quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

EU, A MÃE DO SALVADOR? - LIÇÃO 4 PRIMÁRIOS


Texto Bíblico: Lucas 1.26-38; Mateus 1.18-24


Maria era uma jovem, e estava noiva de José. Um dia, o anjo Gabriel lhe apareceu, e disse-lhe que Deus tinha uma missão especial para ela. O Espírito Santo logo faria com que ela ficasse grávida, e ela daria à luz o Filho de Deus, Jesus. Claro, isto era uma notícia incrível e um tanto assustadora; as pessoas achariam que ela pecara, ficando grávida antes de casar. Gabriel assegurou-lhe que Deus estaria com ela. Maria confessou que estava disposta a servir a Deus, e então respondeu com uma linda canção de louvor e gratidão a Deus.

O que podemos aprender com a jovem Maria:

Maria deixou para nós dois grandes exemplos a serem seguidos pelos servos de Deus:

1º Estarmos disponíveis para Deus.


A Bíblia não relata o que Maria estava fazendo com o anjo Gabriel a visitou, mas ela estava disposta a fazer o que o Senhor a determinasse.


2º Confiarmos em Deus.


Assim que recebeu a notícia a jovem se espantou, mas confiou nas palavras do anjo e na Palavra de Deus.

Texto adaptado da: Bíblia do Adolescente, Aplicação Pessoal, CPAD


Boa ideia


Confeccionado um anjo de tubo de papelão.


Você vai precisar de cartolina branca, tubos de papelão, cola branca,tesoura, algodão e canetas hidrográficas.

1º Passo: Desenhe e recorte asas na cartolina.

2º Passo: Solicite às crianças que encapem o tubo de papelão com papel ofício.

3º Passo: Solicite que as crianças colem algodão nas asas e fixe-as no tubo.

4º Passo: Peça às crianças que desenhem um rostinho alegre no anjo.

O BEBÊ JESUS É LEVADO AO TEMPLO. - LIÇÃO 4 JARDIM DA INFÂNCIA


Texto Bíblico: Lucas 2.21-38


I - De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança saiba como o bebê Jesus eles também foram apresentados a Deus.

· A palavra-chave deste domingo é “Apresentação”. No decorrer da aula diga: “Jesus foi apresentado no Templo”.

II Saiba Mais

Quando chega aos seis anos, a criança já adquiriu a consciência de seu eu. Ela é o centro do seu próprio universo, dá grande importância ao seu nome, e gosta de escrever seu nome em todas as coisas que faz. Interessa-se por sua infância, por histórias acerca dela própria, por tudo o que lhe diz respeito. Até porque se imagina como tendo vivido sempre no passado, e devendo viver para sempre no futuro.

Texto extraído do livro: Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes, CPAD

III- Conversando com o Professor

Servir a Deus, às vezes, é como ficar parado em um sinal de trânsito que parece estar enguiçado no vermelho. Embora você saiba aonde quer ir e quando deseja chegar lá, enquanto o sinal permanece vermelho, você tem de ficar parado e esperar... esperar... e esperar um pouco mais.

Algumas vezes, a coisa mais difícil que Deus irá pedir-lhe é que você fique parado naquele sinal vermelho e espere nEle. Visto que o cronograma de Deus nem sempre será igual ao seu, você pode ter de alterar certas expectativas em sua vida e esperar que Deus revele o seu propósito. Quem sabe permanecer um pouco mais naquele emprego que não parece tão ideal, ou romper relacionamentos até que Deus traga a pessoa certa para a sua vida. Esperar irá exigir que você confie no plano de Deus e creia que Ele está trabalhando de modo ativo em sua vida. Descanse em sua graça e olhe para o futuro com esperança, sabendo que Ele o abençoará pela sua obediência a Ele.

Texto extraído da: Revista dos Primários 5/6, CPAD

Simeão e Ana esperaram e confiaram na promessa de Deus de que eles veriam o Salvador. Eles foram fiéis a Deus e puderam na velhice ver se cumprir a promessa, eles tiveram a alegria de ter nos braços o Salvador da humanidade.

IV- Sugestão

Você vai precisar de tubos de papelão, cartolina branca, papel crepom branco, cola branca, tesoura, canetas hidrográficas e lástex.

Na cartolina branca desenhe um par de asas. Entregue os tubos de papelão para as crianças, e peça para elas encaparem com o crepom branco e desenharem os olhinhos da pomba (no inicio do tubo).

Cole as asas da pombinha no tubo. Depois com o auxílio da agulha, perfure o tubo de papelão e as asinhas para passar o lástex.

Ao fazer o movimento do ioiô com o lástex, as crianças terão a sensação de que a pombinha está batendo asas.


É MELHOR OBEDECER- LIÇÃO 4 MATERNAL



Texto Bíblico: Jonas 1.1-17;2.1-10

I - De professor para professor

• Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade de aprender que devem obedecer ao Papai do céu.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula é “Obedecer”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Devemos obedecer a Palavra de Deus.”

II - Para refletir

Jonas não queria que o povo de Nínive se voltasse para Deus. Se eles o fizessem, ele sabia que Deus o perdoaria. Jonas não queria que fossem perdoados; ele queria que sofressem.

No final, Jonas acabou pregando, como Deus havia mandado. Os moradores de Nínive realmente se arrependeram, e Deus os perdoou. Eles foram salvos do julgamento, e Jonas reclamou: “Foi isso mesmo que eu pensei que o Senhor ia fazer”.

Jonas sentia que os ninivitas mereciam ser destruídos. Por que ele deveria ajudá-los? Por que deveríamos ajudar pessoas de quem não gostamos?

A resposta é simples: Deus não deseja punir pessoas pecadoras. Ele prefere mudá-las. Era isto que Ele queria para o povo de Nínive. É isto o que Ele quer para todo mundo.

Disponha-se a ajudar pessoas de quem você não gosta. Jesus ordenou; “Amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês, para que vocês se tornem filhos do Pai de vocês, que está no céu. Porque Ele faz com que o sol brilhe sobre os bons e sobre os maus e dá chuvas tanto para os que fazem bem como para os que fazem o mal” (Mt 5.44,45).

Texto extraído da: Bíblia do Adolescente Aplicação Pessoal, CPAD

III - Regras Práticas para os Professores

Nessa faixa etária a criança passa a ter um personalidade particular e constante, com uma perspectiva própria, situando os outros em relação a si mesma. A criança tem necessidade de ser aplaudida e reconhecida pelo que faz, como se estivesse numa fase narcisística. Contudo, paralelamente, as pessoas são importantes para ela e gosta de criar amizades, pois a sua acrescida capacidade de linguagem permite-Lhe apreciar a conversa e reagir bem as sugestões verbais.

Texto adaptado do livro:
Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes, CPAD



IV – Sugestão


O “Grande-peixe”
Você vai precisar de garrafas pet, boneco de plástico, olhinhos de cartolina, apara de lápis de cor, cola de contato, tesoura e barbante.

Passo a passo:

1º Recorte a garra pet ao meio (vamos utilizar a parte do gargalo, aquela que parece um funil).

2º Cole os olhinhos na parte mais larga do “funil” e em volta da garrafa as aparas de lápis formando “escamas”.

3º Amarre o barbante na cintura do boneco.

4º Faça um furo na tampa da garrafa e passe o barbante por ele e dê um nó na ponta. Depois feche a garrafa.

Ao puxar o barbante o boneco e engolido pelo “peixe”.
Obs. Você poderá confeccionar apenas um e utilizar para contar a história.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

SUGESTÃO DE PLANO DE UALA PARA LIÇÃO 3 DE JOVENS E ADULTOS

PLANO DE AULA

1. OBJETIVOS DA LIÇÃO

-
Conscientizar-se de que a glória do ministério cristão está na simplicidade e sinceridade com que se prega o Evangelho
-
Explicar as razões da mudança de planos da ida de Paulo a Corinto
- Saber que somos o bom cheiro de Cristo

2. CONTEÚDO

Texto Bíblico: 2 Co 1.12-14, 21, 22; 2.4, 14-17

Entendo ser interessante definir o termo "ministério", para logo em seguida tratar sobre os "falsificadores da palavra de Deus".

A DEFINIÇÃO DOS TERMOS MINISTÉRIO E MINISTRO

Duas palavras no grego são traduzidas por "ministério":

-
diakonia. Utilizada amplamente e com vários significados, o termo diakonia (serviço, ministério) aparece no sentido de ministério religioso e espiritual (cargo ou função) em At 1.17, 25; 6.4; 12.25; 21.19; Rm 11.13 (ministério apostólico), At 20.24; 2 Co 4.1; 6.3; 11.8; 1 Tm 1.12; 2 Tm 4.5 (ministério de pregação e ensino), administração (2 Co 9.13; Ef 4.12). (VINE, 2003, p. 791);

-
leitourgia. Usado no N.T. acerca dos "ministérios sacros": (a) sacerdotal (Lc 1.23; Hb 8.6; 9.21) (b) figurativamente, a fé prática dos membros da igreja em Filipos considerados como sacrifício sacerdotal, sobre o qual a vida do apóstolo Paulo poderia ser derramada como libação (Fp 2.17); (c) o "ministério" dos crentes uns aos outros, considerado como serviço sacerdotal (2 Co 9.12; Fp 2.30).

Os termo gregos para "ministro" são:

-
diakonos. Achado 29 vezes no N.T., possui como significado primário "aquele que serve à mesa" (Mt 22.13). Em sentido mais amplo significa um "servo" (Mt 20.26; Mc 10.43; Lc 18.26), um "ajudante" (Ef 6.21; Cl 4.7). Especialmente em Paulo, o termo recebe um sentido especificamente cristão; e.g. um "ministro" de Cristo (2 Co 11.23; Cl 1.7; 1 Tm 4.6), um "ministro" de Deus (2 Co 6.4), um "ministro" do evangelho (Ef 3.7; Cl 1.23; 1 Co 3.5), um "ministro" da igreja (Cl 1.25). O próprio Cristo é chamado um diakonos em Rm 15.8 (de Israel) e Gl 2.17 (do pecado, no sentido paradozal). (COENEN e BROWN, 2000, p. 2343);

-
leitourgos. Conforme Vine (idem), no N.T. está relacionado ao serviço sacerdotal (denotativo e conotativo) conforme (Rm 15.16, Hb 8.2), ao socorro prestado (Fp 2.25) e aos governantes terrenos (Rm 13.6);

-
huperetes. (Lc 4.40; At 13.5; At 26.16; 1 Co 4.1). Possivelmente "remador [da fileira] de baixo" (formado de hupo, "debaixo de", e eretes, "remador"). (VINE, ibdem). Tal definição é contestada por Osborne (2009, p. 108), que afirma ser uma falácia semântica: "[...] pois segundo Louw, esse significado não se encontra na literatura grega da época do Novo Testamento. Na melhor das hipóteses, é altamente questionável."

O fato é que em todas as suas formas, os termos "ministério" e "ministro" estão relacionados ao ato de servir.

É interessante a observação de Coenem e Brown (idem, p. 2345), que diferencia
doulos (escravo) de diakonos(servo). O primeiro resalta quase exclusivamente a sujeição completa do cristão ao Senhor, enquanto que o segundo diz respeito ao serviço em prol da igreja, dos irmãos e do próximo, em prol da comunhão, quer o serviço se realize ao servir à mesa, com a palavra, ou de alguma outra maneira.

A compreensão do significado de "ministério" e "ministro", ajudará bastante no discernimento e no combate aos falsificadores da palavra de Deus (2 Co 2.17).

OS FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS

Um dos grandes sinais do fim dos tempos (Mt 24.3) é a aparição de um grande número de “falsos obreiros” ou de "falsificadores da palavra de Deus", que enganarão com muita habilidade e astúcia o povo de Deus (Mt 24.5,11 ), inclusive, com a realização de grandes sinais e prodígios. Esses “falsos obreiros” se encontram exercendo várias funções na igreja:

- FALSOS APÓSTOLOS (2 Co 11.13-15). Algumas igrejas no Brasil adotaram a função de apóstolo dentro de sua hierarquia eclesiástica (o indivíduo é pastor, se intitula depois bispo e posteriormente apóstolo). O fato é que no exercício dessa função muitos acabam não se identificando com o apostolado bíblico, onde fazia parte da vida do apóstolo o romper barreiras, estabelecer igrejas e seguir adiante nesse propósito. Os falsos apóstolos, geralmente são “pescadores de aquário”, ou seja, sua missão é atrair membros de outras igrejas. Não estão interessados em ganhar almas em lugares inóspitos ou de baixa renda econômica (interior, sertão, favelas etc), mas sim, pregar nos grandes centros, e ali se estabelecerem;

- FALSOS PROFETAS (Mt 7.15-20). Os falsos “profetas”, ou seja, aqueles que dizem falar em nome de Deus, são reconhecidos pela ausência de frutos (caráter cristão e compromisso com Deus) em suas vidas, ou pela má qualidade dos mesmos. Eles geralmente;

a) Falam para agradar seus ouvintes ( I Rs 22.1-6 )
b) Falam sem serem autorizados por Deus ( Ez 13.1-9 )
c) Suas profecias tendem a afastar o povo da palavra de Deus ( Dt 13.1-4 )
d) Sempre estão procurando tirar vantagens dos seus “dons” ( Nm 22.7; Jd 11 )

- FALSOS EVANGELISTAS ( Mt 7.22-23 ). O ministério de evangelista é caracterizado pelos sinais que seguem a pregação do evangelho (Atos 8.4-8). Esses sinais, por si só, não comprovam a autenticidade do ministério. Os falsos evangelistas geralmente são identificados;

a)
Pela comercialização da palavra de Deus. Pregam só visando grandes lucros ( II Pe 2.3 ), são os profissionais da palavra, cheios de exigências, buscando unicamente a sua própria glória ( marketing pessoal ).
b)
Pela origem muito clara. É preciso conhecer as raízes e a vida de tais obreiros, assim como seu nível de comprometimento com seus pastores e ministério.
c)
Por suas “apresentações” exóticas. Não passam de meras exibições, onde a unção do Espírito Santo é substituída por suas habilidades homiléticas e persuasivas.

- FALSOS PASTORES ( Jr 23.1-4; Jd 12 ). Nos dias atuais um título de pastor não é difícil de se obter. Homens sem a mínima vocação pastoral, consagrados em igrejas que surgem da rebeldia e do incontrolável desejo pela posição eclesiástica, recebendo imposição de mãos de outros em piores situações, estão por aí enganando o povo. Os falsos pastores não estão preocupados com o bem estar das ovelhas. Só pensam em si mesmo, em tirar proveito da lã e das gorduras das tais. Não querem servir ao rebanho, e sim, mediante a manipulação e força, dominar sobre o mesmo (I Pe 5.2-4 );

- FALSOS MESTRES OU DOUTORES (2 Pe 2.1). As falsas doutrinas ( Ef 4.14 ), provenientes do ensino dos falsos mestres, invadiram as nossas igrejas. Falsos movimentos e modismos doutrinários são notórios em nosso país, confundindo os desenformados, despreparados e meninos inconstantes, que teimam (comum aos meninos) em não crescer no conhecimento da sã doutrina. A Teologia da Prosperidade, o Movimento da Fé, a quebra de maldições, batalhas espirituais hollywodianas e mais recentemente o movimento G-12, causaram sérios prejuízos em vários rebanhos. Quem está firmado na sã doutrina (1 Tm 1.10; Tt 2.1 ), não atenta nem se engana com o ensino dos falsos mestres, antes o repudia.

3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO

Temos aqui mais uma ótima oportunidade para uma aula dialógica e participativa. Pergunte aos alunos o que eles entendem por ministério e ministros. Depois, discuta as respostas. Pergunte também como percebem o crescimento dos falsos obreiros e se saberiam identificar os tais.

4. RECURSOS DIDÁTICOS

Leve para sala de aula dois objetos idênticos (relógio, perfume, roupa de grife, etc.), sendo que um verdadeiro e o outro falso. Peça para os alunos identificarem o falso do verdadeiro. Num primeiro momento, deixe apenas eles olharem o objeto, sem manusear. Pergunte em seguida qual dos objetos é o verdadeiro e o falso. Não revele nada. Depois, deixe eles pegarem e manusearem os objetos, e pergunte novamente qual deles é o verdadeiro, e qual é o falso. Ao final, revele o objeto falso. Fortaleça a idéia de que um simples olhar, sem uma análise mais profunda e concreta, pode nos conduzir ao engano.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

A GLÓRIA DO MINSTÉRIO CRISTÃO.LIÇÃO 3 JOVENS E ADULTOS




Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 1.12-14,21,22;2.4,14-17


O ministério apostólico

Paulo pode pedir ajuda dos coríntios em oração porque, contrariamente à acusação dos seus adversários, a sua vida tem sido pura e os seus objetivos transparentes entre eles. Esta afirmação de integridade também prepara o caminho para uma defesa adicional da sua conduta.

A glória de Paulo, baseada no testemunho dado pela sua consciência, é que ele não tem vivido, como os seus adversários, na dimensão de “uma sabedoria carnal, ou dominada por motivos humanos” (1 Co 1.20; 2.6;3.1-3). Em lugar disso, tem vivido na graça de Deus com “santidade e santidade de Deus”. Ambas são qualidades divinas que, como dádivas de Deus, são capazes de caracterizar o comportamento de Paulo. “Simplicidade”, ou santidade, ressalta a “pureza moral” do comportamento exterior de Paulo, e sinceridade, a transparência (1 Co 5.8) dos seus motivos interiores.

Esta sinceridade se estende também às suas cartas, pois o que eles já sabem dele é coerente com o que eles reconhecem que ele é. Não há um segundo sentido. Paulo espera que eles “compreendam completamente”, da mesma maneira como eles reconheceram já em parte. O apóstolo deseja que eles possam ser capazes de se gloriar dele, assim como Paulo se gloriará deles (1 Ts 2.19). O tema principal de Paulo, em vista das críticas, é que o conhecimento deles possa ser tal que possam se gloriar dele tanto quanto ele se gloria deles, no dia em que todos os segredos forem revelados.

Paulo foi selado pelo Espírito de Cristo (Rm 8.9), que deixa gravada a sua própria imagem (Rm 8.29; Cl 1.15) na personalidade humana. Este selo do Espírito Santo garante a autenticidade do seu relacionamento com Deus (Ef 1.13; 2 Tm 2.19; Ap 9.4; Rm 4.11; 1 Rs 21.8) e preserva-o neste relacionamento (Ef 4.30; Dn 6.17). O selo é a marca de identificação e de segurança (Ed 9.4; Et 3.12; Jr 32.10-14).

Os triunfos do crente são todos em Cristo. A Ele seja o louvor e a glória por todos, enquanto o êxito do Evangelho é uma boa razão para o gozo e o júbilo cristão. Por ocasião dos triunfos antigos, usavam-se muitos perfumes e odores agradáveis. Desta maneira, o nome e a salvação de Jesus, como unguento derramado, era um odor agradável, difundido em todos os lugares. Para alguns o evangelho é cheiro de morte para a morte. Estes o rejeitam para a sua própria ruína. Para outros, o Evangelho é um cheiro de vida para a vida: como os vivificou ao princípio, quando estavam mortos em delitos e pecados, assim lhes dá mais vida e leva-os à vida eterna.

Observe as impressões surpreendentes que este assunto causou ao apóstolo e que deveria causar também a cada um de nós. A obra é grande, e não temos forças alguma em nós mesmos; toda a nossa suficiência vem de Deus. Porém, o que fazemos na religião, a menos que seja feito com sinceridade, como diante de Deus; não é de Deus, não vem dEle e não chegará a Ele. Vigiemos cuidadosamente neste aspecto; e busquemos o testemunho de nossa consciência, submetidos ao ensino do Espírito Santo para falar em Cristo e de Cristo com sinceridade.

Bibliografia:

HENRY,Matthew. Comentário Bíblico, Rio de Janeiro: CPAD,2002.

Comentário Bíblico Beacon, Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

JESUS ENSINA SOBRE A HUMILDADE.LIÇÃO 3 JUNIORES


APÓS APRESENTAR A LIÇÃO VOCÊ PODE SUGERIR AOS SEUS ALUNOS COLORIREM O DESENHO ABAIXO.

EVITANDO AS MÁS COMPANHIAS. LIÇÃO 3 ADOLESCENTES




Texto bíblico: Provérbios 1.10-16; 4.14-27



Professor, procure levar alguns exemplos para a classe, de pessoas que foram influenciadas negativamente e positivamente.

Explique aos alunos que às pessoas más exercem zelo para seduzirem as demais, a fim de levá-las às sendas do destruidor, e os pecadores amam a companhia para pecar. Porém, terão muito pelo que responder. Quão cautelosos devem ser os jovens! Não consintamos nem falemos como os ímpios falam, nem ajamos como eles agem, nem tenhamos comunhão com eles.

O caminho dos homens maus parece agradável e o mais próximo para conseguir alguma finalidade; porém, é um caminho mau e terminará mal; se amas o teu Deus e a tua alma, evita-o. Não foi dito: mantenha a distância devida, mas: mantenha uma grande distância; nunca penses que podes chegar suficientemente longe disto. O caminho do justo é luz. Cristo é o seu caminho e Ele é a luz. Os santos não serão perfeitos até que cheguem ao céu, mas ali brilharão como sol em sua força.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

JESUS ENSINA SOBRE O PODER DE SEU NOME - JUNIORES LIÇÃO 2

Texto Bíblico: Lucas 10.1,17-20


E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam (Lc 10.17). Eles estavam, maravilhados com o poder miraculoso que lhes fora permitido exercer. Estavam jubilosos com a lembrança de suas realizações. Mas Jesus lhes mostrou que sua alegria não era correta, pois tinha o foco errado. Entretanto, Ele não os repreendeu por sua alegria ao verem o reino de Satanás sofrer perdas.

Cristo os advertiu para não fazerem do poder sobre os demônios ou do sucesso no ministério, uma fonte fundamental da sua alegria. Devem alegrar-se, sim, por estarem redimidos do pecado e destinados ao céu (Mt 7.22,23).

Boa ideia!

Você vai precisar de papel ofício, caneta hidrográfica, giz de cera branco e lápis de cor.

No topo da folha escreva: Este nome tem todo o poder.

Com o giz de cera branco escreva o nome Jesus.

Entregue uma folha para cada criança e peça a eles para pintarem a folha com o lápis de cor deitado. Gradativamente o nome Jesus aparecerá.

Obs. Este trabalho deve ser feito no início da aula.

O CONSOLO DE DEUS EM MEIO A AFLIÇÃO - LIÇÃO 2


Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 1.1.1-7


Encorajamento no sofrimento

“Bendito seja o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das Misericórdias e o Deus de toda consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiveram em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolado de Deus” (2 Co 1.3-7).

Paulo dirige-se primeiro a Deus, louvando-O enquanto reconhece que Jesus humilhou-se em sua encarnação, e o chamou de Deus, como também de Pai. Visto que Paulo estava muito transtornado por não encontrar Tito em Trôade (2 Co 2.13), ele precisava de consolação, ou seja, encorajamento, incentivo, ânimo. A palavra “consolação” e seus derivados aparecem dez vezes nos versículos 3 a 7 (num total de vinte e nove vezes em 2 Coríntios). Todas derivam da raiz grega parakaleo, que tem a ideia de ajuda e encorajamento. Deus é a fonte, e o doador de todo tipo de encorajamento e ajuda (Sl 103.2-5,13).

O encorajamento de Deus vem primeiro à medida que reconhecemos que Deus é o Pai de Jesus, que é o Cristo (O Messias, “ungido”) nosso Senhor e Mestre. Este reconhecimento dever lembrar-nos que o amor de Deus enviou Jesus a morrer por nós, enquanto ainda éramos pecadores (Rm 5.8,10), mostra também que Deus é o Pai que está cheio de compaixão, como também o Pai ( e a fonte constante) de todos os tipos de ajuda e encorajamento. Podemos depender dEle em todos os nossos problemas, inclusive nas aflições, sofrimentos, angústias mentais, dificuldades, até as perseguições que surgem em nosso caminho. Mas Deus não nos consola para deixar-nos à vontade, nem nos encoraja para fazer com que nos sintamos bem.

Paulo sofreu muitíssimo (2 Co 11.16-29;12.10), mas sempre estava pronto a encorajar os outros. Todos que nos cercam hoje têm problemas, aflições e dificuldades. Os cristãos em muitas partes do mundo sofrem tremenda perseguição. Deus nos ajuda e nos encoraja para que ajudemos e encorajemos os outros. Ele quer que nos tornemos canais do que recebemos dEle para outros crentes que tão desesperadamente precisam de ajuda. Fazemos isto por meio da oração, e dos dons do Espírito, prestando ajuda prática onde quer que seja possível. Deus não quer que guardemos para nós o que temos recebido dEle. Da mesma forma que Deus está ao nosso lado para nos animar até mesmo nas provas mais difíceis, assim devemos estar ao lado dos que estão sendo provados.

Os sofrimentos de Cristo terminaram quando Ele disse: “Está consumado” (Jo 19.30). Mas as mesmas atitudes que mandaram Jesus para cruz levaram os incrédulos e os falos crentes causarem uma série de sofrimentos a Paulo e seus companheiros, não só em Corinto, mas também na província romana da Ásia (2 Co 1.8-9). Assim, ele podia falar da “comunicação de suas aflições [dos sofrimento de Cristo]” Fp 3.10; Jo 15.20,21; At 14.22; Rm 8.17,18,36; Cl 1.24). Os sofrimentos eram equilibrados pela transbordante consolação e encorajamento que vêm por meio de Cristo.

Paulo e sua equipe suportaram todo esse sofrimento e aflição para ganhar as pessoas para Cristo e fundar a igreja em Corinto. O que Paulo queria que os coríntios soubessem era que Deus permite que coisas aconteçam para levar-nos ao nosso extremo, até onde podemos suportá-las, a fim de nos ensinar a confiar nEle. O Deus que ressuscita os mortos não nos abandonará. Ele nos ama e quer que confiemos nEle, (2 Co 1.9).

Bibliografia:
HORTON,Stanley. I e II Coríntios, pp.182-184, 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD,2003.


OBEDEÇA AOS PAIS


Texto bíblico: Provérbios 1.8,9;2.1-5



A desobediência aos pais é considerada uma marca da depravação humana (Rm 1.30) é um sinal dos últimos dias (2 Tm 3.2).

O texto de Provérbios 1.8,9, instiga o jovem a ser obediente a Deus e a respeitar os seus pais. Nessa forma de proceder, os jovens vão encontrar a melhor proteção contra o mal. Esse caminho – embora não tão atraente e fascinante quanto as seduções do pecado – é o seu melhor caminho na vida. Filho meu (v.8) é um termo carinhoso usado pelo mestre para com o seu pupilo e é usado com frequência em Provérbios. Ouve pode ser melhor traduzido por “obedecer” ou “guardar”. A instrução (treinamento ou disciplina) do teu pai sugere o lugar principal e central do pai no lar judaico (Êx 12.26-28; Dt 6.6-7). Mas o autor acrescenta: e não deixes ou: “não rejeiteis” a doutrina, “os ensinos” ou “orientações”, da tua mãe. Esses ensinos também eram significativos e não eram considerados inferiores aos do pai. Os pais são os primeiros mestres da religião, e as crianças hebréias aprendiam os primeiros passos da sabedoria com os seus pais.

As observâncias das instruções dos pais não ficariam sem sua recompensa. Essa conduta ornamentaria a vida do jovem com honra. Ele teria um diadema de graça (uma grinalda graciosa) sobre a sua cabeça e colares (enfeites) para o seu pescoço. É uma referência a adornos usados por reis (Gn 41.42; Dn 5.29).

Bibliografia: Comentário Bíblico Beacon, vl 3. CPAD.


domingo, 3 de janeiro de 2010

COMO MELHORARA A ESCOLA DOMINICAL ATRAVÉS DE UM PLANO DE CRESCIMENTO

A Escola Dominical deve crescer tanto em quantidade quanto em qualidade.

As escolas que estão sempre crescendo numericamente, geralmente são as que mais se preocupam com a melhoria da qualidade de ensino. Quais os passos necessários para que a Escola Dominical cresça?

1. Localizar o povo.

Os líderes da ED precisam saber onde se encontra a sua população alvo.
É necessário saber quem são e onde estão os alunos em potencial a serem matriculadas na Escola Dominical. Onde está a fonte de novos alunos?

a) Lista de novos convertidos.

Muitos se convertem e não voltam mais à igreja. Precisamos buscá-los!

Os novos convertidos são como crianças recém-nascidas em Cristo; precisam ser recepcionados e identificados imediatamente após a conversão. (Ficha de identificação e triagem)

b) Relação de visitantes na escola e nos cultos da igreja.

c) O rol de membros da igreja.

O rol de membros é uma fonte quase inesgotável. Faça uma campanha com o lema "Cada crente um aluno". O número de matriculados na ED deverá ser maior que o número de crentes no rol de membros da igreja.

d) A comunidade ao redor da igreja.
Faça um recenseamento. Já que o departamento crescerá, os administradores deverão pensar em que direção ele irá crescer.

Faça uma visita ás famílias e convide-as para visitar a Escola Dominical. (Organize uma classe para não crentes.)

2. Promova uma campanha contínua de matrículas.

Existe uma ligação direta entre a matrícula e a presença na ED. Á medida que cresce a matrícula, cresce também a presença.

Para dobrar a freqüência na ED é necessário dobrar a matrícula. (Geralmente, o número de alunos que freqüentam a ED assiduamente, corresponde a metade do número de alunos matriculados.)

a) Que plano de matrícula a sua igreja usa?

Plano de matrícula contrário ao crescimento

· Exigência de um novo aluno assistir à classe durante certo número de domi Desligar qualquer pessoa matriculada que não assista com regularidade à classe.

Motivos justos para desligamentos: morte; transferência para outra igreja; mudança de residência que impossibilite a assistência à escola; um pedido insistente da parte do próprio aluno.

b) Quando se deve matricular um novo aluno?

Imediatamente, se for esse o desejo dele. Não se deve pôr obstáculos para a efetivação da matrícula.

3. Elabore um programa de visitação.

A visitação visa encorajar os alunos ausentes, e reintegrá-los à vida cristã.

(Todo Domingo, cada classe deve preparar uma lista de alunos ausentes e determinar quem da classe os visitará durante a semana.)

4. Ampliar as estruturas.

Criar novos departamentos, novas classes.

5. Providenciar espaço adequado.

Não adianta pensar em matricular novos alunos, em formar novas classes, se não existe espaço para a nova classe funcionar. Este é um dos principais problemas que explicam o pouco crescimento na maioria das Escolas Dominicais.

"A Escola Dominical crescerá enquanto houver espaço para as classes" (Manual, pág.26)

a) Redimensionar o espaço que já possui na igreja.

Um estudo criterioso apontará o espaço não usado ou mal usado.

b) Aproveitar o espaço existente nas casas próximas à igreja ou em escolas públicas ou particulares.

c) Realizar a Escola Dominical em dois turnos.

Algumas igrejas realizam duas Escolas Dominicais: uma pela manhã e outra à tarde. Os colégios fazem isto; porque não a igreja?

d) Ampliar a construção.

A igreja que constrói espaço suficiente para a sua ED tem espaço para todas as suas necessidades.


CURRICULO DA EBD BASEADO NA GRADE DA CPAD.

A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus.
Preparada para revelar verdades espirituais e práticas ao adolescente de 15 a 17 anos, a revista Juvenis, a cada trimestre, se mostra uma útil ferramenta para que eles possam conhecer mais a Palavra de Deus e a si próprios.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.

Adequada para o adolescente de 13 e 14 anos, a revista Adolescentes, a cada trimestre, dá novos conhecimentos a respeito da Palavra de Deus.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.
Adequada para o pré-adolescente de 11 e 12 anos, a revista Pré-Adolescentes, a cada trimestre, dá novos conhecimentos a respeito da Palavra de Deus.
Totalmente formulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.

Adequada para crianças de 9 e 10 anos, possui ilustrações e vários exercícios que buscam alicerçar o conhecimento e a aplicação da Palavra de Deus na vida do aluno.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados, utilizando a Nova Tradução na Linguagem de Hoje e um mascote, que acompanhará o estudo semanal da criançada.

Voltada para crianças de 7 e 8 anos, possui várias ilustrações e exercícios que aliam o conhecimento bíblico à alfabetização.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados, utilizando a Nova Tradução na Linguagem de Hoje e um mascote, que acompanhará o estudo semanal da criançada.

Voltada para a criança de 5 e 6 anos, a revista Jardim da Infância a cada trimestre, por meio de belas ilustrações para pintar, cortar e colar, permite que a criança se familiarize com as figuras que compõe o universo da Bíblia Sagrada.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados, utilizando a Nova Tradução na Linguagem de Hoje e um mascote, que acompanhará o estudo semanal da criançada.



Produzida para auxiliar aos professores na hora de contar histórias, fazer execícios e atividades coerentes com a idade de 3 e 4 anos.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados, utilizando a Nova Tradução na Linguagem de Hoje e um mascote, que acompanhará o estudo semanal da criançada.

Produzida para auxiliar aos professores no momento de educar os pequeninos, levando-os a aprender por intermédio da interação com o meio que a rodeia. Dessa forma as dimensões do cuidado relativo à alimentação, ao sono, à higiene, à saúde, à brincadeira, à música, se tornam educativas e muito interessantes!

Totalmente formulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados e um mascote, que acompanhará o estudo semanal da criançada.

ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com