais naquele emprego que não parece tão ideal, ou romper relacionamentos até que Deus traga a pessoa certa para a sua vida. Esperar irá exigir que você confie no plano de Deus e creia que Ele está trabalhando de modo ativo em sua vida. Descanse em sua graça e olhe para o futuro com esperança, sabendo que Ele o abençoará pela sua obediência a Ele.

Texto extraído da: Revista dos Primários 5/6, CPAD

Simeão e Ana esperaram e confiaram na promessa de Deus de que eles veriam o Salvador. Eles foram fiéis a Deus e puderam na velhice ver se cumprir a promessa, eles tiveram a alegria de ter nos braços o Salvador da humanidade.

IV- Sugestão

Você vai precisar de tubos de papelão, cartolina branca, papel crepom branco, cola branca, tesoura, canetas hidrográficas e lástex.

Na cartolina branca desenhe um par de asas. Entregue os tubos de papelão para as crianças, e peça para elas encaparem com o crepom branco e desenharem os olhinhos da pomba (no inicio do tubo).

Cole as asas da pombinha no tubo. Depois com o auxílio da agulha, perfure o tubo de papelão e as asinhas para passar o lástex.

Ao fazer o movimento do ioiô com o lástex, as crianças terão a sensação de que a pombinha está batendo asas.


É MELHOR OBEDECER- LIÇÃO 4 MATERNAL



Texto Bíblico: Jonas 1.1-17;2.1-10

I - De professor para professor

• Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade de aprender que devem obedecer ao Papai do céu.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula é “Obedecer”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Devemos obedecer a Palavra de Deus.”

II - Para refletir

Jonas não queria que o povo de Nínive se voltasse para Deus. Se eles o fizessem, ele sabia que Deus o perdoaria. Jonas não queria que fossem perdoados; ele queria que sofressem.

No final, Jonas acabou pregando, como Deus havia mandado. Os moradores de Nínive realmente se arrependeram, e Deus os perdoou. Eles foram salvos do julgamento, e Jonas reclamou: “Foi isso mesmo que eu pensei que o Senhor ia fazer”.

Jonas sentia que os ninivitas mereciam ser destruídos. Por que ele deveria ajudá-los? Por que deveríamos ajudar pessoas de quem não gostamos?

A resposta é simples: Deus não deseja punir pessoas pecadoras. Ele prefere mudá-las. Era isto que Ele queria para o povo de Nínive. É isto o que Ele quer para todo mundo.

Disponha-se a ajudar pessoas de quem você não gosta. Jesus ordenou; “Amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês, para que vocês se tornem filhos do Pai de vocês, que está no céu. Porque Ele faz com que o sol brilhe sobre os bons e sobre os maus e dá chuvas tanto para os que fazem bem como para os que fazem o mal” (Mt 5.44,45).

Texto extraído da: Bíblia do Adolescente Aplicação Pessoal, CPAD

III - Regras Práticas para os Professores

Nessa faixa etária a criança passa a ter um personalidade particular e constante, com uma perspectiva própria, situando os outros em relação a si mesma. A criança tem necessidade de ser aplaudida e reconhecida pelo que faz, como se estivesse numa fase narcisística. Contudo, paralelamente, as pessoas são importantes para ela e gosta de criar amizades, pois a sua acrescida capacidade de linguagem permite-Lhe apreciar a conversa e reagir bem as sugestões verbais.

Texto adaptado do livro:
Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes, CPAD



IV – Sugestão


O “Grande-peixe”
Você vai precisar de garrafas pet, boneco de plástico, olhinhos de cartolina, apara de lápis de cor, cola de contato, tesoura e barbante.

Passo a passo:

1º Recorte a garra pet ao meio (vamos utilizar a parte do gargalo, aquela que parece um funil).

2º Cole os olhinhos na parte mais larga do “funil” e em volta da garrafa as aparas de lápis formando “escamas”.

3º Amarre o barbante na cintura do boneco.

4º Faça um furo na tampa da garrafa e passe o barbante por ele e dê um nó na ponta. Depois feche a garrafa.

Ao puxar o barbante o boneco e engolido pelo “peixe”.
Obs. Você poderá confeccionar apenas um e utilizar para contar a história.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

SUGESTÃO DE PLANO DE UALA PARA LIÇÃO 3 DE JOVENS E ADULTOS

PLANO DE AULA

1. OBJETIVOS DA LIÇÃO

-
Conscientizar-se de que a glória do ministério cristão está na simplicidade e sinceridade com que se prega o Evangelho
-
Explicar as razões da mudança de planos da ida de Paulo a Corinto
- Saber que somos o bom cheiro de Cristo

2. CONTEÚDO

Texto Bíblico: 2 Co 1.12-14, 21, 22; 2.4, 14-17

Entendo ser interessante definir o termo "ministério", para logo em seguida tratar sobre os "falsificadores da palavra de Deus".

A DEFINIÇÃO DOS TERMOS MINISTÉRIO E MINISTRO

Duas palavras no grego são traduzidas por "ministério":

-
diakonia. Utilizada amplamente e com vários significados, o termo diakonia (serviço, ministério) aparece no sentido de ministério religioso e espiritual (cargo ou função) em At 1.17, 25; 6.4; 12.25; 21.19; Rm 11.13 (ministério apostólico), At 20.24; 2 Co 4.1; 6.3; 11.8; 1 Tm 1.12; 2 Tm 4.5 (ministério de pregação e ensino), administração (2 Co 9.13; Ef 4.12). (VINE, 2003, p. 791);

-
leitourgia. Usado no N.T. acerca dos "ministérios sacros": (a) sacerdotal (Lc 1.23; Hb 8.6; 9.21) (b) figurativamente, a fé prática dos membros da igreja em Filipos considerados como sacrifício sacerdotal, sobre o qual a vida do apóstolo Paulo poderia ser derramada como libação (Fp 2.17); (c) o "ministério" dos crentes uns aos outros, considerado como serviço sacerdotal (2 Co 9.12; Fp 2.30).

Os termo gregos para "ministro" são:

-
diakonos. Achado 29 vezes no N.T., possui como significado primário "aquele que serve à mesa" (Mt 22.13). Em sentido mais amplo significa um "servo" (Mt 20.26; Mc 10.43; Lc 18.26), um "ajudante" (Ef 6.21; Cl 4.7). Especialmente em Paulo, o termo recebe um sentido especificamente cristão; e.g. um "ministro" de Cristo (2 Co 11.23; Cl 1.7; 1 Tm 4.6), um "ministro" de Deus (2 Co 6.4), um "ministro" do evangelho (Ef 3.7; Cl 1.23; 1 Co 3.5), um "ministro" da igreja (Cl 1.25). O próprio Cristo é chamado um diakonos em Rm 15.8 (de Israel) e Gl 2.17 (do pecado, no sentido paradozal). (COENEN e BROWN, 2000, p. 2343);

-
leitourgos. Conforme Vine (idem), no N.T. está relacionado ao serviço sacerdotal (denotativo e conotativo) conforme (Rm 15.16, Hb 8.2), ao socorro prestado (Fp 2.25) e aos governantes terrenos (Rm 13.6);

-
huperetes. (Lc 4.40; At 13.5; At 26.16; 1 Co 4.1). Possivelmente "remador [da fileira] de baixo" (formado de hupo, "debaixo de", e eretes, "remador"). (VINE, ibdem). Tal definição é contestada por Osborne (2009, p. 108), que afirma ser uma falácia semântica: "[...] pois segundo Louw, esse significado não se encontra na literatura grega da época do Novo Testamento. Na melhor das hipóteses, é altamente questionável."

O fato é que em todas as suas formas, os termos "ministério" e "ministro" estão relacionados ao ato de servir.

É interessante a observação de Coenem e Brown (idem, p. 2345), que diferencia
doulos (escravo) de diakonos(servo). O primeiro resalta quase exclusivamente a sujeição completa do cristão ao Senhor, enquanto que o segundo diz respeito ao serviço em prol da igreja, dos irmãos e do próximo, em prol da comunhão, quer o serviço se realize ao servir à mesa, com a palavra, ou de alguma outra maneira.

A compreensão do significado de "ministério" e "ministro", ajudará bastante no discernimento e no combate aos falsificadores da palavra de Deus (2 Co 2.17).

OS FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS

Um dos grandes sinais do fim dos tempos (Mt 24.3) é a aparição de um grande número de “falsos obreiros” ou de "falsificadores da palavra de Deus", que enganarão com muita habilidade e astúcia o povo de Deus (Mt 24.5,11 ), inclusive, com a realização de grandes sinais e prodígios. Esses “falsos obreiros” se encontram exercendo várias funções na igreja:

- FALSOS APÓSTOLOS (2 Co 11.13-15). Algumas igrejas no Brasil adotaram a função de apóstolo dentro de sua hierarquia eclesiástica (o indivíduo é pastor, se intitula depois bispo e posteriormente apóstolo). O fato é que no exercício dessa função muitos acabam não se identificando com o apostolado bíblico, onde fazia parte da vida do apóstolo o romper barreiras, estabelecer igrejas e seguir adiante nesse propósito. Os falsos apóstolos, geralmente são “pescadores de aquário”, ou seja, sua missão é atrair membros de outras igrejas. Não estão interessados em ganhar almas em lugares inóspitos ou de baixa renda econômica (interior, sertão, favelas etc), mas sim, pregar nos grandes centros, e ali se estabelecerem;

- FALSOS PROFETAS (Mt 7.15-20). Os falsos “profetas”, ou seja, aqueles que dizem falar em nome de Deus, são reconhecidos pela ausência de frutos (caráter cristão e compromisso com Deus) em suas vidas, ou pela má qualidade dos mesmos. Eles geralmente;

a) Falam para agradar seus ouvintes ( I Rs 22.1-6 )
b) Falam sem serem autorizados por Deus ( Ez 13.1-9 )
c) Suas profecias tendem a afastar o povo da palavra de Deus ( Dt 13.1-4 )
d) Sempre estão procurando tirar vantagens dos seus “dons” ( Nm 22.7; Jd 11 )

- FALSOS EVANGELISTAS ( Mt 7.22-23 ). O ministério de evangelista é caracterizado pelos sinais que seguem a pregação do evangelho (Atos 8.4-8). Esses sinais, por si só, não comprovam a autenticidade do ministério. Os falsos evangelistas geralmente são identificados;

a)
Pela comercialização da palavra de Deus. Pregam só visando grandes lucros ( II Pe 2.3 ), são os profissionais da palavra, cheios de exigências, buscando unicamente a sua própria glória ( marketing pessoal ).
b)
Pela origem muito clara. É preciso conhecer as raízes e a vida de tais obreiros, assim como seu nível de comprometimento com seus pastores e ministério.
c)
Por suas “apresentações” exóticas. Não passam de meras exibições, onde a unção do Espírito Santo é substituída por suas habilidades homiléticas e persuasivas.

- FALSOS PASTORES ( Jr 23.1-4; Jd 12 ). Nos dias atuais um título de pastor não é difícil de se obter. Homens sem a mínima vocação pastoral, consagrados em igrejas que surgem da rebeldia e do incontrolável desejo pela posição eclesiástica, recebendo imposição de mãos de outros em piores situações, estão por aí enganando o povo. Os falsos pastores não estão preocupados com o bem estar das ovelhas. Só pensam em si mesmo, em tirar proveito da lã e das gorduras das tais. Não querem servir ao rebanho, e sim, mediante a manipulação e força, dominar sobre o mesmo (I Pe 5.2-4 );

- FALSOS MESTRES OU DOUTORES (2 Pe 2.1). As falsas doutrinas ( Ef 4.14 ), provenientes do ensino dos falsos mestres, invadiram as nossas igrejas. Falsos movimentos e modismos doutrinários são notórios em nosso país, confundindo os desenformados, despreparados e meninos inconstantes, que teimam (comum aos meninos) em não crescer no conhecimento da sã doutrina. A Teologia da Prosperidade, o Movimento da Fé, a quebra de maldições, batalhas espirituais hollywodianas e mais recentemente o movimento G-12, causaram sérios prejuízos em vários rebanhos. Quem está firmado na sã doutrina (1 Tm 1.10; Tt 2.1 ), não atenta nem se engana com o ensino dos falsos mestres, antes o repudia.

3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO

Temos aqui mais uma ótima oportunidade para uma aula dialógica e participativa. Pergunte aos alunos o que eles entendem por ministério e ministros. Depois, discuta as respostas. Pergunte também como percebem o crescimento dos falsos obreiros e se saberiam identificar os tais.

4. RECURSOS DIDÁTICOS

Leve para sala de aula dois objetos idênticos (relógio, perfume, roupa de grife, etc.), sendo que um verdadeiro e o outro falso. Peça para os alunos identificarem o falso do verdadeiro. Num primeiro momento, deixe apenas eles olharem o objeto, sem manusear. Pergunte em seguida qual dos objetos é o verdadeiro e o falso. Não revele nada. Depois, deixe eles pegarem e manusearem os objetos, e pergunte novamente qual deles é o verdadeiro, e qual é o falso. Ao final, revele o objeto falso. Fortaleça a idéia de que um simples olhar, sem uma análise mais profunda e concreta, pode nos conduzir ao engano.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

A GLÓRIA DO MINSTÉRIO CRISTÃO.LIÇÃO 3 JOVENS E ADULTOS




Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 1.12-14,21,22;2.4,14-17


O ministério apostólico

Paulo pode pedir ajuda dos coríntios em oração porque, contrariamente à acusação dos seus adversários, a sua vida tem sido pura e os seus objetivos transparentes entre eles. Esta afirmação de integridade também prepara o caminho para uma defesa adicional da sua conduta.

A glória de Paulo, baseada no testemunho dado pela sua consciência, é que ele não tem vivido, como os seus adversários, na dimensão de “uma sabedoria carnal, ou dominada por motivos humanos” (1 Co 1.20; 2.6;3.1-3). Em lugar disso, tem vivido na graça de Deus com “santidade e santidade de Deus”. Ambas são qualidades divinas que, como dádivas de Deus, são capazes de caracterizar o comportamento de Paulo. “Simplicidade”, ou santidade, ressalta a “pureza moral” do comportamento exterior de Paulo, e sinceridade, a transparência (1 Co 5.8) dos seus motivos interiores.

Esta sinceridade se estende também às suas cartas, pois o que eles já sabem dele é coerente com o que eles reconhecem que ele é. Não há um segundo sentido. Paulo espera que eles “compreendam completamente”, da mesma maneira como eles reconheceram já em parte. O apóstolo deseja que eles possam ser capazes de se gloriar dele, assim como Paulo se gloriará deles (1 Ts 2.19). O tema principal de Paulo, em vista das críticas, é que o conhecimento deles possa ser tal que possam se gloriar dele tanto quanto ele se gloria deles, no dia em que todos os segredos forem revelados.

Paulo foi selado pelo Espírito de Cristo (Rm 8.9), que deixa gravada a sua própria imagem (Rm 8.29; Cl 1.15) na personalidade humana. Este selo do Espírito Santo garante a autenticidade do seu relacionamento com Deus (Ef 1.13; 2 Tm 2.19; Ap 9.4; Rm 4.11; 1 Rs 21.8) e preserva-o neste relacionamento (Ef 4.30; Dn 6.17). O selo é a marca de identificação e de segurança (Ed 9.4; Et 3.12; Jr 32.10-14).

Os triunfos do crente são todos em Cristo. A Ele seja o louvor e a glória por todos, enquanto o êxito do Evangelho é uma boa razão para o gozo e o júbilo cristão. Por ocasião dos triunfos antigos, usavam-se muitos perfumes e odores agradáveis. Desta maneira, o nome e a salvação de Jesus, como unguento derramado, era um odor agradável, difundido em todos os lugares. Para alguns o evangelho é cheiro de morte para a morte. Estes o rejeitam para a sua própria ruína. Para outros, o Evangelho é um cheiro de vida para a vida: como os vivificou ao princípio, quando estavam mortos em delitos e pecados, assim lhes dá mais vida e leva-os à vida eterna.

Observe as impressões surpreendentes que este assunto causou ao apóstolo e que deveria causar também a cada um de nós. A obra é grande, e não temos forças alguma em nós mesmos; toda a nossa suficiência vem de Deus. Porém, o que fazemos na religião, a menos que seja feito com sinceridade, como diante de Deus; não é de Deus, não vem dEle e não chegará a Ele. Vigiemos cuidadosamente neste aspecto; e busquemos o testemunho de nossa consciência, submetidos ao ensino do Espírito Santo para falar em Cristo e de Cristo com sinceridade.

Bibliografia:

HENRY,Matthew. Comentário Bíblico, Rio de Janeiro: CPAD,2002.

Comentário Bíblico Beacon, Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com